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A febre da
Por: CO - Assessoria -


A febre da "bananinha": por que a região abaixo do bumbum virou obsessão entre famosas?

“Hoje muitas pacientes não procuram aumentar o bumbum, mas corrigir detalhes específicos que incomodam visualmente”, afirma o médico Dr. Chris Lima

Pequenos detalhes corporais que antes passavam despercebidos começaram a ganhar protagonismo nas redes sociais e nos consultórios de estética. Entre eles, a chamada “bananinha”, região localizada logo abaixo dos glúteos que interfere diretamente no contorno entre o bumbum e a coxa, virou uma das principais queixas entre mulheres que buscam um corpo mais uniforme e definido. O assunto ganhou força depois que famosas e influenciadoras passaram a expor tratamentos voltados especificamente para a área, transformando um detalhe anatômico em uma nova obsessão estética digital.

Virgínia Fonseca ajudou a colocar o tema em evidência ao revelar que procurou um protocolo para tratar a região abaixo dos glúteos, conhecida popularmente como “bananinha”. Nas redes sociais, a influenciadora afirmou que a área estava “incomodando bastante” e contou que queria deixar o bumbum “mais empinado”, trazendo atenção para um detalhe corporal que até então raramente era discutido publicamente.

Juju Salimeni também reforçou uma percepção que ajudou a impulsionar o tema entre mulheres: nem mesmo treino intenso e rotina fitness conseguem resolver todos os incômodos estéticos. A influenciadora já contou que utiliza bioestimuladores e radiofrequência para deixar o bumbum “mais durinho, mais empinadinho e mais redondinho”, além de afirmar que nunca escondeu os procedimentos que realiza.

Para o médico Dr. Chris Lima, CRM-PB 15387, especialista em harmonização glútea, a “bananinha” corresponde à região abaixo do glúteo onde pode existir acúmulo de gordura localizada, flacidez, aderências e perda de sustentação. “Muita gente acredita que a bananinha está ligada apenas à gordura, mas a questão envolve também qualidade da pele, sustentação e anatomia corporal. E é importante entender que não existe um único procedimento chamado bananinha. O tratamento varia conforme o tipo de pele, estrutura e necessidade de cada paciente”, explica.

Erika Schneider também já falou publicamente sobre o incômodo com a região, afirmando que tinha “uma gordurinha embaixo do glúteo” que a incomodava principalmente ao usar short curto ou biquíni. Já Isabelle Nogueira afirmou que buscava melhorar a qualidade da pele e suavizar pequenas áreas que ainda a incomodavam visualmente. Andrea de Andrade, conhecida como “rainha das supercoxas”, também comentou sobre a busca por um contorno corporal mais harmônico na região.

Segundo Dr. Chris Lima, o crescimento da procura está ligado a uma nova fase da estética corporal, menos focada em mudanças exageradas e mais voltada para ajustes específicos. “Hoje a paciente presta atenção em detalhes que antes passavam despercebidos e busca melhorar exatamente aquela região que incomoda visualmente. A bananinha virou símbolo dessa estética de precisão, em que pequenas mudanças conseguem alterar completamente a percepção do contorno corporal”, conclui.

Créditos: @dr.chrisbacelarlima | CO - Assessoria



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