Amapá na COP30: instituições do Governo do Estado elaboram plano de participação estratégica no evento global. Com foco em propostas sustentáveis e planejamento interinstitucional, encontro realizado na segunda-feira, 21, buscou destacar iniciativas para a Conferência das Partes.. O Governo do Amapá articula uma participação estratégica das iniciativas sustentáveis do estado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que ocorre em Belém, no Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro. Na segunda-feira, 21, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (Fapeap) deu início ao processo de articulação e planejamento para o evento internacional, reforçando o papel de liderança ambiental do estado de forma estratégica, com foco em propostas sustentáveis e planejamento interinstitucional. O encontro reuniu gestores públicos e representantes de instituições para apresentar projetos e discutir ações que fortaleçam a presença do estado na COP30. A reunião teve como foco a construção de uma representação sólida, com propostas que reflitam a realidade amazônica e os desafios enfrentados pela população local. Com forte estrutura ambiental, o Amapá busca se destacar na COP30 como referência em preservação e desenvolvimento sustentável. Durante a reunião, o diretor-presidente da Fapeap, Gutemberg Silva, destacou a necessidade de unir ciência, tecnologia e saberes tradicionais para apresentar soluções viáveis e sustentáveis que possam atrair investimentos para a região. Diretor-presidente da Fapeap, Gutemberg Silva Foto: Sal Lima/GEA “Nós temos feito todo o nosso dever de casa em relação à pauta ambiental, mas a população ainda vive na pobreza. A ideia é a gente capturar todo esse arcabouço institucional territorial que a gente tem, mas, a partir de movimentos adequados, atrair investimentos e, com isso, melhorar a vida da população, e além de mostrar ao mundo todo esse dever de casa que nós fizemos. Temos o código ambiental, Zoneamento Ecológico-Econômico, Plano Amapá 2043, além do Atlas Solar, Atlas da Biomassa, Atlas Eólico. Mas acima de tudo precisamos gerar emprego e renda. A COP será o momento para a gente se apresentar ao mundo, capturando o que a gente quer, que é investimento ético, adequado do ponto de vista da continuidade desses nossos indicadores e a também gerar desenvolvimento econômico”, enfatizou o diretor-presidente. Apresentação da proposta do "Plano Amapá na COP" Foto: Sal Lima/GEA O planejamento da participação do Amapá na COP30 conta com o apoio de organizações e consultorias especializadas. Entre elas, destaca-se o ICLEI – uma rede internacional que oferece suporte técnico e institucional a governos subnacionais em pautas ambientais. Além disso, a Sumaúma Hub, coletivo formado por especialistas em comunicação, sustentabilidade e finanças éticas, colabora com as secretarias estaduais para consolidar um plano robusto de atuação. A expectativa é de que o "Plano Amapá na COP" seja lançado ainda em agosto, reunindo diretrizes para mostrar ao mundo os avanços conquistados pelo estado em termos de planejamento territorial, conservação ambiental e estratégias de desenvolvimento sustentável. A COP30 reunirá líderes globais, cientistas, representantes governamentais e da sociedade civil para debater soluções concretas diante da crise climática. O Amapá, com sua vasta biodiversidade e políticas de conservação, pretende assumir um papel de destaque nas discussões, mostrando que é possível alinhar preservação ambiental com justiça social e crescimento econômico. Por Marcelo Guido
Amapá na COP30: instituições do Governo do Estado elaboram plano de participação estratégica no evento global
Com foco em propostas sustentáveis e planejamento interinstitucional, encontro realizado na segunda-feira, 21, buscou destacar iniciativas para a Conferência das Partes.
O Governo do Amapá articula uma participação estratégica das iniciativas sustentáveis do estado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-30), que ocorre em Belém, no Pará, entre os dias 10 e 21 de novembro.
Na segunda-feira, 21, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (Fapeap) deu início ao processo de articulação e planejamento para o evento internacional, reforçando o papel de liderança ambiental do estado de forma estratégica, com foco em propostas sustentáveis e planejamento interinstitucional. O encontro reuniu gestores públicos e representantes de instituições para apresentar projetos e discutir ações que fortaleçam a presença do estado na COP30.
A reunião teve como foco a construção de uma representação sólida, com propostas que reflitam a realidade amazônica e os desafios enfrentados pela população local. Com forte estrutura ambiental, o Amapá busca se destacar na COP30 como referência em preservação e desenvolvimento sustentável.
Durante a reunião, o diretor-presidente da Fapeap, Gutemberg Silva, destacou a necessidade de unir ciência, tecnologia e saberes tradicionais para apresentar soluções viáveis e sustentáveis que possam atrair investimentos para a região.

Diretor-presidente da Fapeap, Gutemberg Silva
Foto: Sal Lima/GEA
“Nós temos feito todo o nosso dever de casa em relação à pauta ambiental, mas a população ainda vive na pobreza. A ideia é a gente capturar todo esse arcabouço institucional territorial que a gente tem, mas, a partir de movimentos adequados, atrair investimentos e, com isso, melhorar a vida da população, e além de mostrar ao mundo todo esse dever de casa que nós fizemos. Temos o código ambiental, Zoneamento Ecológico-Econômico, Plano Amapá 2043, além do Atlas Solar, Atlas da Biomassa, Atlas Eólico. Mas acima de tudo precisamos gerar emprego e renda. A COP será o momento para a gente se apresentar ao mundo, capturando o que a gente quer, que é investimento ético, adequado do ponto de vista da continuidade desses nossos indicadores e a também gerar desenvolvimento econômico”, enfatizou o diretor-presidente.

Apresentação da proposta do "Plano Amapá na COP"
Foto: Sal Lima/GEA
O planejamento da participação do Amapá na COP30 conta com o apoio de organizações e consultorias especializadas. Entre elas, destaca-se o ICLEI – uma rede internacional que oferece suporte técnico e institucional a governos subnacionais em pautas ambientais. Além disso, a Sumaúma Hub, coletivo formado por especialistas em comunicação, sustentabilidade e finanças éticas, colabora com as secretarias estaduais para consolidar um plano robusto de atuação.
A expectativa é de que o "Plano Amapá na COP" seja lançado ainda em agosto, reunindo diretrizes para mostrar ao mundo os avanços conquistados pelo estado em termos de planejamento territorial, conservação ambiental e estratégias de desenvolvimento sustentável.
A COP30 reunirá líderes globais, cientistas, representantes governamentais e da sociedade civil para debater soluções concretas diante da crise climática. O Amapá, com sua vasta biodiversidade e políticas de conservação, pretende assumir um papel de destaque nas discussões, mostrando que é possível alinhar preservação ambiental com justiça social e crescimento econômico.
Por Marcelo Guido
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Veja notícias relacionadas
Debate expõe divergências sobre direitos e controle no trabalho por aplicativo
Leia a NotíciaTarifas dos EUA preocupam, afirma em nota Comissão de Relações Exteriores
Leia a NotíciaProjetos aprovados no 1º semestre reforçam proteção a crianças e jovens
Leia a Notícia