Orquidário do Bioparque recebe ampliação do espaço que atende 456 exemplares de orquídeas. Orquidário abriga a primeira orquídea identificada e catalogada há 59 anos, sendo oriunda do estado do Amapá. Na manhã desta quinta-feira (21), a Prefeitura de Macapá, por meio do Bioparque da Amazônia, entregou a revitalização e ampliação do Orquidário Municipal Teresinha Chaves. Espaço foi reformado e ampliado, com objetivo de manter o celeiro de orquídeas nativas da região amapaense. O Orquidário teve uma revitalização e ampliação de 105,19m², com telhado misto em telha cerâmica, sombrite e alambrado. A parte de telha cerâmica abrigará escritório, berçário e adaptação ambiental das mudas, com bancadas e prateleiras. A obra tem um investimento de R$ 141.813,16, oriundo de recursos do Bioparque da Amazônia e parceria da Secretaria de Obras e Infraestrutura Urbanas (Semob). Ao todo, são 374 exemplares de orquídeas nativas e 82 espécies híbridas, entre elas, as recebidas por doação dos familiares da orquidófila Teresinha Chaves, que deu nome ao orquidário, em homenagem póstuma. Pedro Paulo Costa, diretor-presidente do Bioparque da Amazônia, falou da importância desse espaço ampliado para melhor atender os visitantes e trazer conforto às orquídeas. Visto que as plantas cresceram em quantidade e tamanho, pois necessitavam de um local mais amplo. ‘’Estamos entregando para a população uma obra ampliada e revitalizada. O antigo orquidário tinha 24 metros e o novo espaço tem 105,19m² para dar mais bem-estar às orquídeas’’, disse. Pedro Paulo Costa, diretor-presidente do Bioparque da Amazônia | Foto: Fernando TavaresPMM Os estudantes da escola municipal Vera Lúcia Pinon Nery estavam visitando o parque, e passaram pelo orquidário. O professor Cirlan Ferreira destacou a relevância desse espaço, ser uma das ferramentas educativas voltadas para o meio ambiente. ‘’Este ambiente está preparado de forma didática para ter conhecimento da região em que moramos, este espaço é rico em aprendizagem, às vezes é preciso trazer a sala de aula para fora, para melhor ensinar sobre nossa região amazônica’’, frisou o professor. Cirlan Ferreira, professor | Foto: Fernando TavaresPMM A orquidófila, Fátima Santos, comentou sobre o privilégio da entrega de um orquidário mais adequado para estudo. “O espaço é um celeiro para pesquisa. Aqui tem várias espécies de orquídeas epífitas, terrestres e uma coleção de micro-orquídeas’’, pontuou. Fátima Santos, orquidófila | Foto: Fernando TavaresPMM O Orquidário abriga a primeira orquídea identificada e catalogada há 59 anos, sendo oriunda do estado do Amapá. A orquídea tem o nome científico de Epidendrum amapaense. Além dessa, o espaço agrega mais oito espécies genuinamente do Amapá. Primeira orquídea identificada e catalogada | Foto: Fernando TavaresPMM Sobre o orquidário O orquidário foi doado pela família da orquidófila Teresinha Leite Chaves Pinto para a prefeitura de Macapá. O acervo é um legado para o município de Macapá e Estado do Amapá por preservar espécies da Amazônia e de outros biomas, além de servir como ferramenta de educação ambiental desde 2011. O Orquidário Municipal Terezinha Leite Chaves existe desde 2011, tendo iniciado no Horto Municipal, Zona Norte. E com a reforma do Bioparque foi transferido para o novo espaço. Por Fernando Tavares
Orquidário do Bioparque recebe ampliação do espaço que atende 456 exemplares de orquídeas
Orquidário abriga a primeira orquídea identificada e catalogada há 59 anos, sendo oriunda do estado do Amapá
Na manhã desta quinta-feira (21), a Prefeitura de Macapá, por meio do Bioparque da Amazônia, entregou a revitalização e ampliação do Orquidário Municipal Teresinha Chaves. Espaço foi reformado e ampliado, com objetivo de manter o celeiro de orquídeas nativas da região amapaense.
O Orquidário teve uma revitalização e ampliação de 105,19m², com telhado misto em telha cerâmica, sombrite e alambrado. A parte de telha cerâmica abrigará escritório, berçário e adaptação ambiental das mudas, com bancadas e prateleiras.
A obra tem um investimento de R$ 141.813,16, oriundo de recursos do Bioparque da Amazônia e parceria da Secretaria de Obras e Infraestrutura Urbanas (Semob).
Ao todo, são 374 exemplares de orquídeas nativas e 82 espécies híbridas, entre elas, as recebidas por doação dos familiares da orquidófila Teresinha Chaves, que deu nome ao orquidário, em homenagem póstuma.
Pedro Paulo Costa, diretor-presidente do Bioparque da Amazônia, falou da importância desse espaço ampliado para melhor atender os visitantes e trazer conforto às orquídeas. Visto que as plantas cresceram em quantidade e tamanho, pois necessitavam de um local mais amplo.
‘’Estamos entregando para a população uma obra ampliada e revitalizada. O antigo orquidário tinha 24 metros e o novo espaço tem 105,19m² para dar mais bem-estar às orquídeas’’, disse.

Pedro Paulo Costa, diretor-presidente do Bioparque da Amazônia | Foto: Fernando TavaresPMM
Os estudantes da escola municipal Vera Lúcia Pinon Nery estavam visitando o parque, e passaram pelo orquidário. O professor Cirlan Ferreira destacou a relevância desse espaço, ser uma das ferramentas educativas voltadas para o meio ambiente.
‘’Este ambiente está preparado de forma didática para ter conhecimento da região em que moramos, este espaço é rico em aprendizagem, às vezes é preciso trazer a sala de aula para fora, para melhor ensinar sobre nossa região amazônica’’, frisou o professor.

Cirlan Ferreira, professor | Foto: Fernando TavaresPMM

A orquidófila, Fátima Santos, comentou sobre o privilégio da entrega de um orquidário mais adequado para estudo. “O espaço é um celeiro para pesquisa. Aqui tem várias espécies de orquídeas epífitas, terrestres e uma coleção de micro-orquídeas’’, pontuou.

Fátima Santos, orquidófila | Foto: Fernando TavaresPMM

O Orquidário abriga a primeira orquídea identificada e catalogada há 59 anos, sendo oriunda do estado do Amapá. A orquídea tem o nome científico de Epidendrum amapaense. Além dessa, o espaço agrega mais oito espécies genuinamente do Amapá.

Primeira orquídea identificada e catalogada | Foto: Fernando TavaresPMM
Sobre o orquidário
O orquidário foi doado pela família da orquidófila Teresinha Leite Chaves Pinto para a prefeitura de Macapá. O acervo é um legado para o município de Macapá e Estado do Amapá por preservar espécies da Amazônia e de outros biomas, além de servir como ferramenta de educação ambiental desde 2011.
O Orquidário Municipal Terezinha Leite Chaves existe desde 2011, tendo iniciado no Horto Municipal, Zona Norte. E com a reforma do Bioparque foi transferido para o novo espaço.
Por Fernando Tavares
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