Maloca indígena na 53ª Expofeira do Amapá é construída pelo povo Palikur, em Macapá. O espaço será ponto de referência para o conhecimento da riqueza cultural e a diversidade dos povos indígenas durante todo o evento.. O Governo do Estado deu início a revitalização da maloca dos povos indígenas para a 53ª Expofeira, que acontece de 29 de agosto a 8 de setembro, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá. Neste ano, a construção é feita pelo povo Palikur, que utiliza de técnicas tradicionais na montagem. A participação dos povos indígenas na maior vitrine de negócios da Amazônia é assegurada pelo Plano de Governo da gestão, que reconhece e valoriza a contribuição cultural, social e econômica das comunidades originárias, reforçando o papel de um evento integrador e comprometido com a sustentabilidade cultural e social. O espaço será ponto de referência para o conhecimento da riqueza cultural e a diversidade dos povos indígenas durante os 11 dias de evento, com extensa programação como pintura corporal, venda de bebida tradicional, vídeo e documentários relacionados às produções indígenas. “Estamos preparando tudo cuidadosamente para adequar o espaço às demandas dos povos. A exemplo do ano passado, a expectativa é de que a maloca atraia um público diverso e em busca de conhecer de perto as riquezas das diversas culturas indígenas existentes no nosso estado” declarou a secretária de Estado dos Povos Indígenas, Sônia Jeanjacque. O apoio e a visibilidade garantidas pela Expofeira contribuem para a preservação e valorização dessas culturas, ao mesmo tempo, em que proporcionam oportunidades econômicas para os povos envolvidos. O povo Palikur seguem as técnicas tradicionais para garantir a identidade do local. Expofeira do Amapá A estrutura da 52ª Expofeira, que em 2023 movimentou mais de R$ 5,7 milhões em vendas e gerou cerca de R$ 500 milhões em negócios, foi restaurada. Além disso, foi ampliada em 20% a área para exposições, que alocam empreendedores locais e empresas de fora do estado. Ao todo, serão 40 mil metros quadrados de área coberta. A feira terá, ainda, 50 mil metros quadrados de área para esportes radicais, 3 mil vagas de estacionamento para carros, 1 mil vagas para motocicletas, além de 80 lotes de animais para exposição e comercialização. Por Leidiane Lamarão
Maloca indígena na 53ª Expofeira do Amapá é construída pelo povo Palikur, em Macapá
O espaço será ponto de referência para o conhecimento da riqueza cultural e a diversidade dos povos indígenas durante todo o evento.
O Governo do Estado deu início a revitalização da maloca dos povos indígenas para a 53ª Expofeira, que acontece de 29 de agosto a 8 de setembro, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá. Neste ano, a construção é feita pelo povo Palikur, que utiliza de técnicas tradicionais na montagem.
A participação dos povos indígenas na maior vitrine de negócios da Amazônia é assegurada pelo Plano de Governo da gestão, que reconhece e valoriza a contribuição cultural, social e econômica das comunidades originárias, reforçando o papel de um evento integrador e comprometido com a sustentabilidade cultural e social.
O espaço será ponto de referência para o conhecimento da riqueza cultural e a diversidade dos povos indígenas durante os 11 dias de evento, com extensa programação como pintura corporal, venda de bebida tradicional, vídeo e documentários relacionados às produções indígenas.
“Estamos preparando tudo cuidadosamente para adequar o espaço às demandas dos povos. A exemplo do ano passado, a expectativa é de que a maloca atraia um público diverso e em busca de conhecer de perto as riquezas das diversas culturas indígenas existentes no nosso estado” declarou a secretária de Estado dos Povos Indígenas, Sônia Jeanjacque.
O apoio e a visibilidade garantidas pela Expofeira contribuem para a preservação e valorização dessas culturas, ao mesmo tempo, em que proporcionam oportunidades econômicas para os povos envolvidos. O povo Palikur seguem as técnicas tradicionais para garantir a identidade do local.
Expofeira do Amapá
A estrutura da 52ª Expofeira, que em 2023 movimentou mais de R$ 5,7 milhões em vendas e gerou cerca de R$ 500 milhões em negócios, foi restaurada. Além disso, foi ampliada em 20% a área para exposições, que alocam empreendedores locais e empresas de fora do estado. Ao todo, serão 40 mil metros quadrados de área coberta.
A feira terá, ainda, 50 mil metros quadrados de área para esportes radicais, 3 mil vagas de estacionamento para carros, 1 mil vagas para motocicletas, além de 80 lotes de animais para exposição e comercialização.
Por Leidiane Lamarão
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