Governo do Amapá discute rotas logísticas internacionais e fortalecimento dos portos do Norte do Brasil. Iniciativa visa fortalecer a integração regional e ampliar as oportunidades de comércio exterior para o estado no Platô das Guianas.. A Secretaria de Estado das Relações Internacionais e Comércio Exterior do Amapá (Amapá Internacional) reuniu-se, na quinta-feira, 22, com representantes do setor portuário e logístico para discutir a ampliação de rotas internacionais de transporte marítimo. O encontro focou no fortalecimento dos portos do Norte como eixos estratégicos de integração regional.Durante a reunião, foram apresentadas as linhas operadas pelo grupo UAL em corredores internacionais, incluindo as rotas:Estados Unidos–Brasil (UAL);Brasil–Norte da América do Sul e rotas intrarregionais (LATAM);Europa–América do Sul (UBSL CL).Benefícios e Expansão EstratégicaO objetivo central é conectar o serviço UAL Transporter — que já opera entre Trinidad e Tobago, Guiana e Suriname — à Guiana Francesa e ao Norte do Brasil. A prioridade estabelecida é a conexão de cabotagem com o Porto de Santana, no Amapá, integrando o estado à nova corrente logística internacional no decorrer de 2026.A iniciativa visa fortalecer a integração regional e ampliar as oportunidades de comércio exterior para o estado no Platô das Guianas. O projeto também abrange o desenvolvimento dos portos nortistas para a movimentação tanto de cargas conteinerizadas quanto de carga geral (breakbulk).Foto: Maksuel Martins/GEAPortos estratégicos e desafios operacionaisO debate concentrou-se nos portos de Santana (AP), Vila do Conde (PA) e Belém (PA), fundamentais para consolidar as rotas entre o Brasil e as Guianas. Entre os pontos discutidos para aumentar a competitividade logística, destacam-se:Redução do congestionamento portuário;Avaliação de prioridades de atracação;Possibilidade de descontos para linhas regulares;Adoção de tarifas fixas em portos específicos para atrair novos negócios.A agenda também identificou fluxos potenciais de mercadorias, mapeando cargas com maior viabilidade comercial para potencializar a produção brasileira rumo aos países vizinhos.ParticipantesReunião por videoconferência aconteceu na quinta-feira, 22, com representantes do setor portuário e logísticoFoto: Divulgação/Amapá InternacionalEstiveram presentes no momento a representante da Secretaria de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Amapá, Larissa Diniz; a equipe técnica da Amapá Internacional, incluindo a assessora técnica Bianca Soares; o presidente da Companhia Docas de Santana (CDSA), Edival Tork; o representante da UAL no Brasil, Renato Couto; o representante da CTG em Macapá, Budoc Rémy Louis; o consultor Philippe Lemoine; o PDG do Groupe Sothis, Esteve Prazere; e o consultor da UAL e responsável pelo projeto, Aimery de Laroulliere.Articulação institucionalA Secretaria de Relações Internacionais e Comércio Exterior reiterou a importância do diálogo com autoridades portuárias para superar desafios regulatórios e aduaneiros. A ação reforça o compromisso do Governo do Amapá com o desenvolvimento econômico e a inserção definitiva do estado nas cadeias logísticas globais.
Governo do Amapá discute rotas logísticas internacionais e fortalecimento dos portos do Norte do Brasil
Iniciativa visa fortalecer a integração regional e ampliar as oportunidades de comércio exterior para o estado no Platô das Guianas.
A Secretaria de Estado das Relações Internacionais e Comércio Exterior do Amapá (Amapá Internacional) reuniu-se, na quinta-feira, 22, com representantes do setor portuário e logístico para discutir a ampliação de rotas internacionais de transporte marítimo. O encontro focou no fortalecimento dos portos do Norte como eixos estratégicos de integração regional.
Durante a reunião, foram apresentadas as linhas operadas pelo grupo UAL em corredores internacionais, incluindo as rotas:
Estados Unidos–Brasil (UAL);
Brasil–Norte da América do Sul e rotas intrarregionais (LATAM);
Europa–América do Sul (UBSL CL).
Benefícios e Expansão Estratégica
O objetivo central é conectar o serviço UAL Transporter — que já opera entre Trinidad e Tobago, Guiana e Suriname — à Guiana Francesa e ao Norte do Brasil. A prioridade estabelecida é a conexão de cabotagem com o Porto de Santana, no Amapá, integrando o estado à nova corrente logística internacional no decorrer de 2026.
A iniciativa visa fortalecer a integração regional e ampliar as oportunidades de comércio exterior para o estado no Platô das Guianas. O projeto também abrange o desenvolvimento dos portos nortistas para a movimentação tanto de cargas conteinerizadas quanto de carga geral (breakbulk).
Foto: Maksuel Martins/GEA
Portos estratégicos e desafios operacionais
O debate concentrou-se nos portos de Santana (AP), Vila do Conde (PA) e Belém (PA), fundamentais para consolidar as rotas entre o Brasil e as Guianas. Entre os pontos discutidos para aumentar a competitividade logística, destacam-se:
Redução do congestionamento portuário;
Avaliação de prioridades de atracação;
Possibilidade de descontos para linhas regulares;
Adoção de tarifas fixas em portos específicos para atrair novos negócios.
A agenda também identificou fluxos potenciais de mercadorias, mapeando cargas com maior viabilidade comercial para potencializar a produção brasileira rumo aos países vizinhos.
Participantes
Reunião por videoconferência aconteceu na quinta-feira, 22, com representantes do setor portuário e logísticoFoto: Divulgação/Amapá Internacional
Estiveram presentes no momento a representante da Secretaria de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Amapá, Larissa Diniz; a equipe técnica da Amapá Internacional, incluindo a assessora técnica Bianca Soares; o presidente da Companhia Docas de Santana (CDSA), Edival Tork; o representante da UAL no Brasil, Renato Couto; o representante da CTG em Macapá, Budoc Rémy Louis; o consultor Philippe Lemoine; o PDG do Groupe Sothis, Esteve Prazere; e o consultor da UAL e responsável pelo projeto, Aimery de Laroulliere.
Articulação institucional
A Secretaria de Relações Internacionais e Comércio Exterior reiterou a importância do diálogo com autoridades portuárias para superar desafios regulatórios e aduaneiros. A ação reforça o compromisso do Governo do Amapá com o desenvolvimento econômico e a inserção definitiva do estado nas cadeias logísticas globais.
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