PC do Amapá deflagra 2ª fase da operação Obsidium, cumpre 4 mandados e prende 4 em flagrante. . Na manhã desta quarta-feira, 30, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com o apoio de outras unidades policiais, deflagrou a 2ª fase da Operação Obsidium, no âmbito da 2ª Edição da Operação Nacional RENORCRIM. A ação resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e na prisão em flagrante de quatro pessoas pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, tráfico de drogas e receptação. As diligências foram realizadas nos bairros Perpétuo Socorro, Jardim Felicidade e Fazendinha, em Macapá. De acordo com o Delegado Ismael Nascimento, titular da DRACO e coordenador da operação, os alvos de busca integram a estrutura operacional e financeira da organização criminosa, atuando de forma coordenada na arrecadação de valores mensais obrigatórios – a chamada “caixinha” – inclusive extorquindo comerciantes locais mediante ameaças de retaliação violenta. “Só no período apurado no relatório, de aproximadamente duas semanas, os investigados arrecadaram mais de R$ 6.000,00, entre valores cobrados diretamente de comerciantes e de outros membros da facção, conforme demonstrado nas conversas e registros extraídos do celular de uma das lideranças. A prática evidencia a atuação típica de facções criminosas, com imposição de pagamentos compulsórios sob coação”, destacou o Delegado. Durante a ação, foram apreendidos uma arma de fogo com numeração suprimida, entorpecentes, aparelhos celulares, documentos e outros materiais com forte potencial probatório, que serão submetidos à análise da Politec para o aprofundamento da investigação. “Essa fase da operação representa mais um avanço concreto no combate ao crime organizado. A atuação articulada com a RENORCRIM amplia o alcance da repressão qualificada e reafirma o compromisso da Polícia Civil do Amapá com o enfrentamento às facções criminosas, sustentadas pela exploração violenta da população vulnerável”, finalizou o Delegado. Ascom/ Polícia Civil
PC do Amapá deflagra 2ª fase da operação Obsidium, cumpre 4 mandados e prende 4 em flagrante
Na manhã desta quarta-feira, 30, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com o apoio de outras unidades policiais, deflagrou a 2ª fase da Operação Obsidium, no âmbito da 2ª Edição da Operação Nacional RENORCRIM.
A ação resultou no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e na prisão em flagrante de quatro pessoas pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, tráfico de drogas e receptação. As diligências foram realizadas nos bairros Perpétuo Socorro, Jardim Felicidade e Fazendinha, em Macapá.
De acordo com o Delegado Ismael Nascimento, titular da DRACO e coordenador da operação, os alvos de busca integram a estrutura operacional e financeira da organização criminosa, atuando de forma coordenada na arrecadação de valores mensais obrigatórios – a chamada “caixinha” – inclusive extorquindo comerciantes locais mediante ameaças de retaliação violenta.
“Só no período apurado no relatório, de aproximadamente duas semanas, os investigados arrecadaram mais de R$ 6.000,00, entre valores cobrados diretamente de comerciantes e de outros membros da facção, conforme demonstrado nas conversas e registros extraídos do celular de uma das lideranças. A prática evidencia a atuação típica de facções criminosas, com imposição de pagamentos compulsórios sob coação”, destacou o Delegado.
Durante a ação, foram apreendidos uma arma de fogo com numeração suprimida, entorpecentes, aparelhos celulares, documentos e outros materiais com forte potencial probatório, que serão submetidos à análise da Politec para o aprofundamento da investigação.
“Essa fase da operação representa mais um avanço concreto no combate ao crime organizado. A atuação articulada com a RENORCRIM amplia o alcance da repressão qualificada e reafirma o compromisso da Polícia Civil do Amapá com o enfrentamento às facções criminosas, sustentadas pela exploração violenta da população vulnerável”, finalizou o Delegado.
Ascom/ Polícia Civil
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