Exposição fotográfica na Unifap resgata 80 anos de transformações no centro de Macapá. Intenção é preservar a memória urbana e provocar novos olhares sobre o passado e o futuro da cidade.. O Espaço de Experimentações Fátima Garcia, do Departamento de Letras e Artes da Universidade Federal do Amapá (Unifap), recebe até o dia 22 de agosto a exposição fotográfica coletiva “Conexões entre Arquitetura e Memória”. Aberta no último dia 6, a mostra reúne trabalhos de 12 estudantes dos cursos de Artes Visuais e Arquitetura e Urbanismo, sob orientação da professora doutora Eloane Cantuária e do professor mestre José de Vasconcelos. Segundo Vasconcelos, a proposta é documentar bens arquitetônicos de valor cultural e histórico ligados ao marco inicial de criação do ex-Território Federal do Amapá. “A interferência artística resgata 80 anos de transformações, mudanças e até o desaparecimento de edificações históricas no entorno da Praça Barão do Rio Branco, símbolo que marca o surgimento do centro administrativo de Macapá. É um espaço que carrega a memória de uma cidade moderna, mas também de uma antiga Macapá em constante mutação”, explica. Ao “revelar” essas transformações muitas vezes esquecidas ou invisíveis no cotidiano, as fotografias ajudam, segundo os expositores, a compor uma memória coletiva, reforçando a importância de preservar a história urbana. A intenção é que esse recorte visual influencie como a população recorda o passado e desperte novas percepções para o futuro. Visitação: até 22/08 Local: Espaço de Experimentações Fátima Garcia, Departamento de Letras e Artes, Unifap Entrada gratuita Por Kleber Soares (Assesp/Unifap)
Exposição fotográfica na Unifap resgata 80 anos de transformações no centro de Macapá
Intenção é preservar a memória urbana e provocar novos olhares sobre o passado e o futuro da cidade.
O Espaço de Experimentações Fátima Garcia, do Departamento de Letras e Artes da Universidade Federal do Amapá (Unifap), recebe até o dia 22 de agosto a exposição fotográfica coletiva “Conexões entre Arquitetura e Memória”. Aberta no último dia 6, a mostra reúne trabalhos de 12 estudantes dos cursos de Artes Visuais e Arquitetura e Urbanismo, sob orientação da professora doutora Eloane Cantuária e do professor mestre José de Vasconcelos.
Segundo Vasconcelos, a proposta é documentar bens arquitetônicos de valor cultural e histórico ligados ao marco inicial de criação do ex-Território Federal do Amapá. “A interferência artística resgata 80 anos de transformações, mudanças e até o desaparecimento de edificações históricas no entorno da Praça Barão do Rio Branco, símbolo que marca o surgimento do centro administrativo de Macapá. É um espaço que carrega a memória de uma cidade moderna, mas também de uma antiga Macapá em constante mutação”, explica.
Ao “revelar” essas transformações muitas vezes esquecidas ou invisíveis no cotidiano, as fotografias ajudam, segundo os expositores, a compor uma memória coletiva, reforçando a importância de preservar a história urbana. A intenção é que esse recorte visual influencie como a população recorda o passado e desperte novas percepções para o futuro.
Visitação: até 22/08
Local: Espaço de Experimentações Fátima Garcia, Departamento de Letras e Artes, Unifap
Entrada gratuita
Por Kleber Soares (Assesp/Unifap)
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