Governo do Amapá celebra Dia Mundial do Rock com programação nacional e grande público, em Macapá. Evento reuniu bandas locais e nacionais, com destaque para Massacration e Supla, e movimentou o empreendedorismo na cena alternativa do estado.. Neste sábado, 26, o Governo do Amapá promoveu uma série de shows gratuitos em comemoração aos 26 anos do evento “Dia Mundial do Rock Oficial Macapá”, realizado por fazedores da cena do rock amapaense desde o ano de 1999. O evento aconteceu na Praça da Bandeira, lugar considerado o reduto do público do segmento no estado. A programação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), e celebrou a força do movimento amapaense, reunindo milhares de fãs em uma noite memorável de muito metal rock. Público rockeiro lotou a Praça da Bandeira, em Macapá Foto: Jorge Junior/GEA A secretária de Cultura do Amapá, Clicia Vieira Di Miceli, destacou a parceria entre o Governo do Amapá e iniciativa independente. Secretária de Cultura do Amapá, Clicia Vieira Di Miceli Foto: Jorge Junior/GEA "O Governo do Amapá, por forte determinação do governador Clécio Luís, tem o orgulho de incentivar esta celebração que nasceu e cresceu através da força dos coletivos culturais locais. A cena rock aqui tem uma vitalidade impressionante, movimentando não só a música, mas toda uma economia que fortalece nossa identidade cultural", afirmou a secretária. Um dos shows mais esperados da noite ficou por conta da banda de metal Massacration, que levou ao palco seu característico humor ácido e energia contagiante. Em sua passagem por Macapá como parte da turnê atual, o grupo apresentou um show repleto de piadas absurdas, riffs pesados e interação com o público. Além de cantarem músicas do mais recente álbum do grupo, “Metal is my life”, os clássicos como “Evil Papagali"e "The Unicorn Invasion" foram entoados em coro pela plateia, que manteve o clima animado e interagiu durante todo o show. O produtor cultural Bio Vilhena faz parte da comissão organizadora que faz o evento acontecer há 26 anos, e destacou a relevância da data para unir o segmento do rock e fortalecer a economia do estado. Produtor cultural Bio Vilhena, e a secretária da Secult, Clicia Vieira Di Miceli Foto: Jorge Junior/GEA “O empreendedorismo do movimento de rock underground têm crescido muito, e a gente fica muito feliz em trazer esse grande público que é muito fiel, para fomentar esse comércio que leva renda para milhares de famílias, além de celebrar o estilo com artistas do rock de renome a nível local e nacional”, destacou o produtor. O encerramento da noite ficou por conta do cantor paulista Supla, que levou ao palco seus maiores sucessos como “Rock'n'Roll" e "Linda e Doida". O artista ainda trouxe sucessos consagrados da banda britânica The Beatles e da banda norte-americana Ramones, misturando rock, punk e sua tradicional irreverência, se mantendo mais do que nunca atual entre o público mais antigo, e sendo abraçado pelo público jovem. Cantor Supla encerrou a noite com muito rock Foto: Jorge Junior/GEA Além das atrações nacionais, os artistas Marcos Fernandes, Wedson Castro, Marcel Valkant e as bandas Degrau Norte, Quitéria, Cadillac Blue, Nightflow e Hammer animaram o público presente. Empreendedorismo independente Além da programação musical, o evento fortaleceu o comércio local, com barracas de comidas e stands de artigos alternativos, registrando grande movimento. Sarah Ferreira, de 30 anos, é proprietária da loja Ponto Cego Shop e uma das organizadoras da feira alternativa, que teve mais de 14 lojas presentes na Praça da Bandeira. Ela destacou a importância do empreendedorismo alternativo na economia do estado. Sarah Ferreira, de 30 anos Foto: Jorge Junior/GEA “Eventos assim são vitais para mostrar nossos produtos e fortalecer a cena alternativa. Todo mundo gosta de rock ou pelo menos já ouviu alguma vez na vida, mas para nós, que não foi só uma fase, ter eventos desse tipo é muito importante para valorizar nosso trabalho e dar visibilidade para os grandes artistas do gênero em nosso estado", avaliou. Com recorde de público e performances marcantes, a edição de 2025 do Dia Mundial do Rock em Macapá reafirmou o estado como importante polo da cultura rock nacional, demonstrando o potencial das parcerias entre poder público e iniciativa independente na promoção de grandes eventos para este público. Por Vithória Barreto Cantores locais também tornaram a noite inesquecível Foto: Jorge Junior/GEA Supla durante a apresentação na Praça da Bandeira, em Macapá
Governo do Amapá celebra Dia Mundial do Rock com programação nacional e grande público, em Macapá
Evento reuniu bandas locais e nacionais, com destaque para Massacration e Supla, e movimentou o empreendedorismo na cena alternativa do estado.
Neste sábado, 26, o Governo do Amapá promoveu uma série de shows gratuitos em comemoração aos 26 anos do evento “Dia Mundial do Rock Oficial Macapá”, realizado por fazedores da cena do rock amapaense desde o ano de 1999. O evento aconteceu na Praça da Bandeira, lugar considerado o reduto do público do segmento no estado.
A programação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), e celebrou a força do movimento amapaense, reunindo milhares de fãs em uma noite memorável de muito metal rock.

Público rockeiro lotou a Praça da Bandeira, em Macapá
Foto: Jorge Junior/GEA
A secretária de Cultura do Amapá, Clicia Vieira Di Miceli, destacou a parceria entre o Governo do Amapá e iniciativa independente.

Secretária de Cultura do Amapá, Clicia Vieira Di Miceli
Foto: Jorge Junior/GEA
"O Governo do Amapá, por forte determinação do governador Clécio Luís, tem o orgulho de incentivar esta celebração que nasceu e cresceu através da força dos coletivos culturais locais. A cena rock aqui tem uma vitalidade impressionante, movimentando não só a música, mas toda uma economia que fortalece nossa identidade cultural", afirmou a secretária.
Um dos shows mais esperados da noite ficou por conta da banda de metal Massacration, que levou ao palco seu característico humor ácido e energia contagiante. Em sua passagem por Macapá como parte da turnê atual, o grupo apresentou um show repleto de piadas absurdas, riffs pesados e interação com o público.
Além de cantarem músicas do mais recente álbum do grupo, “Metal is my life”, os clássicos como “Evil Papagali"e "The Unicorn Invasion" foram entoados em coro pela plateia, que manteve o clima animado e interagiu durante todo o show.
O produtor cultural Bio Vilhena faz parte da comissão organizadora que faz o evento acontecer há 26 anos, e destacou a relevância da data para unir o segmento do rock e fortalecer a economia do estado.

Produtor cultural Bio Vilhena, e a secretária da Secult, Clicia Vieira Di Miceli
Foto: Jorge Junior/GEA
“O empreendedorismo do movimento de rock underground têm crescido muito, e a gente fica muito feliz em trazer esse grande público que é muito fiel, para fomentar esse comércio que leva renda para milhares de famílias, além de celebrar o estilo com artistas do rock de renome a nível local e nacional”, destacou o produtor.
O encerramento da noite ficou por conta do cantor paulista Supla, que levou ao palco seus maiores sucessos como “Rock'n'Roll" e "Linda e Doida". O artista ainda trouxe sucessos consagrados da banda britânica The Beatles e da banda norte-americana Ramones, misturando rock, punk e sua tradicional irreverência, se mantendo mais do que nunca atual entre o público mais antigo, e sendo abraçado pelo público jovem.

Cantor Supla encerrou a noite com muito rock
Foto: Jorge Junior/GEA
Além das atrações nacionais, os artistas Marcos Fernandes, Wedson Castro, Marcel Valkant e as bandas Degrau Norte, Quitéria, Cadillac Blue, Nightflow e Hammer animaram o público presente.
Empreendedorismo independente
Além da programação musical, o evento fortaleceu o comércio local, com barracas de comidas e stands de artigos alternativos, registrando grande movimento.
Sarah Ferreira, de 30 anos, é proprietária da loja Ponto Cego Shop e uma das organizadoras da feira alternativa, que teve mais de 14 lojas presentes na Praça da Bandeira. Ela destacou a importância do empreendedorismo alternativo na economia do estado.

Sarah Ferreira, de 30 anos
Foto: Jorge Junior/GEA
“Eventos assim são vitais para mostrar nossos produtos e fortalecer a cena alternativa. Todo mundo gosta de rock ou pelo menos já ouviu alguma vez na vida, mas para nós, que não foi só uma fase, ter eventos desse tipo é muito importante para valorizar nosso trabalho e dar visibilidade para os grandes artistas do gênero em nosso estado", avaliou.
Com recorde de público e performances marcantes, a edição de 2025 do Dia Mundial do Rock em Macapá reafirmou o estado como importante polo da cultura rock nacional, demonstrando o potencial das parcerias entre poder público e iniciativa independente na promoção de grandes eventos para este público.
Por Vithória Barreto

Cantores locais também tornaram a noite inesquecível
Foto: Jorge Junior/GEA

Supla durante a apresentação na Praça da Bandeira, em Macapá
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