"A ciência abre portas para o futuro", diz professora de sociologia na 1ª Mostra Científica-Cultural da Escola Estadual Lucimar Amoras Del Castillo. Com foco nos biomas brasileiros e na realidade local, a mostra reúne mais de 30 exposições de alunos, destacando projetos orientados pela docente Auri Kelly Marques, em Macapá.. O Governo do Amapá incentiva a pesquisa e a produção científica na I Mostra Científica-Cultural da Escola Estadual Professor Lucimar Amoras Del Castillo. A programação, iniciada na quinta-feira, 21, envolve alunos e professores em mais de 30 exposições, com atividades que seguem até este sábado, 23. A mostra tem como foco principal os biomas brasileiros, a diversidade, os saberes e as tecnologias sociais, com trabalhos desenvolvidos pelos próprios estudantes sob a orientação de professores. Entre os espaços montados, um deles se destacou: uma sala inteira dedicada a oito projetos coordenados pela professora de sociologia Auri Kelly Marques. A docente, que lidera as pesquisas, destacou a importância da iniciação científica no ensino médio. “É gratificante ver o empenho dos alunos em transformar suas curiosidades em projetos de pesquisa. A ciência, além de oferecer respostas, abre portas para o futuro acadêmico e profissional dos nossos jovens. Nosso papel como educadores é inspirá-los a sonhar e a acreditar no seu potencial de transformação”, disse a professora. Os projetos apresentados pelos alunos orientados por ela abordam temas ligados à realidade local, como questões ambientais, sociais e culturais, que refletem o contexto amazônico. “A pesquisa na educação básica não é apenas um exercício acadêmico. Ela é uma forma de conectar os jovens à sua realidade, despertando neles o desejo de transformar e melhorar a comunidade onde vivem”, afirma Kelly. A professora também enfatizou que o incentivo à pesquisa científica na escola não apenas forma futuros cientistas, mas também cidadãos críticos e participativos. “O objetivo maior é criar um ciclo de aprendizado que impacte a sociedade. Meus alunos sabem que podem ir além, alcançar mestrados, doutorados e trazer de volta o conhecimento para a comunidade”, concluiu. A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência e Tecnologia, além de instituições como a Embrapa, o Bioparque da Amazônia e a Universidade Federal do Amapá (Unifap), fazendo parte da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNC). Por Márcio Bezerra
"A ciência abre portas para o futuro", diz professora de sociologia na 1ª Mostra Científica-Cultural da Escola Estadual Lucimar Amoras Del Castillo
Com foco nos biomas brasileiros e na realidade local, a mostra reúne mais de 30 exposições de alunos, destacando projetos orientados pela docente Auri Kelly Marques, em Macapá.
O Governo do Amapá incentiva a pesquisa e a produção científica na I Mostra Científica-Cultural da Escola Estadual Professor Lucimar Amoras Del Castillo. A programação, iniciada na quinta-feira, 21, envolve alunos e professores em mais de 30 exposições, com atividades que seguem até este sábado, 23.
A mostra tem como foco principal os biomas brasileiros, a diversidade, os saberes e as tecnologias sociais, com trabalhos desenvolvidos pelos próprios estudantes sob a orientação de professores. Entre os espaços montados, um deles se destacou: uma sala inteira dedicada a oito projetos coordenados pela professora de sociologia Auri Kelly Marques.
A docente, que lidera as pesquisas, destacou a importância da iniciação científica no ensino médio.
“É gratificante ver o empenho dos alunos em transformar suas curiosidades em projetos de pesquisa. A ciência, além de oferecer respostas, abre portas para o futuro acadêmico e profissional dos nossos jovens. Nosso papel como educadores é inspirá-los a sonhar e a acreditar no seu potencial de transformação”, disse a professora.
Os projetos apresentados pelos alunos orientados por ela abordam temas ligados à realidade local, como questões ambientais, sociais e culturais, que refletem o contexto amazônico.
“A pesquisa na educação básica não é apenas um exercício acadêmico. Ela é uma forma de conectar os jovens à sua realidade, despertando neles o desejo de transformar e melhorar a comunidade onde vivem”, afirma Kelly.
A professora também enfatizou que o incentivo à pesquisa científica na escola não apenas forma futuros cientistas, mas também cidadãos críticos e participativos.
“O objetivo maior é criar um ciclo de aprendizado que impacte a sociedade. Meus alunos sabem que podem ir além, alcançar mestrados, doutorados e trazer de volta o conhecimento para a comunidade”, concluiu.
A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência e Tecnologia, além de instituições como a Embrapa, o Bioparque da Amazônia e a Universidade Federal do Amapá (Unifap), fazendo parte da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNC).
Por Márcio Bezerra
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