Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente. O professor de neurociência Guillaume Thierry destaca as limitações da inteligência artificial, alertando para a ilusão de que essas máquinas possuem consciência ou compreensão real.. O artigo "Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente", publicado no portal Terra, é de autoria de Guillaume Thierry, professor de Neurociência Cognitiva na Bangor University. O texto foi originalmente publicado no The Conversation em 16 de abril de 2025 e atualizado em 23 de abril de 2025. Thierry argumenta que a inteligência artificial atual não possui compreensão, consciência ou conhecimento real. Ele a descreve como uma máquina estatística que gera respostas baseadas em padrões extraídos de grandes volumes de dados humanos, sem qualquer entendimento genuíno. Segundo o autor, a IA é comparável a um "papagaio digital" que adivinha a próxima palavra em uma sequência, sem qualquer cognição ou consciência. O professor destaca que a IA não possui corpo, sentidos, emoções ou experiências humanas, elementos essenciais para a formação da consciência. Ele cita o filósofo David Chalmers e o conceito do "problema duro da consciência" para ilustrar a desconexão entre a IA e a experiência humana. Thierry enfatiza que, sem essa base sensorial e emocional, a IA não pode alcançar uma verdadeira inteligência ou consciência. O autor alerta que a ilusão de que a IA é inteligente pode ser perigosa, pois ela pode ser convincente o suficiente para enganar as pessoas. Ele argumenta que essa percepção errônea pode levar a uma confiança indevida em sistemas que, na realidade, carecem de compreensão e julgamento humano. Em suma, Thierry conclui que, embora a IA possa simular comportamentos inteligentes, ela não possui as qualidades essenciais que definem a inteligência humana. Portanto, é crucial que as pessoas reconheçam as limitações da IA e não atribuam a ela capacidades que ela não possui. Fonte: Terra
Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente
O professor de neurociência Guillaume Thierry destaca as limitações da inteligência artificial, alertando para a ilusão de que essas máquinas possuem consciência ou compreensão real.
O artigo "Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente", publicado no portal Terra, é de autoria de Guillaume Thierry, professor de Neurociência Cognitiva na Bangor University. O texto foi originalmente publicado no The Conversation em 16 de abril de 2025 e atualizado em 23 de abril de 2025.
Thierry argumenta que a inteligência artificial atual não possui compreensão, consciência ou conhecimento real. Ele a descreve como uma máquina estatística que gera respostas baseadas em padrões extraídos de grandes volumes de dados humanos, sem qualquer entendimento genuíno. Segundo o autor, a IA é comparável a um "papagaio digital" que adivinha a próxima palavra em uma sequência, sem qualquer cognição ou consciência.
O professor destaca que a IA não possui corpo, sentidos, emoções ou experiências humanas, elementos essenciais para a formação da consciência. Ele cita o filósofo David Chalmers e o conceito do "problema duro da consciência" para ilustrar a desconexão entre a IA e a experiência humana. Thierry enfatiza que, sem essa base sensorial e emocional, a IA não pode alcançar uma verdadeira inteligência ou consciência.
O autor alerta que a ilusão de que a IA é inteligente pode ser perigosa, pois ela pode ser convincente o suficiente para enganar as pessoas. Ele argumenta que essa percepção errônea pode levar a uma confiança indevida em sistemas que, na realidade, carecem de compreensão e julgamento humano.
Em suma, Thierry conclui que, embora a IA possa simular comportamentos inteligentes, ela não possui as qualidades essenciais que definem a inteligência humana. Portanto, é crucial que as pessoas reconheçam as limitações da IA e não atribuam a ela capacidades que ela não possui.
Fonte: Terra
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Contribua. Comente!
O que achou desta notícia?