Defesa Civil do Amapá monitora clima e amplia apoio aos municípios durante período de chuvas intensas. Equipes atuam no suporte direto às ocorrências de alagamentos e transbordamento de rios e canais para amenizar impactos causados à população.. Com a intensificação das chuvas no Amapá, o Governo do Estado montou uma força-tarefa contra alagamentos, com um plano de contingência integrado com as forças da Segurança Pública e pastas sociais. Entre as iniciativas, o recém-criado Gabinete de Proteção e Defesa Civil consolida dados climáticos e monitora regiões vulneráveis a alagamentos, com suporte direto aos municípios e comunidades afetadas.Na região metropolitana de Macapá, que inclui Santana e Mazagão, as equipes acompanham os trabalhos de desobstrução de pontos de drenagem urbana como canais e manilhas, além dos serviços de limpeza urbana, para preservar vidas e evitar que novos alagamentos ocorram. "O foco total do nosso sistema de proteção é a antecipação. Com o monitoramento e a integração das instituições, conseguiremos reduzir o tempo de resposta drasticamente. Não estamos apenas reagindo aos alagamentos, mas posicionando nossas equipes de forma estratégica para que, ao primeiro sinal de risco, o Estado já esteja presente junto ao cidadão", ressalta o secretário-chefe da Defesa Civil, coronel Frederico Medeiros.O foco é a antecipação para evitar alagamentos e proteger a populaçãoFoto: Divulgação/Defesa Civil do AmapáA operação, que funciona em regime de sobreaviso 24 horas, integra as secretarias de Segurança Pública, Assistência Social e Infraestrutura. Diferente do formato anterior, a nova estrutura possui maior autonomia e articulação direta com o gabinete do governador, permitindo uma mobilização ágil para apoiar os 16 municípios e garantir a segurança da população. "Estamos com o planejamento pronto e comitê instalado", afirma governador Clécio ao ativar força-tarefa contra alagamentosNo período chuvoso referente aos dias 9 e 10 de fevereiro, foram atendidas 15 ocorrências, todas acompanhadas pelo Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil. As equipes estão nas ruas monitorando pontos de alagamento para detectar falhas no escoamento das águas pluviais e identificar obstruções nos sistemas de drenagem.Acompanhamento técnico das frentes de trabalho nos canais de drenagem urbana. O monitoramento identifica pontos de obstrução para garantir o escoamento das águas pluviais e mitigar riscos de alagamentosFoto: Iago Fonseca/SejuspEnquanto na capital e em Santana os riscos estão ligados à densidade urbana e ao acúmulo de lixo, nos municípios do interior o monitoramento foca no avanço gradual do nível dos rios, que tende a impactar comunidades ribeirinhas do meio para o fim do inverno. O Governo do Amapá orienta que, durante chuvas intensas, a população procure locais seguros. Caso identifique situação de risco ou necessidade de socorro, o cidadão deve acionar imediatamente os números de emergência 190 ou 193 para o pronto atendimento das equipes de salvamento.Planejamento integrado. Equipes estão posicionadas estrategicamente para agir ao primeiro sinal de risco
Defesa Civil do Amapá monitora clima e amplia apoio aos municípios durante período de chuvas intensas
Equipes atuam no suporte direto às ocorrências de alagamentos e transbordamento de rios e canais para amenizar impactos causados à população.
Com a intensificação das chuvas no Amapá, o Governo do Estado montou uma força-tarefa contra alagamentos, com um plano de contingência integrado com as forças da Segurança Pública e pastas sociais. Entre as iniciativas, o recém-criado Gabinete de Proteção e Defesa Civil consolida dados climáticos e monitora regiões vulneráveis a alagamentos, com suporte direto aos municípios e comunidades afetadas.
Na região metropolitana de Macapá, que inclui Santana e Mazagão, as equipes acompanham os trabalhos de desobstrução de pontos de drenagem urbana como canais e manilhas, além dos serviços de limpeza urbana, para preservar vidas e evitar que novos alagamentos ocorram.
"O foco total do nosso sistema de proteção é a antecipação. Com o monitoramento e a integração das instituições, conseguiremos reduzir o tempo de resposta drasticamente. Não estamos apenas reagindo aos alagamentos, mas posicionando nossas equipes de forma estratégica para que, ao primeiro sinal de risco, o Estado já esteja presente junto ao cidadão", ressalta o secretário-chefe da Defesa Civil, coronel Frederico Medeiros.
O foco é a antecipação para evitar alagamentos e proteger a populaçãoFoto: Divulgação/Defesa Civil do Amapá
A operação, que funciona em regime de sobreaviso 24 horas, integra as secretarias de Segurança Pública, Assistência Social e Infraestrutura. Diferente do formato anterior, a nova estrutura possui maior autonomia e articulação direta com o gabinete do governador, permitindo uma mobilização ágil para apoiar os 16 municípios e garantir a segurança da população.
No período chuvoso referente aos dias 9 e 10 de fevereiro, foram atendidas 15 ocorrências, todas acompanhadas pelo Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil. As equipes estão nas ruas monitorando pontos de alagamento para detectar falhas no escoamento das águas pluviais e identificar obstruções nos sistemas de drenagem.
Acompanhamento técnico das frentes de trabalho nos canais de drenagem urbana. O monitoramento identifica pontos de obstrução para garantir o escoamento das águas pluviais e mitigar riscos de alagamentosFoto: Iago Fonseca/Sejusp
Enquanto na capital e em Santana os riscos estão ligados à densidade urbana e ao acúmulo de lixo, nos municípios do interior o monitoramento foca no avanço gradual do nível dos rios, que tende a impactar comunidades ribeirinhas do meio para o fim do inverno.
O Governo do Amapá orienta que, durante chuvas intensas, a população procure locais seguros. Caso identifique situação de risco ou necessidade de socorro, o cidadão deve acionar imediatamente os números de emergência 190 ou 193 para o pronto atendimento das equipes de salvamento.
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