PF apura fraude e possível direcionamento no PNAE em benefício de cooperativa no Amapá. A fraude pode chegar a mais de 2,5 milhões de reais. Macapá/AP. A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União – CGU/AP, deflagraram na manhã desta quarta-feira (09/07), a Operação Simulacrum, com o objetivo de apurar suposto desvio de verba e direcionamento no Programa de Alimentação Escolar - PNAE, em chamada pública que teria beneficiado uma cooperativa atuante no Estado. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, nos bairros Infraero e Novo Horizonte, em Macapá/AP. A investigação iniciou com relatório da Controladoria Geral da União (CGU/AP) que identificou indícios de “loteamento” de itens do certame, ausência de manifestação técnica da Secretaria de Educação do Estado – SEED/AP e possível participação de servidores públicos no favorecimento da cooperativa. A PF ainda identificou indícios de que a cooperativa beneficiada, além de ter um endereço de fachada, simulou a quantidade efetiva de associados, expediente que potencializou de modo fraudulento o valor máximo contratável e permitiu a celebração de um contrato estimado em 2,5 milhões de reais, cujo parte do pagamento no valor de mais de R$ 950 mil reais já haviam sido transferidos para a conta da cooperativa. Estima-se que pelo menos 20 mil alunos da rede pública de escolas situadas na capital estariam contemplados pelo contrato com a cooperativa. Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, falsidade ideológica, peculato-desvio e lavagem de dinheiro. Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
PF apura fraude e possível direcionamento no PNAE em benefício de cooperativa no Amapá
A fraude pode chegar a mais de 2,5 milhões de reais
Macapá/AP. A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União – CGU/AP, deflagraram na manhã desta quarta-feira (09/07), a Operação Simulacrum, com o objetivo de apurar suposto desvio de verba e direcionamento no Programa de Alimentação Escolar - PNAE, em chamada pública que teria beneficiado uma cooperativa atuante no Estado.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, nos bairros Infraero e Novo Horizonte, em Macapá/AP.
A investigação iniciou com relatório da Controladoria Geral da União (CGU/AP) que identificou indícios de “loteamento” de itens do certame, ausência de manifestação técnica da Secretaria de Educação do Estado – SEED/AP e possível participação de servidores públicos no favorecimento da cooperativa.
A PF ainda identificou indícios de que a cooperativa beneficiada, além de ter um endereço de fachada, simulou a quantidade efetiva de associados, expediente que potencializou de modo fraudulento o valor máximo contratável e permitiu a celebração de um contrato estimado em 2,5 milhões de reais, cujo parte do pagamento no valor de mais de R$ 950 mil reais já haviam sido transferidos para a conta da cooperativa.
Estima-se que pelo menos 20 mil alunos da rede pública de escolas situadas na capital estariam contemplados pelo contrato com a cooperativa.
Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, falsidade ideológica, peculato-desvio e lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
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