Polícia Civil desarticula grupo por golpe do “falso intermediário” de veículos no Amapá. . A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Fraude Eletrônica, concluiu a investigação de uma organização criminosa oriunda do estado do Mato Grosso, mas que fazia vítimas no Amapá. O grupo é especializado em golpes eletrônicos, utilizando-se da falsa intermediação na compra e venda de veículos para lesar as vítimas em todo o país. A investigação levou ao indiciamento e ao bloqueio de bens e valores de cinco pessoas por fraude eletrônica e lavagem de capitais. O Delegado Nicolas Bastos, que presidiu a investigação, explicou que o golpe do “falso intermediário” é sofisticado e se baseia na manipulação das vítimas. “Os criminosos criam uma narrativa falsa, oferecendo um preço superior ao vendedor e, ao mesmo tempo, um valor muito abaixo do mercado ao comprador, enganando ambos. Para manter o plano, os golpistas orientam as vítimas a mentirem umas para as outras, dizendo que são parentes dos criminosos, e a não conversarem sobre os valores”, explicou o Delegado. A investigação revelou que a organização criminosa tem uma atuação nacional, estando ligadas a “golpes de falso intermediário” em diversas localidades do Brasil, além de ligações com o tráfico de drogas. Além disso, a análise dos relatórios de inteligência financeira revelou a movimentação de grandes quantidades de dinheiro sem nenhuma justificativa lícita, ao contrário, ligados a valores oriundos de fraudes. Ascom/Polícia Civil
Polícia Civil desarticula grupo por golpe do “falso intermediário” de veículos no Amapá
A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Fraude Eletrônica, concluiu a investigação de uma organização criminosa oriunda do estado do Mato Grosso, mas que fazia vítimas no Amapá.
O grupo é especializado em golpes eletrônicos, utilizando-se da falsa intermediação na compra e venda de veículos para lesar as vítimas em todo o país. A investigação levou ao indiciamento e ao bloqueio de bens e valores de cinco pessoas por fraude eletrônica e lavagem de capitais.
O Delegado Nicolas Bastos, que presidiu a investigação, explicou que o golpe do “falso intermediário” é sofisticado e se baseia na manipulação das vítimas.
“Os criminosos criam uma narrativa falsa, oferecendo um preço superior ao vendedor e, ao mesmo tempo, um valor muito abaixo do mercado ao comprador, enganando ambos. Para manter o plano, os golpistas orientam as vítimas a mentirem umas para as outras, dizendo que são parentes dos criminosos, e a não conversarem sobre os valores”, explicou o Delegado.
A investigação revelou que a organização criminosa tem uma atuação nacional, estando ligadas a “golpes de falso intermediário” em diversas localidades do Brasil, além de ligações com o tráfico de drogas. Além disso, a análise dos relatórios de inteligência financeira revelou a movimentação de grandes quantidades de dinheiro sem nenhuma justificativa lícita, ao contrário, ligados a valores oriundos de fraudes.
Ascom/Polícia Civil
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