Governo do Amapá desenvolve atividade terapêutica de canto para público feminino, em Oiapoque. Prática musical ajuda no desenvolvimento social e emocional de mulheres atendidas pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher.. O Governo do Estado realiza no Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), em Oiapoque, o Coral de Mulheres – Vozes do Amor (Comova). A atividade terapêutica beneficia as atendidas pelo Cram e iniciou no aniversário de 11 anos do local, em setembro de 2024, se tornando um serviço permanente oferecido na instituição. Os ensaios acontecem aos sábados, com o apoio de um professor voluntário de canto da Universidade Federal do Amapá (Unifap), que ajuda a desenvolver o canto e a voz das participantes. Ao todo, 26 mulheres participam do Comova Foto: Cram/Oiapoque A coordenadora do Cram de Oiapoque, Nátane Oliveira, disse que as participantes também vão fazer uma oficina com uma professora de canto de São Jorge para melhorar as técnicas vocais. Coordenadora do Cram, Nátane Oliveira (centro) Foto: Cram/Oiapoque “É uma importante ferramenta de socialização, ajudando muito no desenvolvimento emocional, porque o principal intuito desse coral é trabalhar o empoderamento feminino, a saúde mental das mulheres do centro, da Rede de Atendimento à Mulher e das mulheres da comunidade. Atualmente temos 24 participantes, mas nosso intuito é chegar pelo menos a 30 pessoas”, ressaltou a coordenadora do Cram, Nátane Oliveira. Ao longo do ano, diversas apresentações já foram realizadas, como no Congresso Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora de Oiapoque. As músicas trabalham autoconfiança, respeito, luta e direitos das mulheres. Por Alice Palmerim
Governo do Amapá desenvolve atividade terapêutica de canto para público feminino, em Oiapoque
Prática musical ajuda no desenvolvimento social e emocional de mulheres atendidas pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher.
O Governo do Estado realiza no Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), em Oiapoque, o Coral de Mulheres – Vozes do Amor (Comova). A atividade terapêutica beneficia as atendidas pelo Cram e iniciou no aniversário de 11 anos do local, em setembro de 2024, se tornando um serviço permanente oferecido na instituição.
Os ensaios acontecem aos sábados, com o apoio de um professor voluntário de canto da Universidade Federal do Amapá (Unifap), que ajuda a desenvolver o canto e a voz das participantes.

Ao todo, 26 mulheres participam do Comova
Foto: Cram/Oiapoque
A coordenadora do Cram de Oiapoque, Nátane Oliveira, disse que as participantes também vão fazer uma oficina com uma professora de canto de São Jorge para melhorar as técnicas vocais.

Coordenadora do Cram, Nátane Oliveira (centro)
Foto: Cram/Oiapoque
“É uma importante ferramenta de socialização, ajudando muito no desenvolvimento emocional, porque o principal intuito desse coral é trabalhar o empoderamento feminino, a saúde mental das mulheres do centro, da Rede de Atendimento à Mulher e das mulheres da comunidade. Atualmente temos 24 participantes, mas nosso intuito é chegar pelo menos a 30 pessoas”, ressaltou a coordenadora do Cram, Nátane Oliveira.
Ao longo do ano, diversas apresentações já foram realizadas, como no Congresso Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora de Oiapoque. As músicas trabalham autoconfiança, respeito, luta e direitos das mulheres.
Por Alice Palmerim
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