“Não contem comigo para impeachment no STF”, diz Alcolumbre. Presidente do Senado teria cobrado senadores da direita por apoio contra indicação de Jorge Messias ao Supremo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria articulado com senadores da direita uma mobilização para impor uma derrota ao governo Lula na votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Segundo o texto, Alcolumbre pediu votos contra Messias e afirmou a um integrante do PL que, caso a direita perdesse aquela oportunidade, não deveria contar com ele para avançar com pedidos de impeachment de ministros do STF. O senador mantém em sua gaveta 97 pedidos de impeachment contra integrantes da Corte. A reportagem também afirma que a rejeição de Messias abriu espaço para uma negociação entre Alcolumbre e setores da direita visando sua permanência no comando do Senado em 2027. O texto cita ainda que o presidente do Senado teria antecipado ao senador Jaques Wagner (PT-BA) que Messias perderia por oito votos, previsão que se confirmou no placar final: 42 votos contrários e 34 favoráveis. Antes da derrota em plenário, a indicação de Messias havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado por 16 votos a 11, após sabatina em que ele comentou temas como os atos de 8 de janeiro, aborto, liberdade de imprensa e atuação do Judiciário. Fonte: O Antagonista
“Não contem comigo para impeachment no STF”, diz Alcolumbre
Presidente do Senado teria cobrado senadores da direita por apoio contra indicação de Jorge Messias ao Supremo
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria articulado com senadores da direita uma mobilização para impor uma derrota ao governo Lula na votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.
Segundo o texto, Alcolumbre pediu votos contra Messias e afirmou a um integrante do PL que, caso a direita perdesse aquela oportunidade, não deveria contar com ele para avançar com pedidos de impeachment de ministros do STF. O senador mantém em sua gaveta 97 pedidos de impeachment contra integrantes da Corte.
A reportagem também afirma que a rejeição de Messias abriu espaço para uma negociação entre Alcolumbre e setores da direita visando sua permanência no comando do Senado em 2027. O texto cita ainda que o presidente do Senado teria antecipado ao senador Jaques Wagner (PT-BA) que Messias perderia por oito votos, previsão que se confirmou no placar final: 42 votos contrários e 34 favoráveis.
Antes da derrota em plenário, a indicação de Messias havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado por 16 votos a 11, após sabatina em que ele comentou temas como os atos de 8 de janeiro, aborto, liberdade de imprensa e atuação do Judiciário.
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