Governo do Amapá implementa protocolo terapêutico inédito no tratamento de doença conhecida como ossos de vidro. Doença congênita rara deixa os ossos frágeis; nova terapia no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) vai evitar Tratamento Fora de Domicílio (TFD).. O Governo do Amapá deu um passo importante na assistência em saúde infantil ao implementar um novo protocolo terapêutico para o tratamento da osteogênese imperfeita, uma doença congênita rara que fragiliza os ossos das crianças, também conhecida como ossos de vidro ou doença de Lobstein. A iniciativa inédita no estado, evita o tratamento fora de domicílio (TFD) para os pacientes. Ortopedistas Roberto Dourado, do Amapá, e Jorge Antônio da Silva, de Palmas-TO Foto: Romário Reis Neste fim de semana, o ortopedista pediátrico, Jorge Antônio da Silva, de Palmas, no Tocantins, esteve em Macapá para trocar experiências com a equipe amapaense. Além do estudo de casos, os profissionais foram capacitados para o uso do medicamento pamidronato, que agora está disponível no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA). A visita do especialista, que chegou na sexta-feira, 28, incluiu demonstrações cirúrgicas no sábado, 1º de março, para a correção de deformidades ósseas, além de discussões sobre a formalização dos protocolos de atendimento. Entre os profissionais que participaram das atividades estavam os ortopedistas Roberto Dourado e André Reis, e o endocrinologista Renato Paulista. Equipe de médicos do HCA definiu o protocolo para atendimento da terapia que trata a osteogênese imperfeita Foto: Divulgação/Sesa Um dos casos atendidos foi o da pequena Hannah Martins, de 4 anos de idade, que passou por uma cirurgia bem-sucedida no Hospital de Clínicas Dr. Alberto Lima (Hcal) para corrigir sequelas de fraturas no fêmur. A partir de agora, Hannah iniciará um tratamento de pulsoterapia a cada quatro meses, que envolve a administração do pamidronato por via intravenosa, em doses calculadas durante três dias de internação, o que permite uma ação mais rápida e com maior chance de eficácia. "Esse tratamento garantirá maior resistência do sistema esquelético, reduzindo ou eliminando as frequentes fraturas e dores, além de melhorar a qualidade de vida do paciente", explica o ortopedista de Palmas. Ellen com a filha, Hanna Martins, está esperançosa com o novo tratamento da criança Foto: Romário Reis Para a mãe da paciente, Ellen Martins, a notícia representa uma vitória e traz esperança para a família. "A situação da minha filha estava crítica, já sem andar e sem brincar. Agora, meu coração está aliviado", compartilhou Ellen, que também é portadora do gene da doença. Com novo protocolo terapêutico, o HCA será referência no tratamento da osteogênese imperfeita no estado Foto: Divulgação/Sesa Hanna foi operada pelo ortopedista do HCA, Roberto Dourado, e de acordo com ele, com o uso do pamidronato, o hospital será uma referência no tratamento da osteogênese imperfeita no estado. “Com a implementação deste protocolo, o Estado não apenas melhora a qualidade de vida dos pacientes, mas também evita que muitos recorram ao Tratamento Fora do Domicílio [TFD], gerando economia para a saúde pública. Essa iniciativa é um avanço significativo no tratamento de condições raras e reafirma o compromisso do Governo do Amapá com a saúde das crianças”, conclui Dourado. Por Comunicação Sesa
Governo do Amapá implementa protocolo terapêutico inédito no tratamento de doença conhecida como ossos de vidro
Doença congênita rara deixa os ossos frágeis; nova terapia no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA) vai evitar Tratamento Fora de Domicílio (TFD).
O Governo do Amapá deu um passo importante na assistência em saúde infantil ao implementar um novo protocolo terapêutico para o tratamento da osteogênese imperfeita, uma doença congênita rara que fragiliza os ossos das crianças, também conhecida como ossos de vidro ou doença de Lobstein. A iniciativa inédita no estado, evita o tratamento fora de domicílio (TFD) para os pacientes.

Ortopedistas Roberto Dourado, do Amapá, e Jorge Antônio da Silva, de Palmas-TO
Foto: Romário Reis
Neste fim de semana, o ortopedista pediátrico, Jorge Antônio da Silva, de Palmas, no Tocantins, esteve em Macapá para trocar experiências com a equipe amapaense. Além do estudo de casos, os profissionais foram capacitados para o uso do medicamento pamidronato, que agora está disponível no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA).
A visita do especialista, que chegou na sexta-feira, 28, incluiu demonstrações cirúrgicas no sábado, 1º de março, para a correção de deformidades ósseas, além de discussões sobre a formalização dos protocolos de atendimento. Entre os profissionais que participaram das atividades estavam os ortopedistas Roberto Dourado e André Reis, e o endocrinologista Renato Paulista.

Equipe de médicos do HCA definiu o protocolo para atendimento da terapia que trata a osteogênese imperfeita
Foto: Divulgação/Sesa
Um dos casos atendidos foi o da pequena Hannah Martins, de 4 anos de idade, que passou por uma cirurgia bem-sucedida no Hospital de Clínicas Dr. Alberto Lima (Hcal) para corrigir sequelas de fraturas no fêmur.
A partir de agora, Hannah iniciará um tratamento de pulsoterapia a cada quatro meses, que envolve a administração do pamidronato por via intravenosa, em doses calculadas durante três dias de internação, o que permite uma ação mais rápida e com maior chance de eficácia.
"Esse tratamento garantirá maior resistência do sistema esquelético, reduzindo ou eliminando as frequentes fraturas e dores, além de melhorar a qualidade de vida do paciente", explica o ortopedista de Palmas.

Ellen com a filha, Hanna Martins, está esperançosa com o novo tratamento da criança
Foto: Romário Reis
Para a mãe da paciente, Ellen Martins, a notícia representa uma vitória e traz esperança para a família. "A situação da minha filha estava crítica, já sem andar e sem brincar. Agora, meu coração está aliviado", compartilhou Ellen, que também é portadora do gene da doença.

Com novo protocolo terapêutico, o HCA será referência no tratamento da osteogênese imperfeita no estado
Foto: Divulgação/Sesa
Hanna foi operada pelo ortopedista do HCA, Roberto Dourado, e de acordo com ele, com o uso do pamidronato, o hospital será uma referência no tratamento da osteogênese imperfeita no estado.
“Com a implementação deste protocolo, o Estado não apenas melhora a qualidade de vida dos pacientes, mas também evita que muitos recorram ao Tratamento Fora do Domicílio [TFD], gerando economia para a saúde pública. Essa iniciativa é um avanço significativo no tratamento de condições raras e reafirma o compromisso do Governo do Amapá com a saúde das crianças”, conclui Dourado.
Por Comunicação Sesa
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