Governo do Amapá investe em usina própria de produção de oxigênio medicinal no Hospital da Criança e do Adolescente, em Macapá. O equipamento inédito nas unidades de saúde do estado garante maior autonomia e segurança no abastecimento de oxigênio hospitalar.. O Governo do Amapá iniciou, na terça-feira, 30, a instalação de uma usina de oxigênio medicinal no Hospital da Criança e do Adolescente e Pronto de Atendimento Infantil (HCA/PAI), em Macapá. O equipamento, inédito nas unidades de saúde do estado, garante maior autonomia e segurança no abastecimento de oxigênio hospitalar, essencial para o atendimento de pacientes em estado crítico. A nova usina tem capacidade de produção de 30 m³/h (metros cúbicos por hora), volume suficiente para abastecer toda a demanda do hospital, até com todos os pontos de consumo ativos. O sistema ainda conta com dois cilindros de reserva, cumprindo as normas de segurança e abastecimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Cleude Rodrigues, diretora do HCA Foto: Gabriel Maciel/Sesa “A instalação dessa usina representa um avanço significativo para a autonomia do hospital. Além de garantir o fornecimento contínuo de oxigênio, elimina a dependência de cilindros ou tanques criogênicos”, destacou a diretora do HCA, Cleude Rodrigues. Atualmente, o abastecimento é feito por tanques instalados na lateral da unidade. Com a usina o funcionamento do equipamento ocorre em etapas. Após a instalação elétrica, será iniciada a purificação do ar ambiente, que é aspirado e passa por filtros para remoção de impurezas como poeira e umidade. O processo garante uma pureza do oxigênio entre 93% e 96%, conforme estabelecido pelas normas da Anvisa e da ISO 8359, levando alguns dias para o funcionamento acontecer 100%. Giuliano Amoras, representante da empresa Foto: Gabriel Maciel/Sesa De acordo com o representante da empresa responsável pela instalação, Giuliano Amoras, a rede de distribuição já está pronta. “Estamos no processo de instalação, seguimos então para a conexão com a parte elétrica e, após atingir o nível ideal de pureza, o equipamento começará o abastecimento completo em poucos dias”, informou. A medida é parte da política pública prevista no Plano de Governo da atual gestão, que trata a saúde como prioridade absoluta e inegociável, e reforça o compromisso do Estado em fortalecer a infraestrutura hospitalar com a oferta de um atendimento mais seguro e eficaz às crianças e adolescentes atendidos na unidade. Por Roberta Corrêa
Governo do Amapá investe em usina própria de produção de oxigênio medicinal no Hospital da Criança e do Adolescente, em Macapá
O equipamento inédito nas unidades de saúde do estado garante maior autonomia e segurança no abastecimento de oxigênio hospitalar.
O Governo do Amapá iniciou, na terça-feira, 30, a instalação de uma usina de oxigênio medicinal no Hospital da Criança e do Adolescente e Pronto de Atendimento Infantil (HCA/PAI), em Macapá. O equipamento, inédito nas unidades de saúde do estado, garante maior autonomia e segurança no abastecimento de oxigênio hospitalar, essencial para o atendimento de pacientes em estado crítico.
A nova usina tem capacidade de produção de 30 m³/h (metros cúbicos por hora), volume suficiente para abastecer toda a demanda do hospital, até com todos os pontos de consumo ativos. O sistema ainda conta com dois cilindros de reserva, cumprindo as normas de segurança e abastecimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Cleude Rodrigues, diretora do HCA
Foto: Gabriel Maciel/Sesa
“A instalação dessa usina representa um avanço significativo para a autonomia do hospital. Além de garantir o fornecimento contínuo de oxigênio, elimina a dependência de cilindros ou tanques criogênicos”, destacou a diretora do HCA, Cleude Rodrigues.
Atualmente, o abastecimento é feito por tanques instalados na lateral da unidade. Com a usina o funcionamento do equipamento ocorre em etapas. Após a instalação elétrica, será iniciada a purificação do ar ambiente, que é aspirado e passa por filtros para remoção de impurezas como poeira e umidade. O processo garante uma pureza do oxigênio entre 93% e 96%, conforme estabelecido pelas normas da Anvisa e da ISO 8359, levando alguns dias para o funcionamento acontecer 100%.

Giuliano Amoras, representante da empresa
Foto: Gabriel Maciel/Sesa
De acordo com o representante da empresa responsável pela instalação, Giuliano Amoras, a rede de distribuição já está pronta. “Estamos no processo de instalação, seguimos então para a conexão com a parte elétrica e, após atingir o nível ideal de pureza, o equipamento começará o abastecimento completo em poucos dias”, informou.
A medida é parte da política pública prevista no Plano de Governo da atual gestão, que trata a saúde como prioridade absoluta e inegociável, e reforça o compromisso do Estado em fortalecer a infraestrutura hospitalar com a oferta de um atendimento mais seguro e eficaz às crianças e adolescentes atendidos na unidade.
Por Roberta Corrêa
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