'Uma palavra de esperança pode mudar histórias', diz cantor durante Festival Cultura Cristã na Expofeira 2026. Programação reuniu artistas, bandas e grupos de diferentes regiões do Amapá nesta terça-feira, 11, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá.. “Que uma palavra que fale de amor e de esperança possa alcançar uma vida e mudar histórias.” A fala do cantor Rubinho Souza resume o sentimento que tomou conta do Festival Cultura Cristã, realizado na Expofeira 2026 nesta terça-feira (11). No palco, a música cristã encontrou diferentes formas de expressão e um público que fez questão de prestigiar cada apresentação.Cantor desde a infância e com mais de dez anos de participação em ministérios de música gospel, Rubinho conhece a força que esse segmento tem no Amapá. Para ele, contar com uma estrutura específica dentro de um dos maiores eventos do Estado representa uma oportunidade para que artistas e grupos cheguem a novas pessoas.“A importância sempre foi e sempre vai ser. Através da música, da dança, do louvor, da música gospel e cristã, a gente consegue alcançar fronteiras e, de alguma forma, mudar a vida das pessoas”, celebrou.Quem acompanhou as apresentações também aprovou a iniciativa. Jaqueline Souza considerou importante a presença de um espaço voltado ao público cristão na Expofeira.“É um público grande que nós temos aqui no Amapá, somos comunidade e nós agradecemos muito essa oportunidade. O Festival está lindo e é para todos os públicos”, avaliou.A noite também mostrou que a cultura cristã dialoga com diferentes identidades e territórios. Foi o caso do Grupo de Percussão Renovo, formado por 12 mulheres das comunidades de Abacate da Pedreira e Santo Antônio da Pedreira, zona rural de Macapá.Coordenadora do grupo, Cintia Valente contou que a proposta une fé, percussão e referências culturais das comunidades da zona rural e de territórios quilombolas.“Nós pegamos as músicas e transformamos através da percussão e da adoração. Aproveitamos o talento das mulheres da nossa região para adorar a Deus”, explicou.Com quatro anos de existência, o Renovo trouxe o seu trabalho à Expofeira e encontrou no palco uma oportunidade para apresentar ao público uma produção que nasce nas comunidades e ganha novas formas por meio da arte.A programação contou ainda com Lisleia Lima, Banda Palavra Viva, Banda Abba Pai, Banda Athus, Banda Kadma, Shalom, Sayme Ramos e Banda, Messias Fernandes, Banda Gospel Atrios Amapá, As Manas Gospel, Luan Nascimento e Odilan Sena e Banda.A presença do Festival Cultura Cristã integra a proposta do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), de garantir uma programação que contemple a diversidade cultural do Amapá. O investimento em diferentes segmentos busca fomentar a produção artística, valorizar os talentos locais e proporcionar ao público acesso a manifestações culturais que fazem parte da identidade e da vivência das comunidades amapaenses.
'Uma palavra de esperança pode mudar histórias', diz cantor durante Festival Cultura Cristã na Expofeira 2026
Programação reuniu artistas, bandas e grupos de diferentes regiões do Amapá nesta terça-feira, 11, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá.
“Que uma palavra que fale de amor e de esperança possa alcançar uma vida e mudar histórias.” A fala do cantor Rubinho Souza resume o sentimento que tomou conta do Festival Cultura Cristã, realizado na Expofeira 2026 nesta terça-feira (11). No palco, a música cristã encontrou diferentes formas de expressão e um público que fez questão de prestigiar cada apresentação.
Cantor desde a infância e com mais de dez anos de participação em ministérios de música gospel, Rubinho conhece a força que esse segmento tem no Amapá. Para ele, contar com uma estrutura específica dentro de um dos maiores eventos do Estado representa uma oportunidade para que artistas e grupos cheguem a novas pessoas.
“A importância sempre foi e sempre vai ser. Através da música, da dança, do louvor, da música gospel e cristã, a gente consegue alcançar fronteiras e, de alguma forma, mudar a vida das pessoas”, celebrou.
Quem acompanhou as apresentações também aprovou a iniciativa. Jaqueline Souza considerou importante a presença de um espaço voltado ao público cristão na Expofeira.
“É um público grande que nós temos aqui no Amapá, somos comunidade e nós agradecemos muito essa oportunidade. O Festival está lindo e é para todos os públicos”, avaliou.
A noite também mostrou que a cultura cristã dialoga com diferentes identidades e territórios. Foi o caso do Grupo de Percussão Renovo, formado por 12 mulheres das comunidades de Abacate da Pedreira e Santo Antônio da Pedreira, zona rural de Macapá.
Coordenadora do grupo, Cintia Valente contou que a proposta une fé, percussão e referências culturais das comunidades da zona rural e de territórios quilombolas.
“Nós pegamos as músicas e transformamos através da percussão e da adoração. Aproveitamos o talento das mulheres da nossa região para adorar a Deus”, explicou.Com quatro anos de existência, o Renovo trouxe o seu trabalho à Expofeira e encontrou no palco uma oportunidade para apresentar ao público uma produção que nasce nas comunidades e ganha novas formas por meio da arte.
A programação contou ainda com Lisleia Lima, Banda Palavra Viva, Banda Abba Pai, Banda Athus, Banda Kadma, Shalom, Sayme Ramos e Banda, Messias Fernandes, Banda Gospel Atrios Amapá, As Manas Gospel, Luan Nascimento e Odilan Sena e Banda.
A presença do Festival Cultura Cristã integra a proposta do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), de garantir uma programação que contemple a diversidade cultural do Amapá.
O investimento em diferentes segmentos busca fomentar a produção artística, valorizar os talentos locais e proporcionar ao público acesso a manifestações culturais que fazem parte da identidade e da vivência das comunidades amapaenses.
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