"Sou muito feliz fazendo parte dessa história", diz socorrista que atua há 18 anos no Samu em programação apoiada pelo Governo do Amapá . Enfermeira Suelly Sá permanece até os dias atuais prestando ajuda à população.. Apoiado pelo Governo do Estado, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completou 18 anos de criação no Amapá na quarta-feira, 11. Com mais de 120 assistências diárias, os socorristas lidam cotidianamente com ocorrências diversas, o que torna o trabalho imprevisível. A enfermeira Suelly Sá faz parte da história do Samu desde a sua criação, em setembro de 2006. Ela ressaltou que, no início, pouco se sabia a respeito do serviço móvel, mas jamais exitou em fazer parte da equipe, e mesmo agora, não tem vontade de abandonar. “Amo trabalhar salvando vidas, é um serviço que é uma adversidade diária, mas estamos aqui sempre para ajudar a população. No início, há 18 anos, foi um desafio grande para a gente, que nem sabia o que era o Samu quando começou no estado, mas com o tempo fomos nos aprimorando e capacitando. Hoje, estou aqui e nunca tive vontade de mudar de local de trabalho, pois sou muito feliz fazendo parte dessa história”, declarou Suelly. Equipes garantem o atendimento pré-hospitalar diariamente para a população - Foto: Gabriel Maciel/Sesa O diretor do Samu, Donato Farias, ressaltou que, para reconhecer o esforço diário desses profissionais que atendem casos simples e complexos para salvar a vida da população, o Governo do Amapá investe em educação permanente para a qualificação dos servidores. “Ao longo desses anos, o Samu foi aprimorando a qualidade do serviço, capacitando cada vez mais profissionais e ampliando a abrangência do atendimento em várias regiões. As atividades dos socorristas vão desde o contato com o solicitante através das ligações para o 192 até a garantia do atendimento em menor tempo possível. As ações operacionais e administrativas são fundamentais para entregar uma assistência resolutiva a todas as vítimas”, frisou Farias. Diretor do Samu, Donato Farias - Foto: Gabriel Maciel/Sesa A enfermeira Diovana Alberto, também atuou no Samu quando o serviço foi implantado no Amapá, e passou oito anos na vigilância de acidentes e violência, além do atendimento móvel. Ela contou que se sente honrada de ter contribuído para a evolução do Samu. “Eu fazia parte dessa equipe que iniciou os primeiros atendimentos para a população amapaense, e isso repercutiu diretamente na redução da mortalidade das pessoas que necessitavam de um serviço móvel. Então, agradeço por ter feito parte do início dessa história e salvado muitas vidas. Também sei que essa geração vai continuar esse legado e dar um atendimento digno para a população”, comentou Diovana. Enfermeira Diovana Alberto atuou por oito anos no Samu - Foto: Gabriel Maciel/Sesa Atualmente, o estado conta com uma frota de três Unidades de Suporte Avançado (USAs) e uma unidade aquática. Também há 100 profissionais distribuídos para atender o território amapaense, incluindo médicos reguladores, intervencionistas, enfermeiros emergencistas, técnicos de enfermagem socorristas, motoristas socorristas, telefonistas, rádio-operadores e auxiliares administrativos. Por Jamile Moreira
"Sou muito feliz fazendo parte dessa história", diz socorrista que atua há 18 anos no Samu em programação apoiada pelo Governo do Amapá
Enfermeira Suelly Sá permanece até os dias atuais prestando ajuda à população.
Apoiado pelo Governo do Estado, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completou 18 anos de criação no Amapá na quarta-feira, 11. Com mais de 120 assistências diárias, os socorristas lidam cotidianamente com ocorrências diversas, o que torna o trabalho imprevisível.
A enfermeira Suelly Sá faz parte da história do Samu desde a sua criação, em setembro de 2006. Ela ressaltou que, no início, pouco se sabia a respeito do serviço móvel, mas jamais exitou em fazer parte da equipe, e mesmo agora, não tem vontade de abandonar.
“Amo trabalhar salvando vidas, é um serviço que é uma adversidade diária, mas estamos aqui sempre para ajudar a população. No início, há 18 anos, foi um desafio grande para a gente, que nem sabia o que era o Samu quando começou no estado, mas com o tempo fomos nos aprimorando e capacitando. Hoje, estou aqui e nunca tive vontade de mudar de local de trabalho, pois sou muito feliz fazendo parte dessa história”, declarou Suelly.
Equipes garantem o atendimento pré-hospitalar diariamente para a população - Foto: Gabriel Maciel/Sesa
O diretor do Samu, Donato Farias, ressaltou que, para reconhecer o esforço diário desses profissionais que atendem casos simples e complexos para salvar a vida da população, o Governo do Amapá investe em educação permanente para a qualificação dos servidores.
“Ao longo desses anos, o Samu foi aprimorando a qualidade do serviço, capacitando cada vez mais profissionais e ampliando a abrangência do atendimento em várias regiões. As atividades dos socorristas vão desde o contato com o solicitante através das ligações para o 192 até a garantia do atendimento em menor tempo possível. As ações operacionais e administrativas são fundamentais para entregar uma assistência resolutiva a todas as vítimas”, frisou Farias.
Diretor do Samu, Donato Farias - Foto: Gabriel Maciel/Sesa
A enfermeira Diovana Alberto, também atuou no Samu quando o serviço foi implantado no Amapá, e passou oito anos na vigilância de acidentes e violência, além do atendimento móvel. Ela contou que se sente honrada de ter contribuído para a evolução do Samu.
“Eu fazia parte dessa equipe que iniciou os primeiros atendimentos para a população amapaense, e isso repercutiu diretamente na redução da mortalidade das pessoas que necessitavam de um serviço móvel. Então, agradeço por ter feito parte do início dessa história e salvado muitas vidas. Também sei que essa geração vai continuar esse legado e dar um atendimento digno para a população”, comentou Diovana.
Enfermeira Diovana Alberto atuou por oito anos no Samu - Foto: Gabriel Maciel/Sesa
Atualmente, o estado conta com uma frota de três Unidades de Suporte Avançado (USAs) e uma unidade aquática. Também há 100 profissionais distribuídos para atender o território amapaense, incluindo médicos reguladores, intervencionistas, enfermeiros emergencistas, técnicos de enfermagem socorristas, motoristas socorristas, telefonistas, rádio-operadores e auxiliares administrativos.
Por Jamile Moreira
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