Governo do Amapá e Instituto Mapear unem forças para engajar homens no combate à violência contra a mulher. O evento reuniu um público predominantemente masculino, comprometido com a preservação da vida e o respeito às mulheres.. Homens de diversas esferas — política, religiosa, econômica e social —, além de autoridades e membros da sociedade civil, lotaram o auditório da Federação do Comércio (Fecomércio), nesta segunda-feira, 6, para o evento “Eles por Elas”. A iniciativa é uma parceria do Governo do Amapá com o Instituto Mapear.A gestão estadual tem como prioridade a redução dos índices de feminicídio e violência de gênero. O objetivo é promover a reflexão e a transformação do papel do homem na sociedade, incentivando-o a deixar a posição de espectador para se tornar um aliado ativo no enfrentamento às agressões."A conscientização e a participação do homem são fundamentais diante do aumento da violência. Neste evento, criamos uma rede de conexão composta por homens que lutam ao lado das mulheres. A violência de gênero é uma prática criminosa que ainda persiste no Amapá e em todo o Brasil", ressaltou a secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, Simone Palheta.Público quase inteiramente formado por homens engajados no combate à violência femininaFoto: Jorge JuniorSegundo a gestora, a Organização das Nações Unidas (ONU) mantém um olhar atento sobre o tema, desenvolvendo políticas de enfrentamento com diversos países. No Amapá, o governador Clécio Luís tem priorizado estratégias que envolvam o público masculino como agentes de conscientização.O diretor-executivo do Instituto Mapear, Luciano Ramos, foi o convidado especial para proferir a palestra: “Como tornar meninos e homens aliados para a prevenção das violências contra meninas e mulheres”."Historicamente, o país foca em criar equipamentos de acolhimento para as vítimas. Agora, estamos envolvendo os homens para prevenir que a violência ocorra. Viemos ao Amapá buscar estratégias para que o público masculino ajude a minimizar esses casos", pontuou Ramos.Palestrante Luciano Ramos, diretor do Instituto MapearFoto: Jorge JuniorPara o palestrante a educação é o caminho para obter resultados preventivos, orientando os meninos de hoje para que não se tornem agressores no futuro.O capitão Adriano Almeida, da Polícia Militar, destacou que a corporação já atua nessa frente na Zona Norte de Macapá."A conscientização mostra a realidade e reforça o "não" à violência. A Polícia Militar desenvolve palestras em escolas, abordando o tema com os alunos para formar cidadãos mais conscientes", enfatizou o capitão.Capitão Adriano Almeida, da Polícia MilitarFoto: Jorge JuniorHistóricoA primeira edição do projeto “Eles por Elas” ocorreu em 7 de agosto de 2025, durante o Dia D de Combate à Violência Contra a Mulher. O evento reafirma que a segurança feminina é um dever compartilhado, convocando os homens a liderarem uma mudança cultural em defesa da equidade.O projeto, idealizado pela primeira-dama do estado, Priscilla Flores, conta com a participação direta de gestores das áreas de Segurança Pública, Educação, Saúde e Assistência Social.
Governo do Amapá e Instituto Mapear unem forças para engajar homens no combate à violência contra a mulher
O evento reuniu um público predominantemente masculino, comprometido com a preservação da vida e o respeito às mulheres.
Homens de diversas esferas — política, religiosa, econômica e social —, além de autoridades e membros da sociedade civil, lotaram o auditório da Federação do Comércio (Fecomércio), nesta segunda-feira, 6, para o evento “Eles por Elas”. A iniciativa é uma parceria do Governo do Amapá com o Instituto Mapear.
A gestão estadual tem como prioridade a redução dos índices de feminicídio e violência de gênero. O objetivo é promover a reflexão e a transformação do papel do homem na sociedade, incentivando-o a deixar a posição de espectador para se tornar um aliado ativo no enfrentamento às agressões.
"A conscientização e a participação do homem são fundamentais diante do aumento da violência. Neste evento, criamos uma rede de conexão composta por homens que lutam ao lado das mulheres. A violência de gênero é uma prática criminosa que ainda persiste no Amapá e em todo o Brasil", ressaltou a secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, Simone Palheta.
Público quase inteiramente formado por homens engajados no combate à violência femininaFoto: Jorge Junior
Segundo a gestora, a Organização das Nações Unidas (ONU) mantém um olhar atento sobre o tema, desenvolvendo políticas de enfrentamento com diversos países. No Amapá, o governador Clécio Luís tem priorizado estratégias que envolvam o público masculino como agentes de conscientização.
O diretor-executivo do Instituto Mapear, Luciano Ramos, foi o convidado especial para proferir a palestra: “Como tornar meninos e homens aliados para a prevenção das violências contra meninas e mulheres”.
"Historicamente, o país foca em criar equipamentos de acolhimento para as vítimas. Agora, estamos envolvendo os homens para prevenir que a violência ocorra. Viemos ao Amapá buscar estratégias para que o público masculino ajude a minimizar esses casos", pontuou Ramos.
Palestrante Luciano Ramos, diretor do Instituto MapearFoto: Jorge Junior
Para o palestrante a educação é o caminho para obter resultados preventivos, orientando os meninos de hoje para que não se tornem agressores no futuro.
O capitão Adriano Almeida, da Polícia Militar, destacou que a corporação já atua nessa frente na Zona Norte de Macapá.
"A conscientização mostra a realidade e reforça o "não" à violência. A Polícia Militar desenvolve palestras em escolas, abordando o tema com os alunos para formar cidadãos mais conscientes", enfatizou o capitão.
Capitão Adriano Almeida, da Polícia MilitarFoto: Jorge Junior
Histórico
A primeira edição do projeto “Eles por Elas” ocorreu em 7 de agosto de 2025, durante o Dia D de Combate à Violência Contra a Mulher. O evento reafirma que a segurança feminina é um dever compartilhado, convocando os homens a liderarem uma mudança cultural em defesa da equidade.
O projeto, idealizado pela primeira-dama do estado, Priscilla Flores, conta com a participação direta de gestores das áreas de Segurança Pública, Educação, Saúde e Assistência Social.
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