6ª Bienal das Amazônias realiza abertura de exposição sobre arte, memória e resistência no Amapá. Mostra inicia nesta quarta-feira, 4, e reúne 33 obras de 12 artistas no Centro de Educação em Artes Visuais Cândido Portinari, em Macapá.. Com o apoio do Governo do Amapá, acontece a partir desta quarta-feira, 4, a 6ª edição da Itinerância da Bienal das Amazônias, intitulada “Bubuia: Águas como fonte de imaginações e desejos”. A exposição acontece no Centro de Educação em Artes Visuais Cândido Portinari, e reúne 33 obras de 12 artistas, sendo 10 da Amazônia brasileira e dois da Amazônia internacional. Com um recorte de trabalhos apresentados na 1ª Bienal, realizada em 2023, a mostra contempla diferentes linguagens artísticas, como instalações, pinturas, fotografias, gravuras e performances. Durante a abertura, prevista para às 17h, acontece uma apresentação tradicional de marabaixo e um momento instrumental de violão com Nonato Leal. A exposição segue aberta para visitação gratuita até o dia 8 de agosto. Exposição “Bubuia: Águas como fonte de imaginações e desejos” inicia nesta quarta-feira, 4 Foto: Evandro Vilhena/Seed Para a secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli, receber a Itinerância da Bienal das Amazônias em Macapá reforça o compromisso do Governo do Estado com a valorização e a promoção da cultura amapaense. Secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli Foto: Sal Lima/GEA “Ficamos honrados em ser um dos estados escolhidos para receber a itinerância da Bienal das Amazônias. Nós garantimos as contrapartidas necessárias para essa parceria, que vai permitir que o Amapá possa ter acesso a esse trabalho das artes visuais que contam a nossa forma de viver. Todo esse apoio é a concretização do compromisso do Governo do Amapá com o fortalecimento das expressões culturais da nossa região. A mostra promove o diálogo entre artistas locais e internacionais, valoriza as nossas tradições, como o marabaixo, e amplia o acesso da população às diversas linguagens artísticas. Investir na cultura é investir na nossa identidade, na memória coletiva e na resistência dos povos amazônicos", ressalta Clicia. De acordo com Livia Condurú, presidente da Bienal das Amazônias, a escolha de Macapá como uma das cidades anfitriãs se deu por sua localização estratégica e riqueza cultural. “É muito importante para a Bienal chegar ao máximo possível de cidades da Amazônia brasileira e da Amazônia internacional. Macapá, com sua posição geográfica estratégica e sua riqueza cultural, não poderia ficar de fora dessa Itinerância”, afirmou. Mostra reúne 33 obras de 12 artistas no Cândido Portinari, em Macapá Foto: Israel Cardoso/GEA Participação de artistas amapaenses No recorte curatorial, estarão presentes Cristiana Nogueira, com a instalação “Contaminações sobre a floresta”; Wallef Dias, autor da videoarte “Te cuida, que o rio há de fazer nossas cabeças”; Eliene Tenório, com a instalação “Arquitetura do ser: Mulheres costureiras nas Amazônias”; e Sereia Caranguejo, que apresenta a performance “Criada para criar”, também prevista para o evento de abertura. “O recorte foi realizado na perspectiva de trazer artistas locais que adentram em poéticas de afeto, memória e resistência. Também selecionamos artistas da Amazônia internacional, especificamente da Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá, além de outros cujas obras dialogam com o território amapaense, carregado de ancestralidade e cultura afro-amazônica”, explica Vânia Leal, diretora de Projetos Especiais do Centro Cultural Bienal das Amazônias e Curadora da primeira Bienal das Amazônias. Percurso da Itinerância Antes de chegar a Macapá, a mostra passou por Marabá (PA), Canaã dos Carajás (PA), São Luís (MA), Boa Vista (RR) e Manaus (AM). Após a capital amapaense, a itinerância seguirá para Medellín e Bogotá, na Colômbia, levando a diversidade artística da Amazônia para além das fronteiras brasileiras. Por Leidiane Lamarão
6ª Bienal das Amazônias realiza abertura de exposição sobre arte, memória e resistência no Amapá
Mostra inicia nesta quarta-feira, 4, e reúne 33 obras de 12 artistas no Centro de Educação em Artes Visuais Cândido Portinari, em Macapá.
Com o apoio do Governo do Amapá, acontece a partir desta quarta-feira, 4, a 6ª edição da Itinerância da Bienal das Amazônias, intitulada “Bubuia: Águas como fonte de imaginações e desejos”. A exposição acontece no Centro de Educação em Artes Visuais Cândido Portinari, e reúne 33 obras de 12 artistas, sendo 10 da Amazônia brasileira e dois da Amazônia internacional.
Com um recorte de trabalhos apresentados na 1ª Bienal, realizada em 2023, a mostra contempla diferentes linguagens artísticas, como instalações, pinturas, fotografias, gravuras e performances. Durante a abertura, prevista para às 17h, acontece uma apresentação tradicional de marabaixo e um momento instrumental de violão com Nonato Leal. A exposição segue aberta para visitação gratuita até o dia 8 de agosto.

Exposição “Bubuia: Águas como fonte de imaginações e desejos” inicia nesta quarta-feira, 4
Foto: Evandro Vilhena/Seed
Para a secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli, receber a Itinerância da Bienal das Amazônias em Macapá reforça o compromisso do Governo do Estado com a valorização e a promoção da cultura amapaense.

Secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli
Foto: Sal Lima/GEA
“Ficamos honrados em ser um dos estados escolhidos para receber a itinerância da Bienal das Amazônias. Nós garantimos as contrapartidas necessárias para essa parceria, que vai permitir que o Amapá possa ter acesso a esse trabalho das artes visuais que contam a nossa forma de viver. Todo esse apoio é a concretização do compromisso do Governo do Amapá com o fortalecimento das expressões culturais da nossa região. A mostra promove o diálogo entre artistas locais e internacionais, valoriza as nossas tradições, como o marabaixo, e amplia o acesso da população às diversas linguagens artísticas. Investir na cultura é investir na nossa identidade, na memória coletiva e na resistência dos povos amazônicos", ressalta Clicia.
De acordo com Livia Condurú, presidente da Bienal das Amazônias, a escolha de Macapá como uma das cidades anfitriãs se deu por sua localização estratégica e riqueza cultural.
“É muito importante para a Bienal chegar ao máximo possível de cidades da Amazônia brasileira e da Amazônia internacional. Macapá, com sua posição geográfica estratégica e sua riqueza cultural, não poderia ficar de fora dessa Itinerância”, afirmou.

Mostra reúne 33 obras de 12 artistas no Cândido Portinari, em Macapá
Foto: Israel Cardoso/GEA
Participação de artistas amapaenses
No recorte curatorial, estarão presentes Cristiana Nogueira, com a instalação “Contaminações sobre a floresta”; Wallef Dias, autor da videoarte “Te cuida, que o rio há de fazer nossas cabeças”; Eliene Tenório, com a instalação “Arquitetura do ser: Mulheres costureiras nas Amazônias”; e Sereia Caranguejo, que apresenta a performance “Criada para criar”, também prevista para o evento de abertura.
“O recorte foi realizado na perspectiva de trazer artistas locais que adentram em poéticas de afeto, memória e resistência. Também selecionamos artistas da Amazônia internacional, especificamente da Guiana Francesa, que faz fronteira com o Amapá, além de outros cujas obras dialogam com o território amapaense, carregado de ancestralidade e cultura afro-amazônica”, explica Vânia Leal, diretora de Projetos Especiais do Centro Cultural Bienal das Amazônias e Curadora da primeira Bienal das Amazônias.
Percurso da Itinerância
Antes de chegar a Macapá, a mostra passou por Marabá (PA), Canaã dos Carajás (PA), São Luís (MA), Boa Vista (RR) e Manaus (AM). Após a capital amapaense, a itinerância seguirá para Medellín e Bogotá, na Colômbia, levando a diversidade artística da Amazônia para além das fronteiras brasileiras.
Por Leidiane Lamarão
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