Polícia Civil indicia 10 por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro. . Nesta segunda-feira, 21, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Repressão a Fraude Eletrônica (DRFE), indiciou 10 pessoas pela prática dos crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A investigação decorre de registro de boletim de ocorrência efetuado no início do ano, quando uma pessoa procurou a unidade policial narrando que teria sido enganada em uma falsa venda de materiais de construção, a partir de anúncio publicado no Facebook, que fazia uso indevido de imagem de uma loja legítima. Na ocasião, a vítima específica apontou o prejuízo superior a R$ 4 mil. Durante a investigação, foi possível verificar a participação de 10 pessoas, das quais sete são internos do IAPEN e dois visitantes de internos. Foi identificado um esquema de difusão de valores decorrente da prática de estelionatos em meio digital – inclusive por meio de transferências cruzadas –, que ocorria mediante transferências quase que imediatas, através de diversas contas bancárias. Durante as apurações, foi revelado que os internos investigados abriram mais de 60 contas bancárias a partir do interior do estabelecimento penitenciário. O inquérito policial foi encaminhado à Justiça. Caso condenados, os indiciados poderão cumprir penas de até 21 anos de reclusão. Ascom/ Polícia Civil
Polícia Civil indicia 10 por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro
Nesta segunda-feira, 21, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Repressão a Fraude Eletrônica (DRFE), indiciou 10 pessoas pela prática dos crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
A investigação decorre de registro de boletim de ocorrência efetuado no início do ano, quando uma pessoa procurou a unidade policial narrando que teria sido enganada em uma falsa venda de materiais de construção, a partir de anúncio publicado no Facebook, que fazia uso indevido de imagem de uma loja legítima. Na ocasião, a vítima específica apontou o prejuízo superior a R$ 4 mil.
Durante a investigação, foi possível verificar a participação de 10 pessoas, das quais sete são internos do IAPEN e dois visitantes de internos. Foi identificado um esquema de difusão de valores decorrente da prática de estelionatos em meio digital – inclusive por meio de transferências cruzadas –, que ocorria mediante transferências quase que imediatas, através de diversas contas bancárias. Durante as apurações, foi revelado que os internos investigados abriram mais de 60 contas bancárias a partir do interior do estabelecimento penitenciário.
O inquérito policial foi encaminhado à Justiça. Caso condenados, os indiciados poderão cumprir penas de até 21 anos de reclusão.
Ascom/ Polícia Civil
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