Ueap debate fortalecimento do ensino superior na região amazônica com pesquisadores nacionais, no Amapá . 1ª Jornada Científica na Amazônia reuniu professores e alunos em torno do aperfeiçoamento de programas de pesquisa e pós-graduação.. A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) promoveu nesta quinta-feira, 25, a mesa-redonda "Experiências e vivências da pesquisa na Amazônia ", que reuniu docentes de instituições de todo Brasil e gestores estaduais para debater a prática científica na região amazônica e como ela pode influenciar na qualidade dos programas de pós-graduação ofertados na Ueap. A iniciativa integra o Plano de Governo da atual gestão para o fortalecimento do ensino superior. A programação compõe a 1ª Jornada Científica na Amazônia e faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, desenvolvida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq). No evento, os professores da universidade estadual vêm sendo capacitados para apresentar propostas de mestrados a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), como também alunos, que futuramente podem se tornar mestrandos dos programas da instituição. “Essas propostas que estão sendo discutidas para o envio ao órgão que cuida da aprovação da criação de novos cursos de mestrado e doutorado são nas áreas de ciências agrárias, de ciências ambientais e de ensino e educação, muito relacionadas às potencialidades do nosso estado. E a presença dos alunos na jornada também é fundamental para o incentivo a realização desses cursos no futuro, já que sem alunos a pós-graduação perde o seu sentido de existir”, explicou a vice-reitora da Ueap, Marcela Videira. Também fizeram parte dos debates, gestores estaduais, como o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Edivan Andrade, além de professores-doutores de outros estados do Brasil, que puderam trazer incentivos e apontar caminhos para os alunos seguirem futuras trilhas na pós-graduação. Participaram os docentes Lina Bufalino, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Emidio Cantidio, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Ufrpe) e Ivanise Rizzatti, da Universidade Estadual de Roraima (Ufrr). “Um evento como este é muito importante porque, além de estabelecer esse contato direto com os alunos de graduação, reúne diferentes áreas do conhecimento, que juntas vão dialogar e reunir essa ecologia de saberes e contribuir tanto com o desenvolvimento da graduação, como da pós e consequentemente da pesquisa”, disse a professora de química da UFRR e coordenadora da área de Ensino da Capes, Ivanise Rizzatti. Impactos dos debates para os alunos da Ueap O desenvolvimento de programas de pós-graduação pode influenciar diretamente na trajetória acadêmica dos alunos da instituição, como no estudante de Ciências Naturais da Ueap, Rerison Andrade, que pretende chegar aos graus de mestrado e doutorado em formações relacionadas ao curso. “Eu vejo a pós-graduação como um aperfeiçoamento do que eu já estudo, nós estudamos as grandes ciências e para mim vai ter um impacto forte porque posso pegar a minha área de biologia e focar em temas como questões sociais e preservação dos recursos da Amazônia. Por isso, tenho como meta fazer o mestrado em Recursos Amazônicos, aqui mesmo na universidade”, disse o estudante. 1ª Jornada Científica da Amazônia Além da mesa-redonda, a 1ª Jornada Científica realizou um encontro entre docentes de Ciências Agrárias e Ambientais, para discutir a criação de novos cursos de mestrado nas áreas. A programação continua com reunião de docentes de outras áreas e do Mestrado de Recursos Naturais Amazônicos (Renamazon): Sexta-feira, 26 Reunião com colegiado do Mestrado de Recursos Naturais Amazônicos (RENAMAZON): avaliação de cursos de pós-graduação Horário: 9h às 12h Local: sala do NPJ - campus administrativo Ueap Destinado ao colegiado Renamazon Por: Luan Rodrigues
Ueap debate fortalecimento do ensino superior na região amazônica com pesquisadores nacionais, no Amapá
1ª Jornada Científica na Amazônia reuniu professores e alunos em torno do aperfeiçoamento de programas de pesquisa e pós-graduação.
A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) promoveu nesta quinta-feira, 25, a mesa-redonda "Experiências e vivências da pesquisa na Amazônia ", que reuniu docentes de instituições de todo Brasil e gestores estaduais para debater a prática científica na região amazônica e como ela pode influenciar na qualidade dos programas de pós-graduação ofertados na Ueap. A iniciativa integra o Plano de Governo da atual gestão para o fortalecimento do ensino superior.
A programação compõe a 1ª Jornada Científica na Amazônia e faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, desenvolvida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq). No evento, os professores da universidade estadual vêm sendo capacitados para apresentar propostas de mestrados a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), como também alunos, que futuramente podem se tornar mestrandos dos programas da instituição.
“Essas propostas que estão sendo discutidas para o envio ao órgão que cuida da aprovação da criação de novos cursos de mestrado e doutorado são nas áreas de ciências agrárias, de ciências ambientais e de ensino e educação, muito relacionadas às potencialidades do nosso estado. E a presença dos alunos na jornada também é fundamental para o incentivo a realização desses cursos no futuro, já que sem alunos a pós-graduação perde o seu sentido de existir”, explicou a vice-reitora da Ueap, Marcela Videira.
Também fizeram parte dos debates, gestores estaduais, como o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Edivan Andrade, além de professores-doutores de outros estados do Brasil, que puderam trazer incentivos e apontar caminhos para os alunos seguirem futuras trilhas na pós-graduação. Participaram os docentes Lina Bufalino, da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Emidio Cantidio, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Ufrpe) e Ivanise Rizzatti, da Universidade Estadual de Roraima (Ufrr).
“Um evento como este é muito importante porque, além de estabelecer esse contato direto com os alunos de graduação, reúne diferentes áreas do conhecimento, que juntas vão dialogar e reunir essa ecologia de saberes e contribuir tanto com o desenvolvimento da graduação, como da pós e consequentemente da pesquisa”, disse a professora de química da UFRR e coordenadora da área de Ensino da Capes, Ivanise Rizzatti.
Impactos dos debates para os alunos da Ueap
O desenvolvimento de programas de pós-graduação pode influenciar diretamente na trajetória acadêmica dos alunos da instituição, como no estudante de Ciências Naturais da Ueap, Rerison Andrade, que pretende chegar aos graus de mestrado e doutorado em formações relacionadas ao curso.
“Eu vejo a pós-graduação como um aperfeiçoamento do que eu já estudo, nós estudamos as grandes ciências e para mim vai ter um impacto forte porque posso pegar a minha área de biologia e focar em temas como questões sociais e preservação dos recursos da Amazônia. Por isso, tenho como meta fazer o mestrado em Recursos Amazônicos, aqui mesmo na universidade”, disse o estudante.
1ª Jornada Científica da Amazônia
Além da mesa-redonda, a 1ª Jornada Científica realizou um encontro entre docentes de Ciências Agrárias e Ambientais, para discutir a criação de novos cursos de mestrado nas áreas. A programação continua com reunião de docentes de outras áreas e do Mestrado de Recursos Naturais Amazônicos (Renamazon):
Sexta-feira, 26
- Reunião com colegiado do Mestrado de Recursos Naturais Amazônicos (RENAMAZON): avaliação de cursos de pós-graduação
Horário: 9h às 12h
Local: sala do NPJ - campus administrativo Ueap
Destinado ao colegiado Renamazon
Por: Luan Rodrigues
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