Governo do Amapá promove 1º Fórum de Mestres e Doutores, que destaca protagonismo amazônico na produção científica. A iniciativa, coordenada pela Escola de Saberes Públicos do Amapá, ocorreu nesta terça-feira, 25.. Como parte das políticas voltadas para promover a integração entre os pesquisadores da administração pública, o Governo do Estado promoveu nesta terça-feira, 25, o 1º Fórum de Mestres e Doutores da Escola de Saberes Públicos (Esap). A iniciativa teve ampla aceitação entre as instituições públicas e privadas, com todas as vagas preenchidas.A estratégia é construir ações efetivas, considerando a saúde, a educação e o meio ambiente, principalmente por ocasião da COP30, com foco na Amazônia e daquilo que é pesquisado nessa região, a partir dos trabalhos desenvolvidos por pesquisadores Amazônidas, como destacou a presidente da Esap, Júlia Conde.Presidente da Esap, Júlia CondeFoto: Lidiane Lima/GEA"Esse é o primeiro Fórum de Mestres e Doutores da Escola e o que a gente quer é incentivar o diálogo, a troca de saberes, de conhecimento, de estudos e de pesquisa, justamente porque tem muita pesquisa aqui da escola. Somos nós que damos a licença para o servidor cursar pós-graduação, seja fora do Estado ou dentro. A gente quer trazer esses profissionais, esses estudiosos, para nos ajudar a solucionar problemas públicos, pensar em soluções públicas e no desenvolvimento do estado como um todo. Esses profissionais, que vivem na Amazônia, têm mais propriedade para entender a realidade local”, ressaltou Júlia Conde.Quem não perdeu a oportunidade de participar do momento e da experiência, foi o procurador do Estado, Paulo Maia, doutorando pela Universidade Christus (Unichristus) de Fortaleza, no Ceará. Ele aprovou a iniciativa e enfatizou que é um privilégio ter no Amapá um lugar como a Esap, que contribui para a sociedade ao expor trabalhos relevantes.Procurador do Estado, Paulo Maia, que também é doutorandoFoto: Lidiane Lima/GEA“A Esap surpreende e vem se fortalecendo ao longo do tempo, focando no servidor, entende a necessidade de capacitação do servidor e dos profissionais que a integram, como esse primeiro fórum com o lançamento de vários produtos que estão sendo construídos. Isso é animador e empolgante para o pesquisador que se dedica a trazer novas ideias e soluções, que é que a gente faz, como pesquisador. Eu me sinto, contemplado e privilegiado por poder contar com um espaço como esse, que propõe esse debate plural com a reunião de várias áreas do conhecimento. É super oportuno em um momento de tantos desafios na atualidade”, concluiu o doutorando.A primeira edição do Fórum, que deve ser realizado de forma contínua para fomentar e ampliar os saberes locais, contou com painéis, oficinas, palestras, exposições e apresentações musicais. A partir do evento, a intenção é que haja o retorno da revista acadêmica da Esap, que será construída, de forma conjunta, para ser uma Revista de intersaberes.
Governo do Amapá promove 1º Fórum de Mestres e Doutores, que destaca protagonismo amazônico na produção científica
A iniciativa, coordenada pela Escola de Saberes Públicos do Amapá, ocorreu nesta terça-feira, 25.
Como parte das políticas voltadas para promover a integração entre os pesquisadores da administração pública, o Governo do Estado promoveu nesta terça-feira, 25, o 1º Fórum de Mestres e Doutores da Escola de Saberes Públicos (Esap). A iniciativa teve ampla aceitação entre as instituições públicas e privadas, com todas as vagas preenchidas.
A estratégia é construir ações efetivas, considerando a saúde, a educação e o meio ambiente, principalmente por ocasião da COP30, com foco na Amazônia e daquilo que é pesquisado nessa região, a partir dos trabalhos desenvolvidos por pesquisadores Amazônidas, como destacou a presidente da Esap, Júlia Conde.
Presidente da Esap, Júlia CondeFoto: Lidiane Lima/GEA
"Esse é o primeiro Fórum de Mestres e Doutores da Escola e o que a gente quer é incentivar o diálogo, a troca de saberes, de conhecimento, de estudos e de pesquisa, justamente porque tem muita pesquisa aqui da escola. Somos nós que damos a licença para o servidor cursar pós-graduação, seja fora do Estado ou dentro. A gente quer trazer esses profissionais, esses estudiosos, para nos ajudar a solucionar problemas públicos, pensar em soluções públicas e no desenvolvimento do estado como um todo. Esses profissionais, que vivem na Amazônia, têm mais propriedade para entender a realidade local”, ressaltou Júlia Conde.
Quem não perdeu a oportunidade de participar do momento e da experiência, foi o procurador do Estado, Paulo Maia, doutorando pela Universidade Christus (Unichristus) de Fortaleza, no Ceará. Ele aprovou a iniciativa e enfatizou que é um privilégio ter no Amapá um lugar como a Esap, que contribui para a sociedade ao expor trabalhos relevantes.
Procurador do Estado, Paulo Maia, que também é doutorandoFoto: Lidiane Lima/GEA
“A Esap surpreende e vem se fortalecendo ao longo do tempo, focando no servidor, entende a necessidade de capacitação do servidor e dos profissionais que a integram, como esse primeiro fórum com o lançamento de vários produtos que estão sendo construídos. Isso é animador e empolgante para o pesquisador que se dedica a trazer novas ideias e soluções, que é que a gente faz, como pesquisador. Eu me sinto, contemplado e privilegiado por poder contar com um espaço como esse, que propõe esse debate plural com a reunião de várias áreas do conhecimento. É super oportuno em um momento de tantos desafios na atualidade”, concluiu o doutorando.
A primeira edição do Fórum, que deve ser realizado de forma contínua para fomentar e ampliar os saberes locais, contou com painéis, oficinas, palestras, exposições e apresentações musicais. A partir do evento, a intenção é que haja o retorno da revista acadêmica da Esap, que será construída, de forma conjunta, para ser uma Revista de intersaberes.
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