Entrevista com Myrla Barreto: Legado e futuro na dança. . Myrla Nazaré Smith Barreto, nascida em 16 de novembro em Belém do Pará, signo de Escorpião, é a artista mais conhecida no meio da dança como Myrla Barreto. Professora de dança desde 1987, criou o grupo de danças Volição e eventos solidários. Foi integrante do Sindicato dos Artistas em Dança do Pará e graduada pela Escola Superior de Educação Física do Pará. Foi aluna das professoras Marilene Melo, Eni Corrêa, e Jaime Amaral. Especialista em arte e educação, com mestrado em metodologia do ensino superior. Em Macapá, continuou contribuindo com a dança através de festivais como Evoluções, Mostra de Dança Escolar, Natal Solidário, e o festival Todos Nós da Dança. Fundou o grupo de danças Isadora Duncan e atualmente é professora de danças no Centro Didático Rosa Ataíde e na Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis. Participou de vários festivais, ganhando prêmios, incluindo o Festival de Inverno de São Paulo, Dança Pará, Festival Internacional da Amazônia, Festival Nacional de Teresina, Festival de Dança da Cidade de Recife (PE), e Festival de Dança de Porto Alegre (RS). Jornal O Guarani: Qual o legado que você, como bailarina, deixa na história da dança no Amapá? Myrla Barreto: O legado são todos os que, através dos eventos que realizei, puderam mostrar seus trabalhos e talentos. Hoje, muitos são reconhecidos, incluindo inúmeros alunos que tive o prazer de ensinar e que hoje são professores de dança e excelentes bailarinos. Jornal O Guarani: Como seu interesse pela dança começou? Myrla Barreto: Em Belém, minha inesquecível e eterna mestra Wania Velasco viu em mim algum talento e, de aluna de musculação e ginástica, passei a fazer parte de sua companhia. Jornal O Guarani: Quem era Wania Velasco? Myrla Barreto: Wania Velasco foi a primeira bailarina da escola de dança clássica da professora e mestra Vera Torres. No período de 1985 a 1992, fiz parte da companhia Wania Velasco. Vim para Macapá em fevereiro de 1993 já como professora e de Educação Física. Jornal O Guarani: Quando falamos de Myrla Barreto, falamos também do Grupo de Dança Isadora Duncan. Fale um pouco sobre ele. Myrla Barreto: O Grupo Isadora Duncan nasceu em 1994 e fez uma história grandiosa na arte da dança no Estado, sendo desfeito em 2017. Hoje, estou à frente do grupo de danças do Centro Didático Rosa Ataíde e da Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis. A Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis foi criada em 2019 e participou no Festival Espírita da Cidade de Teresina, Expo Feira, Macapá Verão, Festival de Arte Espírita em Belém, e o Espetáculo de Dança Espírita Ivone do Amaral Pereira em Macapá, entre outros eventos. Jornal O Guarani: Quais são os projetos futuros de Myrla Barreto e da Cia de Arte Joanna de Angelis? Myrla Barreto: Estamos planejando a realização do espetáculo "O Santo Sepulcro" para o final deste ano. O festival contará com dança, música, teatro, e coral, com os artistas do grupo espírita Missionários da Luz. Por Paulo Gil
Entrevista com Myrla Barreto: Legado e futuro na dança
Myrla Nazaré Smith Barreto, nascida em 16 de novembro em Belém do Pará, signo de Escorpião, é a artista mais conhecida no meio da dança como Myrla Barreto. Professora de dança desde 1987, criou o grupo de danças Volição e eventos solidários. Foi integrante do Sindicato dos Artistas em Dança do Pará e graduada pela Escola Superior de Educação Física do Pará. Foi aluna das professoras Marilene Melo, Eni Corrêa, e Jaime Amaral.
Especialista em arte e educação, com mestrado em metodologia do ensino superior. Em Macapá, continuou contribuindo com a dança através de festivais como Evoluções, Mostra de Dança Escolar, Natal Solidário, e o festival Todos Nós da Dança. Fundou o grupo de danças Isadora Duncan e atualmente é professora de danças no Centro Didático Rosa Ataíde e na Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis. Participou de vários festivais, ganhando prêmios, incluindo o Festival de Inverno de São Paulo, Dança Pará, Festival Internacional da Amazônia, Festival Nacional de Teresina, Festival de Dança da Cidade de Recife (PE), e Festival de Dança de Porto Alegre (RS).
Jornal O Guarani: Qual o legado que você, como bailarina, deixa na história da dança no Amapá?
Myrla Barreto: O legado são todos os que, através dos eventos que realizei, puderam mostrar seus trabalhos e talentos. Hoje, muitos são reconhecidos, incluindo inúmeros alunos que tive o prazer de ensinar e que hoje são professores de dança e excelentes bailarinos.
Jornal O Guarani: Como seu interesse pela dança começou?
Myrla Barreto: Em Belém, minha inesquecível e eterna mestra Wania Velasco viu em mim algum talento e, de aluna de musculação e ginástica, passei a fazer parte de sua companhia.
Jornal O Guarani: Quem era Wania Velasco?
Myrla Barreto: Wania Velasco foi a primeira bailarina da escola de dança clássica da professora e mestra Vera Torres. No período de 1985 a 1992, fiz parte da companhia Wania Velasco. Vim para Macapá em fevereiro de 1993 já como professora e de Educação Física.
Jornal O Guarani: Quando falamos de Myrla Barreto, falamos também do Grupo de Dança Isadora Duncan. Fale um pouco sobre ele.
Myrla Barreto: O Grupo Isadora Duncan nasceu em 1994 e fez uma história grandiosa na arte da dança no Estado, sendo desfeito em 2017. Hoje, estou à frente do grupo de danças do Centro Didático Rosa Ataíde e da Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis. A Cia de Arte e Danças Joanna de Angelis foi criada em 2019 e participou no Festival Espírita da Cidade de Teresina, Expo Feira, Macapá Verão, Festival de Arte Espírita em Belém, e o Espetáculo de Dança Espírita Ivone do Amaral Pereira em Macapá, entre outros eventos.
Jornal O Guarani: Quais são os projetos futuros de Myrla Barreto e da Cia de Arte Joanna de Angelis?
Myrla Barreto: Estamos planejando a realização do espetáculo "O Santo Sepulcro" para o final deste ano. O festival contará com dança, música, teatro, e coral, com os artistas do grupo espírita Missionários da Luz.
Por Paulo Gil
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