"O tambor é nossa linguagem e herança", diz percussionista no 30º Encontro dos Tambores . Lídia Sacaca, herdeira de Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca, celebra a ancestralidade no palco do evento apoiado pelo Governo do Amapá.. Dando continuidade ao legado do pai, o Mestre Sacaca, a percussionista Lídia Sacaca levou ao palco do 30º Encontro dos Tambores, na noite de sábado, 22, uma performance que exaltou a resistência cultural e a potência dos ritmos tradicionais amapaenses.Quando está se apresentando, Lídia Sacaca destaca que o toque do tambor retrata sua herança cultural do qual se orgulha muito e por fazer parte do tradicional bairro do Laguinho.“Com esse projeto, eu me sinto muito mais incluída, principalmente nesse momento em que agora eu posso participar do Marabaixo, eu posso dançar e também eu posso tocar”, acrescenta Lídia.Grupo ″Pretas na Percussão″Foto: Gabriel Penha/GEAAs "Pretas na Percussão" são um grupo de aproximadamente 70 mulheres negras percussionistas amapaenses que tem encantado o público com um toque mágico do tambor todas as vezes que se apresentam.Rivanda Lina é uma das integrantes do Pretas na Percussão. Ela enfatizou que as caixas de marabaixo são os únicos instrumentos usados pelo grupo que durante a apresentação tocou muito zimba, cacicó e batuque.“Quando estou no palco junto com as outras integrantes, aflora no meu ser a ancestralidade, o pertencimento e o prazer de estar mantendo viva uma tradição que vem despertando o interesse de novas gerações”, disse Rivanda.Rivanda Lina é uma das integrantes do pretas na percussãoFoto: Gabriel Penha/GEAO Tambor que nos UneO Encontro dos Tambores é realizado pela União dos Negros do Amapá (UNA) e pelo Instituto Língua Solta, com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Feppir – Fundação Marabaixo) e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). O evento tem a proposta de integrar as comunidades tradicionais por meio da cultura afro-amapaense, com apresentações de grupos de marabaixo, batuque, zimba, sairé, capoeira, hip-hop, reggae, samba, povos de terreiro, além de atrações regionais e shows nacionais.Este ano, o tema é "O Tambor que nos Une", que remete à reflexão acerca da importância do tambor e da união entre os povos tradicionais do Amapá, bem como sobre o combate ao racismo, à discriminação social e à intolerância religiosa.
"O tambor é nossa linguagem e herança", diz percussionista no 30º Encontro dos Tambores
Lídia Sacaca, herdeira de Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca, celebra a ancestralidade no palco do evento apoiado pelo Governo do Amapá.
Dando continuidade ao legado do pai, o Mestre Sacaca, a percussionista Lídia Sacaca levou ao palco do 30º Encontro dos Tambores, na noite de sábado, 22, uma performance que exaltou a resistência cultural e a potência dos ritmos tradicionais amapaenses.
Quando está se apresentando, Lídia Sacaca destaca que o toque do tambor retrata sua herança cultural do qual se orgulha muito e por fazer parte do tradicional bairro do Laguinho.
“Com esse projeto, eu me sinto muito mais incluída, principalmente nesse momento em que agora eu posso participar do Marabaixo, eu posso dançar e também eu posso tocar”, acrescenta Lídia.
Grupo ″Pretas na Percussão″Foto: Gabriel Penha/GEA
As "Pretas na Percussão" são um grupo de aproximadamente 70 mulheres negras percussionistas amapaenses que tem encantado o público com um toque mágico do tambor todas as vezes que se apresentam.
Rivanda Lina é uma das integrantes do Pretas na Percussão. Ela enfatizou que as caixas de marabaixo são os únicos instrumentos usados pelo grupo que durante a apresentação tocou muito zimba, cacicó e batuque.
“Quando estou no palco junto com as outras integrantes, aflora no meu ser a ancestralidade, o pertencimento e o prazer de estar mantendo viva uma tradição que vem despertando o interesse de novas gerações”, disse Rivanda.
Rivanda Lina é uma das integrantes do pretas na percussãoFoto: Gabriel Penha/GEA
O Tambor que nos Une
O Encontro dos Tambores é realizado pela União dos Negros do Amapá (UNA) e pelo Instituto Língua Solta, com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Feppir – Fundação Marabaixo) e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). O evento tem a proposta de integrar as comunidades tradicionais por meio da cultura afro-amapaense, com apresentações de grupos de marabaixo, batuque, zimba, sairé, capoeira, hip-hop, reggae, samba, povos de terreiro, além de atrações regionais e shows nacionais.
Este ano, o tema é "O Tambor que nos Une", que remete à reflexão acerca da importância do tambor e da união entre os povos tradicionais do Amapá, bem como sobre o combate ao racismo, à discriminação social e à intolerância religiosa.
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