"Apoio que soma": acadêmicos indígenas relatam impacto positivo na educação em ação de acolhimento do Governo do Amapá em Oiapoque. Estudantes e lideranças indígenas destacam a importância da iniciativa da gestão estadual para a permanência no curso Intercultural da Universidade Federal do Amapá (Unifap).. Para quem deixa a aldeia e passa meses longe do território, o início do período letivo também representa desafios de adaptação, deslocamento e permanência na cidade. Foi nesse contexto que o Governo do Amapá realizou a ação de acolhimento aos acadêmicos do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena, no Campus Binacional da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Oiapoque, reunindo serviços essenciais e apoio direto aos estudantes indígenas.Entre os participantes estava o cacique Wagner Karipuna, da Aldeia Manga, que acompanhou a recepção e destacou o impacto da iniciativa na vida dos acadêmicos. “Essa ação vem somar muito. Nossos estudantes ficam vulneráveis quando precisam sair do território e enfrentar a realidade da cidade. Esse apoio ajuda bastante, e por isso somos muito gratos”, afirmou.Cacique da aldeia do Manga, Wagner KaripunaFoto: Aog Rocha/GEAO acolhimento também foi valorizado por quem já está na reta final da formação. Acadêmico do último semestre, Clebio Forte, da Aldeia Kumarumã, do povo Galibi Marworno, ressaltou que o apoio é decisivo para a continuidade dos estudos.“Essa ação é importante tanto para quem está ingressando quanto para quem já é veterano. O suporte do governo é essencial para nos mantermos bem na cidade e conseguirmos concluir o curso”, destacou.Estudante do curso de licenciatura intercultural indígena, Clebio ForteFoto: Aog Rocha/GEAA ação reuniu cerca de 160 acadêmicos vindos de diversas aldeias do Oiapoque, do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, de Pedra Branca do Amapari, diversas aldeias de Oiapoque e de comunidades do Amapá e do norte do Pará, além de familiares.Durante a programação, foram ofertados serviços como alimentação, kits de higiene, corte de cabelo, atividades para crianças, bazar solidário, emissão da Carteira Nacional do Artesão, atualização de documentos e orientações sociais.Emissão da Carteira Nacional de Artesão foi um dos serviços mais procurados pelos estudantes indígenasFoto: Aog Rocha/GEAFoto: Aog Rocha/GEA
"Apoio que soma": acadêmicos indígenas relatam impacto positivo na educação em ação de acolhimento do Governo do Amapá em Oiapoque
Estudantes e lideranças indígenas destacam a importância da iniciativa da gestão estadual para a permanência no curso Intercultural da Universidade Federal do Amapá (Unifap).
Para quem deixa a aldeia e passa meses longe do território, o início do período letivo também representa desafios de adaptação, deslocamento e permanência na cidade. Foi nesse contexto que o Governo do Amapá realizou a ação de acolhimento aos acadêmicos do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena, no Campus Binacional da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Oiapoque, reunindo serviços essenciais e apoio direto aos estudantes indígenas.
Entre os participantes estava o cacique Wagner Karipuna, da Aldeia Manga, que acompanhou a recepção e destacou o impacto da iniciativa na vida dos acadêmicos.
“Essa ação vem somar muito. Nossos estudantes ficam vulneráveis quando precisam sair do território e enfrentar a realidade da cidade. Esse apoio ajuda bastante, e por isso somos muito gratos”, afirmou.
Cacique da aldeia do Manga, Wagner KaripunaFoto: Aog Rocha/GEA
O acolhimento também foi valorizado por quem já está na reta final da formação. Acadêmico do último semestre, Clebio Forte, da Aldeia Kumarumã, do povo Galibi Marworno, ressaltou que o apoio é decisivo para a continuidade dos estudos.
“Essa ação é importante tanto para quem está ingressando quanto para quem já é veterano. O suporte do governo é essencial para nos mantermos bem na cidade e conseguirmos concluir o curso”, destacou.
Estudante do curso de licenciatura intercultural indígena, Clebio ForteFoto: Aog Rocha/GEA
A ação reuniu cerca de 160 acadêmicos vindos de diversas aldeias do Oiapoque, do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, de Pedra Branca do Amapari, diversas aldeias de Oiapoque e de comunidades do Amapá e do norte do Pará, além de familiares.
Durante a programação, foram ofertados serviços como alimentação, kits de higiene, corte de cabelo, atividades para crianças, bazar solidário, emissão da Carteira Nacional do Artesão, atualização de documentos e orientações sociais.
Emissão da Carteira Nacional de Artesão foi um dos serviços mais procurados pelos estudantes indígenasFoto: Aog Rocha/GEA
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