Expectativa do petróleo começa a transformar o norte do Amapá
Licença ambiental concedida em 2025 e pesquisas da Petrobras na Margem Equatorial impulsionam mudanças econômicas em Oiapoque.
A possibilidade de exploração de petróleo em alto-mar começa a redesenhar o futuro econômico do extremo norte do Brasil. No Amapá, municípios próximos à fronteira com a Guiana Francesa já sentem os efeitos da expectativa gerada pela atuação da Petrobras na Margem Equatorial, considerada uma das áreas mais promissoras do país para a produção de petróleo e gás natural.
O movimento ganhou força em outubro de 2025, quando o Ibama concedeu licença ambiental para pesquisas no bloco FZA-M-59, situado a cerca de 175 quilômetros da costa amapaense e a aproximadamente 500 quilômetros da foz do rio Amazonas. Já em janeiro de 2026, a Petrobras interrompeu temporariamente as perfurações no poço Morpho após detectar um vazamento de fluido de perfuração biodegradável, incidente que, segundo a empresa, foi contido sem danos ambientais, com previsão de retomada das atividades em até 15 dias a partir de 4 de janeiro.
Mesmo antes da confirmação da viabilidade comercial, os impactos sociais e econômicos já são visíveis, especialmente em Oiapoque. Desde 2025, a cidade registra valorização imobiliária acelerada, pressão sobre aluguéis e aumento da circulação de trabalhadores e investidores.
Projeções indicam que a exploração na Margem Equatorial pode elevar significativamente o PIB do Amapá e gerar centenas de milhares de empregos, o que levou o governo federal e a Petrobras a anunciarem investimentos em capacitação profissional e estruturação de cadeias produtivas para preparar o estado para um novo ciclo de desenvolvimento.
Conteúdo adaptado com base em informações publicadas pela Revista Fórum:
https://revistaforum.com.br/brasil/norte/a-nova-dubai-brasileira-o-pequeno-municipio-que-pode-enriquecer-com-royalties-do-petroleo/
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