Oiapoque vira rota de ouro ilegal com destino à Europa. Contrabando de ouro no extremo norte do Brasil é trocado por euros na Guiana Francesa, alimentando um esquema que desafia autoridades e gera impactos ambientais e fiscais.. A investigação sobre o comércio ilegal de ouro no Oiapoque, extremo norte do Brasil, revela um esquema em que o metal precioso é trocado por euros, devido à proximidade com a Guiana Francesa. A cidade é um ponto estratégico, pois faz fronteira com o território francês, facilitando o contrabando. O ouro extraído ilegalmente no Brasil é transportado para a Guiana, onde é vendido em euros, muitas vezes sem qualquer controle alfandegário. Esse comércio ilegal de ouro no Oiapoque tem gerado preocupações ambientais e econômicas, já que a extração desenfreada causa danos significativos à floresta amazônica. Além disso, a prática prejudica a arrecadação fiscal do Brasil, pois grande parte do ouro não é registrado oficialmente, evitando o pagamento de impostos e taxas de exportação. As autoridades brasileiras têm intensificado as operações na região para coibir o contrabando, mas enfrentam desafios devido à geografia da área e à corrupção local. O esquema é alimentado pela alta demanda de ouro nos mercados internacionais, especialmente na Europa, onde os compradores estão dispostos a pagar altos preços por ouro de origem duvidosa. A proximidade com a Guiana Francesa e a falta de fiscalização efetiva tornam o Oiapoque um ponto crucial na rota do ouro ilegal, alimentando um ciclo de crimes ambientais e fiscais que desafiam a governança na região. Fonte: Poder360 Acompanhe abaixo a reportagem gravada no Youtube do Poder360.
Oiapoque vira rota de ouro ilegal com destino à Europa
Contrabando de ouro no extremo norte do Brasil é trocado por euros na Guiana Francesa, alimentando um esquema que desafia autoridades e gera impactos ambientais e fiscais.
A investigação sobre o comércio ilegal de ouro no Oiapoque, extremo norte do Brasil, revela um esquema em que o metal precioso é trocado por euros, devido à proximidade com a Guiana Francesa. A cidade é um ponto estratégico, pois faz fronteira com o território francês, facilitando o contrabando. O ouro extraído ilegalmente no Brasil é transportado para a Guiana, onde é vendido em euros, muitas vezes sem qualquer controle alfandegário.
Esse comércio ilegal de ouro no Oiapoque tem gerado preocupações ambientais e econômicas, já que a extração desenfreada causa danos significativos à floresta amazônica. Além disso, a prática prejudica a arrecadação fiscal do Brasil, pois grande parte do ouro não é registrado oficialmente, evitando o pagamento de impostos e taxas de exportação.
As autoridades brasileiras têm intensificado as operações na região para coibir o contrabando, mas enfrentam desafios devido à geografia da área e à corrupção local. O esquema é alimentado pela alta demanda de ouro nos mercados internacionais, especialmente na Europa, onde os compradores estão dispostos a pagar altos preços por ouro de origem duvidosa.
A proximidade com a Guiana Francesa e a falta de fiscalização efetiva tornam o Oiapoque um ponto crucial na rota do ouro ilegal, alimentando um ciclo de crimes ambientais e fiscais que desafiam a governança na região.
Fonte: Poder360
Acompanhe abaixo a reportagem gravada no Youtube do Poder360.
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