Ferreira Gomes: polícia civil indiciou indivíduo por ameaça e calúnia na Lei Maria da Penha. . A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Polícia de Ferreira Gomes, concluiu inquérito policial e indiciou um indivíduo, que é policial penal, pela prática dos crimes de ameaça no contexto da Lei Maria da Penha e calúnia. De acordo com o Delegado Felipe Rodrigues, o indiciado praticou os crimes contra a própria prima, em contexto de violência doméstica e familiar. “As investigações demonstraram que o autor enviou mensagens de teor intimidador, proferindo ameaças de morte contra a vítima e, ainda, imputando-lhe falsamente envolvimento em práticas criminosas. No decorrer da apuração, foram reunidos depoimentos, analisadas conversas por aplicativo e deferidas medidas protetivas de urgência pela Justiça, que incluíram a suspensão do porte de arma de fogo fora do exercício da função, a proibição de contato por qualquer meio e a proibição de aproximação da vítima e familiares”, explicou o Delegado. O Delegado destacou ainda, que a Polícia Civil mantém o compromisso com o enfrentamento à violência doméstica, bem como que as medidas protetivas de urgência são instrumentos fundamentais de proteção às vítimas, podendo, inclusive, suspender o porte de arma de fogo do agressor. O inquérito policial concluído foi encaminhado ao Poder Judiciário. Ascom/Polícia Civil
Ferreira Gomes: polícia civil indiciou indivíduo por ameaça e calúnia na Lei Maria da Penha
A Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia de Polícia de Ferreira Gomes, concluiu inquérito policial e indiciou um indivíduo, que é policial penal, pela prática dos crimes de ameaça no contexto da Lei Maria da Penha e calúnia.
De acordo com o Delegado Felipe Rodrigues, o indiciado praticou os crimes contra a própria prima, em contexto de violência doméstica e familiar.
“As investigações demonstraram que o autor enviou mensagens de teor intimidador, proferindo ameaças de morte contra a vítima e, ainda, imputando-lhe falsamente envolvimento em práticas criminosas. No decorrer da apuração, foram reunidos depoimentos, analisadas conversas por aplicativo e deferidas medidas protetivas de urgência pela Justiça, que incluíram a suspensão do porte de arma de fogo fora do exercício da função, a proibição de contato por qualquer meio e a proibição de aproximação da vítima e familiares”, explicou o Delegado.
O Delegado destacou ainda, que a Polícia Civil mantém o compromisso com o enfrentamento à violência doméstica, bem como que as medidas protetivas de urgência são instrumentos fundamentais de proteção às vítimas, podendo, inclusive, suspender o porte de arma de fogo do agressor.
O inquérito policial concluído foi encaminhado ao Poder Judiciário.
Ascom/Polícia Civil
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