Operação Arsenal investiga esquema de comércio ilegal de armas em Mazagão, Amapá. Força Tarefa de Segurança Pública combate o comércio clandestino de armamentos no estado, resultando em prisão de suspeito e apreensão de armas e munições.. Na manhã desta quinta-feira, 10 de agosto, a Força Tarefa de Segurança Pública do Amapá deflagrou a Operação Arsenal, uma ação coordenada com o objetivo de combater o comércio ilegal de armas de fogo e munições em Mazagão, município localizado no estado do Amapá. A investigação, que vinha sendo conduzida com rigor, culminou na execução de dois mandados de busca e apreensão no município. O alvo da operação é um indivíduo suspeito de ser o responsável por fomentar um comércio clandestino de armamentos na região, abastecendo possivelmente facções criminosas que operam no estado. De acordo com informações obtidas durante a investigação, o modus operandi do suspeito era extremamente clandestino. Ao sinal de interesse por parte dos compradores, eles eram levados para um espaço reservado, onde diversas armas eram exibidas em uma mesa. Entre os armamentos disponíveis, muitos apresentavam sinais de adulteração, como numeração raspada, visando dificultar a rastreabilidade. Além das armas, o suspeito também comercializava uma variedade de munições, abrangendo diferentes calibres. Surpreendentemente, parte dessas munições eram deixadas à mostra na vitrine de seu estabelecimento comercial, em uma tentativa aparente de demonstrar a disponibilidade do seu estoque ilegal. As investigações revelaram que o indivíduo já possuía o registro legal de quatro armas de fogo, todas do modelo pistolas, o que amplia a gravidade das acusações contra ele. Caso o suspeito seja condenado pelas acusações de comércio ilegal e posse irregular de armas de fogo e munições, ele pode enfrentar uma pena de até 15 anos de reclusão, além do pagamento de multa. A Operação Arsenal contou com a participação conjunta de várias instituições que compõem a Força Tarefa de Segurança Pública (FTSP), incluindo a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP). O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) também prestou apoio à ação, reforçando a sinergia entre as diferentes agências na luta contra o crime no estado.
Operação Arsenal investiga esquema de comércio ilegal de armas em Mazagão, Amapá
Força Tarefa de Segurança Pública combate o comércio clandestino de armamentos no estado, resultando em prisão de suspeito e apreensão de armas e munições.
Na manhã desta quinta-feira, 10 de agosto, a Força Tarefa de Segurança Pública do Amapá deflagrou a Operação Arsenal, uma ação coordenada com o objetivo de combater o comércio ilegal de armas de fogo e munições em Mazagão, município localizado no estado do Amapá.
A investigação, que vinha sendo conduzida com rigor, culminou na execução de dois mandados de busca e apreensão no município. O alvo da operação é um indivíduo suspeito de ser o responsável por fomentar um comércio clandestino de armamentos na região, abastecendo possivelmente facções criminosas que operam no estado.
De acordo com informações obtidas durante a investigação, o modus operandi do suspeito era extremamente clandestino. Ao sinal de interesse por parte dos compradores, eles eram levados para um espaço reservado, onde diversas armas eram exibidas em uma mesa. Entre os armamentos disponíveis, muitos apresentavam sinais de adulteração, como numeração raspada, visando dificultar a rastreabilidade.
Além das armas, o suspeito também comercializava uma variedade de munições, abrangendo diferentes calibres. Surpreendentemente, parte dessas munições eram deixadas à mostra na vitrine de seu estabelecimento comercial, em uma tentativa aparente de demonstrar a disponibilidade do seu estoque ilegal.
As investigações revelaram que o indivíduo já possuía o registro legal de quatro armas de fogo, todas do modelo pistolas, o que amplia a gravidade das acusações contra ele.
Caso o suspeito seja condenado pelas acusações de comércio ilegal e posse irregular de armas de fogo e munições, ele pode enfrentar uma pena de até 15 anos de reclusão, além do pagamento de multa.
A Operação Arsenal contou com a participação conjunta de várias instituições que compõem a Força Tarefa de Segurança Pública (FTSP), incluindo a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP). O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) também prestou apoio à ação, reforçando a sinergia entre as diferentes agências na luta contra o crime no estado.
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