Operação Nexum investiga suspeito de vender dispositivos móveis roubados. . Uma operação conjunta da Força Tarefa de Segurança Pública do Amapá resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão nos bairros Muca, Pedrinhas e Universidade, em Macapá. A ação, denominada Operação Nexum, visava investigar uma rede suspeita de comercializar produtos provenientes de furtos e roubos, com foco em dispositivos móveis. As autoridades identificaram um indivíduo de 24 anos, supostamente ligado a uma facção criminosa que atua no Estado, como o suspeito de ser o intermediário na venda dos bens das vítimas. A investigação revelou que esse indivíduo utilizava grupos de aplicativos de mensagens para oferecer celulares e tablets que, de acordo com as informações, seriam frutos de roubos e furtos. No âmbito da Operação Nexum, a Força Tarefa busca esclarecer se o suspeito desse comércio ilegal também é responsável pela prática dos próprios roubos e furtos, ou se sua atuação se limita ao papel de receptador dos produtos oriundos desses crimes. Caso as investigações confirmem a ligação direta do indivíduo com os furtos e roubos, ele poderá ser acusado de integrar uma organização criminosa, além dos crimes de furto e roubo. Caso seja considerado culpado e condenado, ele pode enfrentar uma pena de até 18 anos de reclusão, além do pagamento de multa. A Força Tarefa de Segurança Pública (FTSP) que conduziu a operação é composta por órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Militar (PM), a Polícia Civil (PC), o Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP).
Operação Nexum investiga suspeito de vender dispositivos móveis roubados
Uma operação conjunta da Força Tarefa de Segurança Pública do Amapá resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão nos bairros Muca, Pedrinhas e Universidade, em Macapá. A ação, denominada Operação Nexum, visava investigar uma rede suspeita de comercializar produtos provenientes de furtos e roubos, com foco em dispositivos móveis.
As autoridades identificaram um indivíduo de 24 anos, supostamente ligado a uma facção criminosa que atua no Estado, como o suspeito de ser o intermediário na venda dos bens das vítimas. A investigação revelou que esse indivíduo utilizava grupos de aplicativos de mensagens para oferecer celulares e tablets que, de acordo com as informações, seriam frutos de roubos e furtos.
No âmbito da Operação Nexum, a Força Tarefa busca esclarecer se o suspeito desse comércio ilegal também é responsável pela prática dos próprios roubos e furtos, ou se sua atuação se limita ao papel de receptador dos produtos oriundos desses crimes.
Caso as investigações confirmem a ligação direta do indivíduo com os furtos e roubos, ele poderá ser acusado de integrar uma organização criminosa, além dos crimes de furto e roubo. Caso seja considerado culpado e condenado, ele pode enfrentar uma pena de até 18 anos de reclusão, além do pagamento de multa.
A Força Tarefa de Segurança Pública (FTSP) que conduziu a operação é composta por órgãos como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Militar (PM), a Polícia Civil (PC), o Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP).
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