"A Banda também é acessibilidade", diz cadeirante durante desfile do maior bloco de rua do Amapá. Espaço garantido pelo Governo do Estado à frente do cortejo assegura que pessoas com deficiência acompanhem a folia com segurança.. A terça-feira, 17, foi marcada por ruas tomadas por cores, fantasias e muita animação em Macapá. Milhares de pessoas acompanharam o desfile de A Banda, considerado o maior bloco de rua do Amapá, realizado com o apoio do Governo do Estado. No meio da multidão, uma cena resumiu o verdadeiro espírito da festa, a inclusão.Entre os foliões, o cadeirante José Carlos Sampaio, com um sorriso largo, demonstrava a felicidade de poder participar da programação com tranquilidade. Ele acompanhava o desfile em uma área reservada especialmente para pessoas com deficiência, instalada à frente do cortejo.“Eu e meus amigos participamos há muitos anos. De um tempo para cá, o Governo tem garantido esse espaço de acessibilidade para que todos que têm deficiência possam curtir a festa. Isso é muito bom, porque conseguimos acompanhar o percurso com segurança. Ou seja, A Banda também é acessibilidade e inclusão”, afirmou o aposentado.O espaço reservado para acessibilidade fica no início do cortejoFoto: Márcia do CarmoPara ele, a iniciativa representa mais do que conforto.“É respeito. A gente quer brincar, quer participar como todo mundo. Ter esse espaço mostra que estamos sendo lembrados”, destacou.Com 61 anos de história, A Banda reafirma sua vocação popular não apenas pelo número de foliões que arrasta, mas também pela capacidade de se reinventar e ampliar o acesso. Em meio às marchinhas e confetes, a inclusão também desfilou pelas ruas, provando que a maior festa de rua do estado é, acima de tudo, um espaço de pertencimento.Ruas do Centro da capital foram tomadas pela programação de A Banda
"A Banda também é acessibilidade", diz cadeirante durante desfile do maior bloco de rua do Amapá
Espaço garantido pelo Governo do Estado à frente do cortejo assegura que pessoas com deficiência acompanhem a folia com segurança.
A terça-feira, 17, foi marcada por ruas tomadas por cores, fantasias e muita animação em Macapá. Milhares de pessoas acompanharam o desfile de A Banda, considerado o maior bloco de rua do Amapá, realizado com o apoio do Governo do Estado. No meio da multidão, uma cena resumiu o verdadeiro espírito da festa, a inclusão.
Entre os foliões, o cadeirante José Carlos Sampaio, com um sorriso largo, demonstrava a felicidade de poder participar da programação com tranquilidade. Ele acompanhava o desfile em uma área reservada especialmente para pessoas com deficiência, instalada à frente do cortejo.
“Eu e meus amigos participamos há muitos anos. De um tempo para cá, o Governo tem garantido esse espaço de acessibilidade para que todos que têm deficiência possam curtir a festa. Isso é muito bom, porque conseguimos acompanhar o percurso com segurança. Ou seja, A Banda também é acessibilidade e inclusão”, afirmou o aposentado.
O espaço reservado para acessibilidade fica no início do cortejoFoto: Márcia do Carmo
Para ele, a iniciativa representa mais do que conforto.
“É respeito. A gente quer brincar, quer participar como todo mundo. Ter esse espaço mostra que estamos sendo lembrados”, destacou.
Com 61 anos de história, A Banda reafirma sua vocação popular não apenas pelo número de foliões que arrasta, mas também pela capacidade de se reinventar e ampliar o acesso. Em meio às marchinhas e confetes, a inclusão também desfilou pelas ruas, provando que a maior festa de rua do estado é, acima de tudo, um espaço de pertencimento.
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