Petrobras e China apostam na Margem Equatorial para revitalizar a indústria naval brasileira. Parcerias estratégicas e novos investimentos visam retomar crescimento e gerar empregos no setor naval após anos de crise.. A indústria naval brasileira, após um ciclo de falências e dívidas bilionárias, vislumbra uma nova fase impulsionada pela exploração da Margem Equatorial. Considerada a bacia mais promissora para novas descobertas de petróleo, a região enfrenta desafios socioambientais, mas oferece potencial semelhante ao do pré-sal. Recentemente, estaleiros brasileiros e chineses firmaram memorandos de entendimento para desenvolver parcerias tecnológicas e comerciais, visando atender à crescente demanda da Petrobras por embarcações. Os grupos chineses COOEC, CSSC, Cosco e CIMC se associaram aos nacionais EBR, Rio Grande, Mauá e Enseada. O Programa de Renovação e Ampliação da Frota do Sistema Petrobras, lançado em junho de 2024, prevê a contratação de 52 novas embarcações, com investimentos de até R$ 29 bilhões e a criação de 50 mil postos de trabalho. A parceria com o setor chinês pode resultar na transferência de tecnologia e aumento das encomendas para os estaleiros nacionais. No entanto, experiências passadas indicam que a dependência excessiva de contratos com a Petrobras, somada a altos custos e ineficiência produtiva, comprometeram a competitividade do setor. A corrupção e má gestão também afetaram a credibilidade da indústria naval brasileira. Fonte: InvestNews
Petrobras e China apostam na Margem Equatorial para revitalizar a indústria naval brasileira
Parcerias estratégicas e novos investimentos visam retomar crescimento e gerar empregos no setor naval após anos de crise.
A indústria naval brasileira, após um ciclo de falências e dívidas bilionárias, vislumbra uma nova fase impulsionada pela exploração da Margem Equatorial. Considerada a bacia mais promissora para novas descobertas de petróleo, a região enfrenta desafios socioambientais, mas oferece potencial semelhante ao do pré-sal.
Recentemente, estaleiros brasileiros e chineses firmaram memorandos de entendimento para desenvolver parcerias tecnológicas e comerciais, visando atender à crescente demanda da Petrobras por embarcações. Os grupos chineses COOEC, CSSC, Cosco e CIMC se associaram aos nacionais EBR, Rio Grande, Mauá e Enseada.
O Programa de Renovação e Ampliação da Frota do Sistema Petrobras, lançado em junho de 2024, prevê a contratação de 52 novas embarcações, com investimentos de até R$ 29 bilhões e a criação de 50 mil postos de trabalho. A parceria com o setor chinês pode resultar na transferência de tecnologia e aumento das encomendas para os estaleiros nacionais.
No entanto, experiências passadas indicam que a dependência excessiva de contratos com a Petrobras, somada a altos custos e ineficiência produtiva, comprometeram a competitividade do setor. A corrupção e má gestão também afetaram a credibilidade da indústria naval brasileira.
Fonte: InvestNews
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Veja notícias relacionadas
Tarifaço(25%): 8 especialistas alertam para custo de US$ 3,75 bilhões em sobretaxas
Leia a NotíciaAgricultura: governo publica preços mínimos para safra de verão 2026/27
Leia a NotíciaFalta de controle financeiro em tempo real atinge 12,6 milhões de empresas no Brasil
Leia a Notícia