Com penas de arara e pintura Yarari, jovens Galibi Marworno vencem 1º Concurso Casal Indígena do Amapá. Concurso de beleza e representatividade cultural marcou o encerramento do 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará.. Os jovens Lucas Campos, de 17 anos, Thamires Forte, de 19 anos, da etnia Galibi Marworno venceram no sábado, 30, o 1º Concurso Casal Indígena do Amapá. O concurso de beleza e representatividade cultural marcou o encerramento do 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará, realizado pelo Governo do Estado e parceiros no município de Oiapoque.Foto: Max Renê/GEAFoto: Max Renê/GEA Dentre os 6 casais participantes, Lucas e Thamires chamaram a atenção dos jurados e também do público presente. Adornados com penas de araras e representando as chuvas por meio da pintura Yarari, os jovens defendem o meio ambiente no contexto das mudanças climáticas. “Fui convidado pra representar meu povo e foi muito emocionante mostrar a cultura Galibi Marworno. Estou muito feliz”, expressou o vencedor Lucas Campos. Concurso de beleza e representatividade cultural contou com a participação de 6 casais - Foto: Max Renê/GEA A primeira edição do concurso contou com a participação de indígenas de 16 a 30 anos, vestidos com roupas tradicionais de seus povos, compostos por biojoias, angliçá, cocar, brincos de penas, kamichá e colar de guerreiro, e as pinturas sobre os espíritos ancestrais e de comemoração.Foto: Max Renê/GEAFoto: Max Renê/GEA “Terceiro e último dia de festival, mostrando as diferentes etnias dos povos indígenas do Amapá e Norte do Pará. Esse festival é uma política importante, porque através dele conseguiu fomentar a economia, defender a sociobiodiversidade, mostrar para a população quem são os povos indígenas”, disse a secretária dos Povos Indígenas do Amapá, Sônia Jeanjacque. Festival e Feira de Cultura Indígena reuniu 9 etnias em Oiapoque - Foto: Max Renê/GEA Festival Com o objetivo de fortalecer as tradições, costumes e assim como realizar um intercâmbio entre os povos, o 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará reuniu cerca de 600 indígenas, em atividades na aldeia do Manga, em Oiapoque , e na sede do município. O evento contou com jogos interculturais, artesanato, artes visuais, pintura corporal, atividades culturais, feira gastronômica e atendimentos de saúde por meio da Coordenação de Saúde Indígena da Secretaria de Saúde, com atendimento médico, primeiros socorros, assistência farmacêutica, encaminhamentos para especialidades, e curativos. Além da Secretaria dos Povos Indígenas (Sepi), o festival foi coordenado pelas secretarias de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete), Bem-Estar Animal, Cultura (Secult), Turismo (Setur), Ciência e Tecnologia (Setec), Desporto e Lazer (Sedel), Saúde (Sesa) e Comunicação (Secom). A programação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Oiapoque, Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amapá (Fundação Marabaixo); Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap); Universidade Federal do Amapá (Unifap); Amapatec; Instituto de Desenvolvimento Rural (Rurap); Corpo de Bombeiro Militar do Amapá, Defesa Civil Estadual e Exército Brasileiro, através da 22° Brigada Foz do Amazonas. Por Fabiana Figueiredo
Com penas de arara e pintura Yarari, jovens Galibi Marworno vencem 1º Concurso Casal Indígena do Amapá
Concurso de beleza e representatividade cultural marcou o encerramento do 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará.
Os jovens Lucas Campos, de 17 anos, Thamires Forte, de 19 anos, da etnia Galibi Marworno venceram no sábado, 30, o 1º Concurso Casal Indígena do Amapá. O concurso de beleza e representatividade cultural marcou o encerramento do 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará, realizado pelo Governo do Estado e parceiros no município de Oiapoque.Foto: Max Renê/GEAFoto: Max Renê/GEA
Dentre os 6 casais participantes, Lucas e Thamires chamaram a atenção dos jurados e também do público presente. Adornados com penas de araras e representando as chuvas por meio da pintura Yarari, os jovens defendem o meio ambiente no contexto das mudanças climáticas.
“Fui convidado pra representar meu povo e foi muito emocionante mostrar a cultura Galibi Marworno. Estou muito feliz”, expressou o vencedor Lucas Campos.
Concurso de beleza e representatividade cultural contou com a participação de 6 casais - Foto: Max Renê/GEA
A primeira edição do concurso contou com a participação de indígenas de 16 a 30 anos, vestidos com roupas tradicionais de seus povos, compostos por biojoias, angliçá, cocar, brincos de penas, kamichá e colar de guerreiro, e as pinturas sobre os espíritos ancestrais e de comemoração.Foto: Max Renê/GEAFoto: Max Renê/GEA
“Terceiro e último dia de festival, mostrando as diferentes etnias dos povos indígenas do Amapá e Norte do Pará. Esse festival é uma política importante, porque através dele conseguiu fomentar a economia, defender a sociobiodiversidade, mostrar para a população quem são os povos indígenas”, disse a secretária dos Povos Indígenas do Amapá, Sônia Jeanjacque.
Festival e Feira de Cultura Indígena reuniu 9 etnias em Oiapoque - Foto: Max Renê/GEA
Festival
Com o objetivo de fortalecer as tradições, costumes e assim como realizar um intercâmbio entre os povos, o 2º Festival e Feira Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará reuniu cerca de 600 indígenas, em atividades na aldeia do Manga, em Oiapoque , e na sede do município.
O evento contou com jogos interculturais, artesanato, artes visuais, pintura corporal, atividades culturais, feira gastronômica e atendimentos de saúde por meio da Coordenação de Saúde Indígena da Secretaria de Saúde, com atendimento médico, primeiros socorros, assistência farmacêutica, encaminhamentos para especialidades, e curativos.
Além da Secretaria dos Povos Indígenas (Sepi), o festival foi coordenado pelas secretarias de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete), Bem-Estar Animal, Cultura (Secult), Turismo (Setur), Ciência e Tecnologia (Setec), Desporto e Lazer (Sedel), Saúde (Sesa) e Comunicação (Secom).
A programação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Oiapoque, Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amapá (Fundação Marabaixo); Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap); Universidade Federal do Amapá (Unifap); Amapatec; Instituto de Desenvolvimento Rural (Rurap); Corpo de Bombeiro Militar do Amapá, Defesa Civil Estadual e Exército Brasileiro, através da 22° Brigada Foz do Amazonas.
Por Fabiana Figueiredo
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