Expofeira 2026: Atuação ambiental do Amapá prepara Estado para nova fronteira de desenvolvimento. Licença emitida pela Sema em 3 de abril de 2025 integrou as etapas que antecederam a confirmação de hidrocarbonetos na costa amapaense.. A confirmação da presença de hidrocarbonetos na costa do Amapá, anunciada pela Petrobras na sexta-feira,14, na programação da Expofeira 2026, representa um marco para o Estado e é resultado de um processo que envolveu diferentes etapas técnicas e ambientais. Nesse caminho, o Governo do Amapá, em ações da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), teve participação estratégica no licenciamento de estruturas relacionadas à atividade.Em 3 de abril de 2025, a Sema emitiu a licença ambiental para o Centro de Triagem, Reabilitação e Reintrodução de Animais Silvestres (Cetras), em Oiapoque, empreendimento que integra a estrutura de apoio às atividades de exploração na região. A atuação do órgão contribuiu para que o Estado estivesse preparado para acompanhar uma nova atividade econômica, considerando os critérios de proteção ambiental.O processo de licenciamento segue as diretrizes do novo Código de Governança Socioambiental do Estado, modernizado para oferecer maior segurança jurídica aos empreendimentos e estabelecer procedimentos mais claros para que as atividades sejam desenvolvidas de forma segura e responsável, respeitando os limites e a capacidade de suporte da natureza.Para a secretária de Estado do Meio Ambiente, Taisa Mendonça, o momento reforça a importância do planejamento ambiental para o futuro do Amapá.“Esse é um momento que demonstra a importância de o Amapá estar preparado para novos ciclos de desenvolvimento. A Sema atua para que as atividades econômicas avancem com responsabilidade e planejamento, garantindo que as questões ambientais sejam consideradas desde o início”, destaca.Análise técnica e responsabilidade ambientamO diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema, Marcos Almeida, explica que o licenciamento é um instrumento técnico que permite avaliar previamente os impactos e estabelecer condições para a implantação e operação de empreendimentos.“O licenciamento ambiental não é apenas uma autorização. É um instrumento de planejamento que permite ao Estado conhecer, avaliar e estabelecer as condições ambientais para a implantação de um empreendimento. Esse trabalho é fundamental para que novas atividades ocorram dentro dos parâmetros técnicos e das exigências ambientais estabelecidas”, afirma Marcos Almeida.A Petrobras informou que a perfuração do poço exploratório Morpho, no bloco FZA-M-59, identificou indícios de hidrocarbonetos em águas profundas. A estatal ainda realiza avaliações para dimensionar o potencial da descoberta, o que significa que a confirmação não representa, neste momento, o início da produção de petróleo.O anúncio de 14 de agosto, portanto, abre uma nova perspectiva para o Amapá. Com planejamento, conhecimento técnico e responsabilidade ambiental, o Estado entra em uma nova era de desenvolvimento, diante de uma atividade que poderá ampliar as oportunidades econômicas e estratégicas da região, mantendo a proteção ambiental como parte essencial desse processo.
Expofeira 2026: Atuação ambiental do Amapá prepara Estado para nova fronteira de desenvolvimento
Licença emitida pela Sema em 3 de abril de 2025 integrou as etapas que antecederam a confirmação de hidrocarbonetos na costa amapaense.
A confirmação da presença de hidrocarbonetos na costa do Amapá, anunciada pela Petrobras na sexta-feira,14, na programação da Expofeira 2026, representa um marco para o Estado e é resultado de um processo que envolveu diferentes etapas técnicas e ambientais.
Nesse caminho, o Governo do Amapá, em ações da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), teve participação estratégica no licenciamento de estruturas relacionadas à atividade.
Em 3 de abril de 2025, a Sema emitiu a licença ambiental para o Centro de Triagem, Reabilitação e Reintrodução de Animais Silvestres (Cetras), em Oiapoque, empreendimento que integra a estrutura de apoio às atividades de exploração na região. A atuação do órgão contribuiu para que o Estado estivesse preparado para acompanhar uma nova atividade econômica, considerando os critérios de proteção ambiental.
O processo de licenciamento segue as diretrizes do novo Código de Governança Socioambiental do Estado, modernizado para oferecer maior segurança jurídica aos empreendimentos e estabelecer procedimentos mais claros para que as atividades sejam desenvolvidas de forma segura e responsável, respeitando os limites e a capacidade de suporte da natureza.
Para a secretária de Estado do Meio Ambiente, Taisa Mendonça, o momento reforça a importância do planejamento ambiental para o futuro do Amapá.
“Esse é um momento que demonstra a importância de o Amapá estar preparado para novos ciclos de desenvolvimento. A Sema atua para que as atividades econômicas avancem com responsabilidade e planejamento, garantindo que as questões ambientais sejam consideradas desde o início”, destaca.Análise técnica e responsabilidade ambientam
O diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema, Marcos Almeida, explica que o licenciamento é um instrumento técnico que permite avaliar previamente os impactos e estabelecer condições para a implantação e operação de empreendimentos.
“O licenciamento ambiental não é apenas uma autorização. É um instrumento de planejamento que permite ao Estado conhecer, avaliar e estabelecer as condições ambientais para a implantação de um empreendimento. Esse trabalho é fundamental para que novas atividades ocorram dentro dos parâmetros técnicos e das exigências ambientais estabelecidas”, afirma Marcos Almeida.
A Petrobras informou que a perfuração do poço exploratório Morpho, no bloco FZA-M-59, identificou indícios de hidrocarbonetos em águas profundas. A estatal ainda realiza avaliações para dimensionar o potencial da descoberta, o que significa que a confirmação não representa, neste momento, o início da produção de petróleo.O anúncio de 14 de agosto, portanto, abre uma nova perspectiva para o Amapá. Com planejamento, conhecimento técnico e responsabilidade ambiental, o Estado entra em uma nova era de desenvolvimento, diante de uma atividade que poderá ampliar as oportunidades econômicas e estratégicas da região, mantendo a proteção ambiental como parte essencial desse processo.
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