Governo do Amapá orienta trabalhadores sobre combate à exploração infantil em Oiapoque. Ao todo, 80 homens participaram da iniciativa realizada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), que divulgou ainda o disque 100 para denúncias.. No mês que marca o combate ao abuso e exploração infantil de crianças e adolescentes, o Governo do Amapá realizou palestra educativa para 80 servidores da multinacional Voltalia, em Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa. O evento integra a campanha nacional "'Faça bonito' - Ação nacional para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes". A iniciativa coordenada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) de Oiapoque, que pertence a Secretaria de Políticas para Mulheres (SEPM), contou com o apoio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do município e teve como objetivo levar informações sobre a importância de se combater um crime tão brutal, além divulgar os serviços do Cram e o disque 100 para denúncias. Equipe multidisciplinar do Cram e Creas durante a ação Foto: Cram Oiapoque A coordenadora do Cram, Nátane Oliveira, falou da importância da iniciativa para mudar a realidade de tantas crianças e adolescentes, além de apresentar os serviços do centro. A palestra educativa também orientou para as denúncias pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100). “Foi um dia de muita troca, a equipe psicossocial do Cram esteve presente com a palestra atendendo a solicitação da Voltalia que gentilmente nos recebeu. É fundamental divulgarmos as informações para combater um tema tão delicado, porque muitas vezes a violação das crianças e adolescentes acontecem dentro de casa. Destacamos ainda a importância das denúncias pelos canais e o sigilo que existe”, ressaltou a coordenadora. De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o Disque 100 registrou um aumento de 195% de casos de violação dos direitos sexuais do público infanto-juvenil, em 4 anos, sendo 6.380 mil, em 2020 para 18.826 casos em 2024. Por Alice Palmerim A palestra educativa também orientou para as denúncias pelo Disque Direitos Humanos
Governo do Amapá orienta trabalhadores sobre combate à exploração infantil em Oiapoque
Ao todo, 80 homens participaram da iniciativa realizada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), que divulgou ainda o disque 100 para denúncias.
No mês que marca o combate ao abuso e exploração infantil de crianças e adolescentes, o Governo do Amapá realizou palestra educativa para 80 servidores da multinacional Voltalia, em Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa. O evento integra a campanha nacional "'Faça bonito' - Ação nacional para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes".
A iniciativa coordenada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) de Oiapoque, que pertence a Secretaria de Políticas para Mulheres (SEPM), contou com o apoio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do município e teve como objetivo levar informações sobre a importância de se combater um crime tão brutal, além divulgar os serviços do Cram e o disque 100 para denúncias.

Equipe multidisciplinar do Cram e Creas durante a ação
Foto: Cram Oiapoque
A coordenadora do Cram, Nátane Oliveira, falou da importância da iniciativa para mudar a realidade de tantas crianças e adolescentes, além de apresentar os serviços do centro. A palestra educativa também orientou para as denúncias pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100).
“Foi um dia de muita troca, a equipe psicossocial do Cram esteve presente com a palestra atendendo a solicitação da Voltalia que gentilmente nos recebeu. É fundamental divulgarmos as informações para combater um tema tão delicado, porque muitas vezes a violação das crianças e adolescentes acontecem dentro de casa. Destacamos ainda a importância das denúncias pelos canais e o sigilo que existe”, ressaltou a coordenadora.
De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o Disque 100 registrou um aumento de 195% de casos de violação dos direitos sexuais do público infanto-juvenil, em 4 anos, sendo 6.380 mil, em 2020 para 18.826 casos em 2024.
Por Alice Palmerim

A palestra educativa também orientou para as denúncias pelo Disque Direitos Humanos
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