Forças de segurança e Viva Mulher alinham combate à violência doméstica em Santana
Na última quarta-feira, 21, a Polícia Civil do estado do Amapá, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Santana, sediou uma reunião estratégica que marcou um novo passo na integração das forças de segurança e proteção social do estado, com o objetivo de discutir a ampliação de recursos e o fortalecimento da rede de atendimento à mulher vítima de violência doméstica e familiar no município de Santana.
O encontro, que contou com a presença da Delegada Katiúscia Pinheiro, titular da DEAM de Santana; da Tenente-Coronel Sara, coordenadora estadual do Programa Viva Mulher/SEJUSP; do Delegado Antério Almeida, titular da Delegacia da Infância e Juventude de Santana (DIJS); da Sargento PM Vanise, coordenadora da Patrulha Maria da Penha em Santana; do Major Mendes, Subcomandante do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM).
INTEGRAÇÃO COMO FERRAMENTA DE PROTEÇÃO
O foco central do debate foi a integração institucional. As autoridades discutiram protocolos para tornar o atendimento mais célere e humanizado, desde o registro da ocorrência na delegacia até o acompanhamento protetivo realizado pela Polícia Militar.
“O combate à violência doméstica não se faz de forma isolada. Quando a Polícia Civil investiga, a Polícia Militar atua na prevenção e fiscalização das medidas protetivas, e o Programa Viva Mulher oferece o suporte estrutural. Assim, fechamos um cerco de proteção em torno dessa vítima. Essa reunião serviu para alinharmos nossa comunicação e garantir que os recursos do programa cheguem efetivamente a quem precisa em Santana”, destacou a Delegada.
RECURSOS E FORTALECIMENTO
Durante o encontro, a Tenente-Coronel apresentou as diretrizes atuais do Programa Viva Mulher e os recursos disponíveis para o município. Foi debatido como otimizar o uso dessas ferramentas para garantir não apenas a punição dos agressores, mas principalmente o acolhimento integral das vítimas e seus familiares.
O Delegado titular da DIJS também pontuou a importância de um olhar atento aos filhos e dependentes das vítimas, que, frequentemente, são vítimas indiretas ou diretas nos lares onde ocorre a violência. Já os comandos do 4º BPM e da Patrulha Maria da Penha reafirmaram o compromisso com as rondas e a fiscalização rigorosa das medidas protetivas de urgência na região.
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