No Dia do Marabaixo, Governo do Amapá discute avanços e desafios da cultura afroamapaense. Realizado em Macapá, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira, fortalecendo a memória, os saberes e as tradições ancestrais.. O V Congresso Estadual do Marabaixo celebrou a data oficial dedicada à mais autêntica manifestação afroamapaense, na noite desta segunda-feira, 16. O evento realizado pelo Governo do Amapá, em parceria com o grupo Raízes da Favela, com a Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo e União dos Negros do Amapá (UNA), aconteceu no auditório Centro de Cultura Raimundinha Ramos, no bairro do Laguinho, em Macapá. Coordenada pela Fundação Marabaixo, o tema da edição deste ano foi “Políticas públicas para o Marabaixo: avanços e desafios”. Marcado por discussões e debates, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira, fortalecendo a memória, os saberes e as tradições ancestrais. Nos pronunciamentos, a diretora-presidente da fundação Josilana Santos destacou os investimentos do Governo do Estado nos últimos dois anos e meio para o fortalecimento, desenvolvimento e difusão da cultura marabaixeira. Diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA “O marabaixo é a cultura negra da Amazônia que hoje é patrimônio do Brasil. Pelo terceiro ano, a Central do Ciclo reuniu e mostrou os principais elementos dessa manifestação. Este ano, o investimento no Ciclo foi recorde, agregando também outras dez ações que vão além do toque das caixas e do rodar das saias, como a gravação e lançamento dos ladrões [músicas] nas plataformas digitais”, destacou Josilana. Na ocasião, foi anunciado lançado o Edital de Cadastramento das Festas Tradicionais do Amapá. Será uma ferramenta oficial para o monitoramento apoio e possibilidade de fomento para as festividades que serão cadastradas. Secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Micelli Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA "As ações, projetos e investimentos do Governo do Estado voltados para o Marabaixo têm o papel de fortalecer e popularizar a nossa mais autêntica manifestação cultural", enfatizou a secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Miceli. Já o presidente da Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo, Marcelo Coimbra, defendeu que se trabalhe o marabaixo e seus elementos no fazer pedagógico, especialmente das escolas públicas amapaenses. Marcado por discussões e debates, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA Após os discursos, foi aberto para o público fazer as suas intervenções. As sugestões e propostas foram anotadas pela Relatoria para a montagem de um relatório que servirá para novos encaminhamentos. Na mesa dos trabalhos, a diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos, a secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Miceli, o presidente da Academia de Batuque e Marabaixo, Marcelo Coimbra, o presidente do Conselho Estadual de Cultura, Cirley Picanço, o conselheiro Wendel Uchôa e o representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Amapá, Cristhiano Kolinski. Por Gabriel Penha Evento aconteceu no auditório Centro de Cultura Raimundinha Ramos, no bairro do Laguinho, em Macapá
No Dia do Marabaixo, Governo do Amapá discute avanços e desafios da cultura afroamapaense
Realizado em Macapá, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira, fortalecendo a memória, os saberes e as tradições ancestrais.
O V Congresso Estadual do Marabaixo celebrou a data oficial dedicada à mais autêntica manifestação afroamapaense, na noite desta segunda-feira, 16. O evento realizado pelo Governo do Amapá, em parceria com o grupo Raízes da Favela, com a Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo e União dos Negros do Amapá (UNA), aconteceu no auditório Centro de Cultura Raimundinha Ramos, no bairro do Laguinho, em Macapá.
Coordenada pela Fundação Marabaixo, o tema da edição deste ano foi “Políticas públicas para o Marabaixo: avanços e desafios”. Marcado por discussões e debates, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira, fortalecendo a memória, os saberes e as tradições ancestrais. Nos pronunciamentos, a diretora-presidente da fundação Josilana Santos destacou os investimentos do Governo do Estado nos últimos dois anos e meio para o fortalecimento, desenvolvimento e difusão da cultura marabaixeira.

Diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos
Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA
“O marabaixo é a cultura negra da Amazônia que hoje é patrimônio do Brasil. Pelo terceiro ano, a Central do Ciclo reuniu e mostrou os principais elementos dessa manifestação. Este ano, o investimento no Ciclo foi recorde, agregando também outras dez ações que vão além do toque das caixas e do rodar das saias, como a gravação e lançamento dos ladrões [músicas] nas plataformas digitais”, destacou Josilana.
Na ocasião, foi anunciado lançado o Edital de Cadastramento das Festas Tradicionais do Amapá. Será uma ferramenta oficial para o monitoramento apoio e possibilidade de fomento para as festividades que serão cadastradas.

Secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Micelli
Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA
"As ações, projetos e investimentos do Governo do Estado voltados para o Marabaixo têm o papel de fortalecer e popularizar a nossa mais autêntica manifestação cultural", enfatizou a secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Miceli.
Já o presidente da Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo, Marcelo Coimbra, defendeu que se trabalhe o marabaixo e seus elementos no fazer pedagógico, especialmente das escolas públicas amapaenses.

Marcado por discussões e debates, o evento celebrou a riqueza da cultura marabaixeira
Foto: Gabriel Penha/Fundação Marabaixo/GEA
Após os discursos, foi aberto para o público fazer as suas intervenções. As sugestões e propostas foram anotadas pela Relatoria para a montagem de um relatório que servirá para novos encaminhamentos.
Na mesa dos trabalhos, a diretora-presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos, a secretária de Estado da Cultura, Clícia Vieira Di Miceli, o presidente da Academia de Batuque e Marabaixo, Marcelo Coimbra, o presidente do Conselho Estadual de Cultura, Cirley Picanço, o conselheiro Wendel Uchôa e o representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Amapá, Cristhiano Kolinski.
Por Gabriel Penha

Evento aconteceu no auditório Centro de Cultura Raimundinha Ramos, no bairro do Laguinho, em Macapá
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