"O nosso Marabaixo está vivo e pulsante", celebra governador Clécio Luís no lançamento do Ciclo do Marabaixo 2025. Com apoio do Governo do Estado, programação tradicional da cultura do Amapá celebra o centenário de Tia Biló este ano.. No lançamento do Ciclo do Marabaixo 2025, nesta quarta-feira, 9, o governador Clécio Luís destacou que a atual gestão entende a valorização da maior manifestação cultural do Amapá como um direito. A programação recebe o apoio do Governo do Estado e este ano homenageia o centenário de Benedita Guilherma Ramos, a Tia Biló, matriarca do Marabaixo do Laguinho que faleceu em 2021. “É o terceiro ano consecutivo de investimentos do Governo, cada vez maior e ouvindo os festeiros. Esse ano 7 barracões de Macapá e da Zona Rural vão fazer festa, recebendo esses recursos e com mais 11 atividades fazendo a transversalidade das ações. O Ciclo do Marabaixo existe para nunca esquecermos de quem somos, da nossa história e do que vamos fazer no futuro. Temos uma política cultural que alcança todos os segmentos, e precisamos preservar e proteger aquilo que é nosso. Não é favor, é um direito. O nosso Marabaixo está vivo e pulsante”, afirmou o governador. Marabaixo é tradicional manifestação cultural do Amapá Foto: Max Renê/GEA São R$ 2,5 milhões de investimentos, fruto de recursos do Tesouro Estadual e de emenda destinada pelo senador Randolfe Rodrigues, gerando impactos na economia por meio da cultura e do turismo. Acompanhado por festeiros coordenadores e membros dos grupos culturais, o lançamento ocorreu no Barracão do Mestre Pavão, bairro Laguinho, marcando a chegada da festa que consolida as rodas de Marabaixo. “Nosso compromisso é com o Marabaixo, com a cultura do Amapá. O senador é um apaixonado pela nossa cultura e pela nossa história. Do que depender de nós, o Governo e a cultura do Amapá podem contar conosco para as parcerias que fortaleçam a nossa ancestralidade. A cultura salva vidas, fortalece a economia e registra a história”, citou Maykon Magalhães, representante do senador Randolfe Rodrigues. Ciclo do Marabaixo 2025 inicia no dia 19 de abril e terá programação em 7 barracões de Macapá Foto: Max Renê/GEA O Ciclo do Marabaixo 2025 inicia no "Sábado de Aleluia", em 19 de abril, e segue até o “Domingo do Senhor”, em 22 de junho, nos barracões Associação Raimundo Ladislau, Associação Zeca e Bibi Costa, Santíssima Trindade da Casa Grande, União Folclórica de Campina Grande, Berço do Marabaixo, Marabaixo do Pavão e Raízes da Favela Dica Congó. “Estamos colhendo frutos de uma luta antiga. O reconhecimento é fundamental. Esse apoio do Governo nos ajuda a realizar a festa, gera empregos e movimenta a economia”, disse Gerson Ramos, festeiro do Marabaixo do Pavão. Gerson Ramos, festeiro do Marabaixo do Pavão Foto: Max Renê/GEA Marabaixo em todo lugar Pelo terceiro ano consecutivo, também é aberta a Central do Ciclo do Marabaixo, espaço montado no Centro de Cultura Negra, no Laguinho. Na sexta-feira, 11, e no sábado, 12, o local será uma vitrine do que os grupos realizam nos barracões durante o Ciclo. No segundo dia, o evento conta com shows de Verônica dos Tambores (AP) e, em seguida, de Dona Onete (PA). A programação é organizada pelo governo por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Fundação Marabaixo). O Ciclo do Marabaixo vai contar este ano com dois eventos esportivos, uma corrida e um passeio ciclístico; a 1ª edição do projeto “Marabaixando entre Versos e Ladrões pelas plataformas digitais”; o projeto “Marabaixando pelo Amapá Inteiro”; o lançamento de uma revista de 2 mil exemplares, de um documentário através do projeto “Pretas do Marabaixo", e ainda de um edital de credenciamento das festas tradicionais de marabaixo.
"O nosso Marabaixo está vivo e pulsante", celebra governador Clécio Luís no lançamento do Ciclo do Marabaixo 2025
Com apoio do Governo do Estado, programação tradicional da cultura do Amapá celebra o centenário de Tia Biló este ano.
No lançamento do Ciclo do Marabaixo 2025, nesta quarta-feira, 9, o governador Clécio Luís destacou que a atual gestão entende a valorização da maior manifestação cultural do Amapá como um direito. A programação recebe o apoio do Governo do Estado e este ano homenageia o centenário de Benedita Guilherma Ramos, a Tia Biló, matriarca do Marabaixo do Laguinho que faleceu em 2021.
“É o terceiro ano consecutivo de investimentos do Governo, cada vez maior e ouvindo os festeiros. Esse ano 7 barracões de Macapá e da Zona Rural vão fazer festa, recebendo esses recursos e com mais 11 atividades fazendo a transversalidade das ações. O Ciclo do Marabaixo existe para nunca esquecermos de quem somos, da nossa história e do que vamos fazer no futuro. Temos uma política cultural que alcança todos os segmentos, e precisamos preservar e proteger aquilo que é nosso. Não é favor, é um direito. O nosso Marabaixo está vivo e pulsante”, afirmou o governador.

Marabaixo é tradicional manifestação cultural do Amapá
Foto: Max Renê/GEA
São R$ 2,5 milhões de investimentos, fruto de recursos do Tesouro Estadual e de emenda destinada pelo senador Randolfe Rodrigues, gerando impactos na economia por meio da cultura e do turismo. Acompanhado por festeiros coordenadores e membros dos grupos culturais, o lançamento ocorreu no Barracão do Mestre Pavão, bairro Laguinho, marcando a chegada da festa que consolida as rodas de Marabaixo.
“Nosso compromisso é com o Marabaixo, com a cultura do Amapá. O senador é um apaixonado pela nossa cultura e pela nossa história. Do que depender de nós, o Governo e a cultura do Amapá podem contar conosco para as parcerias que fortaleçam a nossa ancestralidade. A cultura salva vidas, fortalece a economia e registra a história”, citou Maykon Magalhães, representante do senador Randolfe Rodrigues.

Ciclo do Marabaixo 2025 inicia no dia 19 de abril e terá programação em 7 barracões de Macapá
Foto: Max Renê/GEA
O Ciclo do Marabaixo 2025 inicia no "Sábado de Aleluia", em 19 de abril, e segue até o “Domingo do Senhor”, em 22 de junho, nos barracões Associação Raimundo Ladislau, Associação Zeca e Bibi Costa, Santíssima Trindade da Casa Grande, União Folclórica de Campina Grande, Berço do Marabaixo, Marabaixo do Pavão e Raízes da Favela Dica Congó.
“Estamos colhendo frutos de uma luta antiga. O reconhecimento é fundamental. Esse apoio do Governo nos ajuda a realizar a festa, gera empregos e movimenta a economia”, disse Gerson Ramos, festeiro do Marabaixo do Pavão.

Gerson Ramos, festeiro do Marabaixo do Pavão
Foto: Max Renê/GEA
Marabaixo em todo lugar
Pelo terceiro ano consecutivo, também é aberta a Central do Ciclo do Marabaixo, espaço montado no Centro de Cultura Negra, no Laguinho. Na sexta-feira, 11, e no sábado, 12, o local será uma vitrine do que os grupos realizam nos barracões durante o Ciclo. No segundo dia, o evento conta com shows de Verônica dos Tambores (AP) e, em seguida, de Dona Onete (PA).
A programação é organizada pelo governo por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e da Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Fundação Marabaixo).
O Ciclo do Marabaixo vai contar este ano com dois eventos esportivos, uma corrida e um passeio ciclístico; a 1ª edição do projeto “Marabaixando entre Versos e Ladrões pelas plataformas digitais”; o projeto “Marabaixando pelo Amapá Inteiro”; o lançamento de uma revista de 2 mil exemplares, de um documentário através do projeto “Pretas do Marabaixo", e ainda de um edital de credenciamento das festas tradicionais de marabaixo.
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