Governo do Amapá realiza troca de telhados dos pavilhões do Iapen. Em 45 dias, já foram reformados 4 pavilhões. Obra avança para o pavilhão F1, atualmente o maior do complexo.. Para garantir as estratégias de trabalho e segurança dos profissionais da Segurança Pública que atuam no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e dos apenados, o Governo do Amapá iniciou uma reforma de grande proporção na infraestrutura da instituição penal com investimento de R$ 1,5 milhão, via Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf). O recurso está empenhado para a troca de toda a estrutura dos telhados dos pavilhões do complexo conhecido como 'Cadeião'. De acordo com a direção do Iapen, nesse período já foram reformados 4 pavilhões, que estão praticamente prontos e foi iniciada a obra de reforma do telhado do pavilhão F1, atualmente o maior pavilhão da penitenciária, com 274 custodiados. "Estamos trabalhando para melhorar a infraestrutura do Iapen. A gestão entende que trabalhos de investimento em infraestrutura são fundamentais para o controle do sistema penitenciário e combate ao crime organizado. Hoje nós estamos com 3.550 presos, e somente no pavilhão F1, são mais de 270. Já conseguimos avançar em quatro pavilhões, estamos trabalhando agora diretamente em dois, o F-1 e o P-3, e em muitas outras melhorias dentro da penitenciária", disse Luiz Carlos Gomes Jr, diretor do Iapen. Veja o antes e depois da reforma no pavilhão P2 Foto: Divulgação/Iapen Mão de obra dos custodiados O diretor explica ainda que uma das medidas importantes implementadas pela direção e administração do Iapen, é que toda intervenção de empresas no sistema penitenciário de reforma, construção e obras, seja absorvida, o máximo possível, da mão de obra carcerária. "Nesta obra específica, estamos trabalhando com 50 presos contratados e remunerados. Dentro do sistema penitenciário não fazemos apenas combate ao crime, mas também a ressocialização. A medida é importante para a segurança, porque tiramos esses presos da ociosidade e impedimos que trabalhadores externos tenham acesso à população carcerária, o que poderia criar fragilidades na segurança do Iapen", explicou Luiz Carlos. Além da remuneração, que os apenados recebem através de uma bolsa social prevista na Lei de Execução Penal, existe ainda o benefício da remissão da pena. Para cada três dias trabalhados, é abatido um dia da sentença. Por Marcelle Corrêa Todas as reformas aproveitam ao máximo possível a mão de obra carcerária para ressocialização e diminuição da sentença
Governo do Amapá realiza troca de telhados dos pavilhões do Iapen
Em 45 dias, já foram reformados 4 pavilhões. Obra avança para o pavilhão F1, atualmente o maior do complexo.
Para garantir as estratégias de trabalho e segurança dos profissionais da Segurança Pública que atuam no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e dos apenados, o Governo do Amapá iniciou uma reforma de grande proporção na infraestrutura da instituição penal com investimento de R$ 1,5 milhão, via Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf). O recurso está empenhado para a troca de toda a estrutura dos telhados dos pavilhões do complexo conhecido como 'Cadeião'.
De acordo com a direção do Iapen, nesse período já foram reformados 4 pavilhões, que estão praticamente prontos e foi iniciada a obra de reforma do telhado do pavilhão F1, atualmente o maior pavilhão da penitenciária, com 274 custodiados.
"Estamos trabalhando para melhorar a infraestrutura do Iapen. A gestão entende que trabalhos de investimento em infraestrutura são fundamentais para o controle do sistema penitenciário e combate ao crime organizado. Hoje nós estamos com 3.550 presos, e somente no pavilhão F1, são mais de 270. Já conseguimos avançar em quatro pavilhões, estamos trabalhando agora diretamente em dois, o F-1 e o P-3, e em muitas outras melhorias dentro da penitenciária", disse Luiz Carlos Gomes Jr, diretor do Iapen.

Veja o antes e depois da reforma no pavilhão P2
Foto: Divulgação/Iapen
Mão de obra dos custodiados
O diretor explica ainda que uma das medidas importantes implementadas pela direção e administração do Iapen, é que toda intervenção de empresas no sistema penitenciário de reforma, construção e obras, seja absorvida, o máximo possível, da mão de obra carcerária.
"Nesta obra específica, estamos trabalhando com 50 presos contratados e remunerados. Dentro do sistema penitenciário não fazemos apenas combate ao crime, mas também a ressocialização. A medida é importante para a segurança, porque tiramos esses presos da ociosidade e impedimos que trabalhadores externos tenham acesso à população carcerária, o que poderia criar fragilidades na segurança do Iapen", explicou Luiz Carlos.
Além da remuneração, que os apenados recebem através de uma bolsa social prevista na Lei de Execução Penal, existe ainda o benefício da remissão da pena. Para cada três dias trabalhados, é abatido um dia da sentença.
Por Marcelle Corrêa

Todas as reformas aproveitam ao máximo possível a mão de obra carcerária para ressocialização e diminuição da sentença
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