Escândalo em Macapá: Prefeito Dr. Furlan é afastado por corrupção pelo Ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal-STF
Em um desdobramento chocante para a política local, o Prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD), foi afastado de suas funções em meio a uma investigação da Polícia Federal (PF) que desvela um suposto esquema de corrupção e fraudes na construção do Hospital Municipal.
A operação "Paroxismo" revelou indícios alarmantes de desvio de recursos públicos e manipulação de licitações, levantando sérias questões sobre a integridade da gestão pública na cidade.
Além do Prefeito de Macapá, o Vice Prefeito Mario Neto, MDB, tambem foi afastado de suas funções, por 60 dias, em meio a essa investigação da Polícia Federal (PF).
A PF monitorou movimentações financeiras suspeitas, incluindo saques em espécie realizados por um motorista utilizando o carro do prefeito. Em uma das ocasiões, o empresário Rodrigo de Queiroz Moreira, sócio da Santa Rita Engenharia LTDA, foi flagrado retirando R$ 400 mil em um banco, levantando graves suspeitas sobre a origem dos valores.
Além do Prefeito, outros envolvidos na investigação incluem a Secretária Municipal de Saúde e empresários do setor de construção. A PF aponta para uma possível atuação conjunta entre agentes públicos e privados para fraudar licitações e desviar verbas destinadas ao hospital municipal da Zona Norte de Macapá.
A decisão do afastamento foi tomada pelo Ministro do STF, Flávio Dino, que detectou ante a manifestação da PF e da Procuradoria Geral da República- PGR, indícios contudentes em má utilização de recursos públicos oriundos de Emendas Parlamentares.
Com isso, quem assume o comando da Prefeitura é o Vereador Pedro Da Lua, do União Brasil, presidente da Câmara Municipal de Vereadores da Capital, que falou à mídia amapaense em dar continuidade aos serviços da Prefeitura.
Nas redes sociais, houve apenas uma manifestação de insatisfação onde o Prefeito afastado lançou um vídeo anunciando sua pre candidatura ao governo do Amapá, sem contudo explicar ou defender-se das acusações da PF e da PGR, que lhe apontam como o cabeça do suposto esquema criminoso.
As ações da PF devem permanecer nas investigações e podem resultar em novas medidas legais e mudanças nas pastas da administração municipal de Macapá.





