Com imersão em ciência e cultura, Ueap recebe participantes do Inova Amazônia Summit na Rota de Inovação. A "Rota Brilho de Fogo" apresentou projetos de bioeconomia e sustentabilidade desenvolvidos pela universidade, unindo inovação e identidade amazônica.. A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) foi uma das paradas da Rota de Inovação “Brilho de Fogo”, circuito de imersão que integra a programação do Inova Amazônia Summit, maior evento de bioeconomia da região Norte. A ação, nesta sexta-feira, 23, visa conectar ciência, inovação e cultura local, destacando pesquisas desenvolvidas no estado para fomentar negócios sustentáveis na Amazônia. Vice-reitora Marcela Videira e professor Raul Gonzales, pró-reitor da USP Foto: Luan Rodrigues/Ueap Empreendedores, pesquisadores e investidores estiveram no novo Campus III da Ueap, no Centro de Macapá, onde conheceram os diversos projetos tocados pelos acadêmicos e alinhados a temas como transição energética, conservação florestal e economia criativa. "Essa é uma oportunidade para a universidade mostrar as pesquisas que a gente constrói na universidade, com ideias amparadas no conhecimento científico, e que podem se transformar em produtos, podem chegar ao mercado e contribuir para a vida econômica do estado", afirmou a vice-reitora da Ueap, Marcela Videira. Programação combina ciência e arte Das 9h30 às 10h30, os visitantes tiveram uma experiência multissensorial Recepção com apresentação musical do artista e docente do curso de licenciatura em Música Zé Miguel, celebrando a cultura amazônica; Exposição de projetos científicos, como: "Cetea e Ueap: Ciência em Ação para a Nova Economia da Transição Energética" (tecnologias sustentáveis); "Árvores gigantes da Amazônia: oportunidades econômicas no contexto das mudanças climáticas" (conservação e bioeconomia); "Design para Inovação no Amapá" (economia criativa e empreendedorismo local). Sinergia entre academia e mercado O Inova Amazônia Summit, que reúne lideranças nacionais e internacionais, busca atrair investimentos para negócios verdes na região. A participação da Ueap reforça o papel das universidades nesse ecossistema. Prof. Cleyson Paiva, de Engenharia de Produção Foto: Luan Rodrigues/Ueap "Alguns professores palestraram sobre os seus projetos de pesquisa, sobre o Centro de Transição Energética, processamento de alimentos, e tudo o que a universidade está contribuindo para o desenvolvimento do estado, tentando fortalecer essa união entre academia e o setor empresarial", destacou Cleyson Paiva, professor do curso de Engenharia de Produção. O engenheiro Raul Gonzales, pró-reitor adjunto de inovação da USP, integrou as ações da Rota Brilho de Fogo na Ueap. "É uma satisfação enorme estar aqui, a gente percebe que o estado é uma joia do Brasil, com todo esse conhecimento acumulado de milhares de anos, é um estado crucial para desenvolver modelos de como se pode melhorar neste enfrentamento às mudanças climáticas”, afirmou o engenheiro. “A imagem que eu gostaria de deixar para todos vocês, que é aquilo que a gente do Sudeste percebe aqui, é que existem lugares onde um pouco de esforço de todo o Brasil pode gerar novos modelos de realimentação positiva da sustentabilidade. É um ponto onde a gente coloca uma alavanca e consegue movimentar uma pedra muito grande, que é esse grande obstáculo de se desenvolver sem ter que nos destruirmos por conta das mudanças climáticas", finalizou. Por Diego Diniz Participantes da ação Rota Brilho de Fogo
Com imersão em ciência e cultura, Ueap recebe participantes do Inova Amazônia Summit na Rota de Inovação
A "Rota Brilho de Fogo" apresentou projetos de bioeconomia e sustentabilidade desenvolvidos pela universidade, unindo inovação e identidade amazônica.
A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) foi uma das paradas da Rota de Inovação “Brilho de Fogo”, circuito de imersão que integra a programação do Inova Amazônia Summit, maior evento de bioeconomia da região Norte. A ação, nesta sexta-feira, 23, visa conectar ciência, inovação e cultura local, destacando pesquisas desenvolvidas no estado para fomentar negócios sustentáveis na Amazônia.

Vice-reitora Marcela Videira e professor Raul Gonzales, pró-reitor da USP
Foto: Luan Rodrigues/Ueap
Empreendedores, pesquisadores e investidores estiveram no novo Campus III da Ueap, no Centro de Macapá, onde conheceram os diversos projetos tocados pelos acadêmicos e alinhados a temas como transição energética, conservação florestal e economia criativa.
"Essa é uma oportunidade para a universidade mostrar as pesquisas que a gente constrói na universidade, com ideias amparadas no conhecimento científico, e que podem se transformar em produtos, podem chegar ao mercado e contribuir para a vida econômica do estado", afirmou a vice-reitora da Ueap, Marcela Videira.
Programação combina ciência e arte
- Das 9h30 às 10h30, os visitantes tiveram uma experiência multissensorial
- Recepção com apresentação musical do artista e docente do curso de licenciatura em Música Zé Miguel, celebrando a cultura amazônica;
- Exposição de projetos científicos, como: "Cetea e Ueap: Ciência em Ação para a Nova Economia da Transição Energética" (tecnologias sustentáveis);
- "Árvores gigantes da Amazônia: oportunidades econômicas no contexto das mudanças climáticas" (conservação e bioeconomia);
- "Design para Inovação no Amapá" (economia criativa e empreendedorismo local).
Sinergia entre academia e mercado
O Inova Amazônia Summit, que reúne lideranças nacionais e internacionais, busca atrair investimentos para negócios verdes na região. A participação da Ueap reforça o papel das universidades nesse ecossistema.

Prof. Cleyson Paiva, de Engenharia de Produção
Foto: Luan Rodrigues/Ueap
"Alguns professores palestraram sobre os seus projetos de pesquisa, sobre o Centro de Transição Energética, processamento de alimentos, e tudo o que a universidade está contribuindo para o desenvolvimento do estado, tentando fortalecer essa união entre academia e o setor empresarial", destacou Cleyson Paiva, professor do curso de Engenharia de Produção.
O engenheiro Raul Gonzales, pró-reitor adjunto de inovação da USP, integrou as ações da Rota Brilho de Fogo na Ueap. "É uma satisfação enorme estar aqui, a gente percebe que o estado é uma joia do Brasil, com todo esse conhecimento acumulado de milhares de anos, é um estado crucial para desenvolver modelos de como se pode melhorar neste enfrentamento às mudanças climáticas”, afirmou o engenheiro. “A imagem que eu gostaria de deixar para todos vocês, que é aquilo que a gente do Sudeste percebe aqui, é que existem lugares onde um pouco de esforço de todo o Brasil pode gerar novos modelos de realimentação positiva da sustentabilidade. É um ponto onde a gente coloca uma alavanca e consegue movimentar uma pedra muito grande, que é esse grande obstáculo de se desenvolver sem ter que nos destruirmos por conta das mudanças climáticas", finalizou.
Por Diego Diniz

Participantes da ação Rota Brilho de Fogo
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