Em Macapá, Polícia Civil prende taxista e comparsa por aplicar o "golpe da maquininha". . Nesta quarta-feira, 18, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da 9ª Delegacia de Polícia da Capital (9ª DPC), prendeu um taxista de 33 anos de idade, e seu comparsa, de 29 anos de idade, pela prática do crime de estelionato. De acordo com o Delegado Nixon Kenedy, titular da 9ª DPC, as investigações demonstraram que os investigados, em concurso de pessoas, estariam ludibriando passageiros, por meio da estratégia denominada “golpe da maquininha”, vindo a serem registradas várias ocorrências. Consta no inquérito policial que o referido taxista, se valendo de conduta ardilosa, na ocasião do pagamento, digitava valor muito superior à corrida e, se valendo de manobra fraudulenta, tirava a atenção da vítima durante a operação, obtendo vantagem financeira indevida, que era destinada a conta do seu comparsa. Uma das vítimas pagou R$ 3 mil em uma corrida que custou R$ 30. A equipe de investigação da 9ª DPC reuniu diversas ocorrências policiais em desfavor do taxista, que noticiam contextos maliciosos análogos, dando conta de pelo menos cinco vítimas. O Delegado informou ainda, que os investigados teriam se agregado a ideal comum, visando obter ganho ilícito e, com divisão de ações e tarefas, teriam ajustado as ações fraudulentas, dividindo o produto do crime. A autoridade policial representou pelas prisões preventivas dos investigados, que foi deferida pelo Poder Judiciário. Com os referidos mandados expedidos pela Vara de Garantias da Capital, a equipe da 9ª DPC realizou os seus cumprimentos. Os dois presos serão encaminhados à audiência de custódia. Ascom/ Polícia Civil
Em Macapá, Polícia Civil prende taxista e comparsa por aplicar o "golpe da maquininha"
Nesta quarta-feira, 18, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da 9ª Delegacia de Polícia da Capital (9ª DPC), prendeu um taxista de 33 anos de idade, e seu comparsa, de 29 anos de idade, pela prática do crime de estelionato.
De acordo com o Delegado Nixon Kenedy, titular da 9ª DPC, as investigações demonstraram que os investigados, em concurso de pessoas, estariam ludibriando passageiros, por meio da estratégia denominada “golpe da maquininha”, vindo a serem registradas várias ocorrências.
Consta no inquérito policial que o referido taxista, se valendo de conduta ardilosa, na ocasião do pagamento, digitava valor muito superior à corrida e, se valendo de manobra fraudulenta, tirava a atenção da vítima durante a operação, obtendo vantagem financeira indevida, que era destinada a conta do seu comparsa. Uma das vítimas pagou R$ 3 mil em uma corrida que custou R$ 30.
A equipe de investigação da 9ª DPC reuniu diversas ocorrências policiais em desfavor do taxista, que noticiam contextos maliciosos análogos, dando conta de pelo menos cinco vítimas.
O Delegado informou ainda, que os investigados teriam se agregado a ideal comum, visando obter ganho ilícito e, com divisão de ações e tarefas, teriam ajustado as ações fraudulentas, dividindo o produto do crime.
A autoridade policial representou pelas prisões preventivas dos investigados, que foi deferida pelo Poder Judiciário. Com os referidos mandados expedidos pela Vara de Garantias da Capital, a equipe da 9ª DPC realizou os seus cumprimentos.
Os dois presos serão encaminhados à audiência de custódia.
Ascom/ Polícia Civil
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