PF combate organização criminosa especializada no contrabando de migrantes no Amapá. Operação Piratas do Caribe cumpre mandados de busca e apreensão e monitoramento eletrônico em municípios do estado.. Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29/9), a Operação Piratas do Caribe, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo contrabando de migrantes, em sua maioria cubanos e haitianos, no estado do Amapá. Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Tartarugalzinho, Oiapoque, Santana e Macapá. A Justiça também determinou 17 medidas cautelares de monitoramento eletrônico. As investigações tiveram início após denúncia recebida na Delegacia da Polícia Federal em Oiapoque, relatando a existência de um grupo criminoso voltado à extorsão de migrantes durante o deslocamento terrestre no trecho de Oiapoque a Macapá. As apurações indicam que os migrantes eram ameaçados e obrigados a pagar valores abusivos pelo transporte até a capital amapaense. Em caso de recusa, sofriam intimidações com a possibilidade de serem expulsos do Brasil. Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
PF combate organização criminosa especializada no contrabando de migrantes no Amapá
Operação Piratas do Caribe cumpre mandados de busca e apreensão e monitoramento eletrônico em municípios do estado.
Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29/9), a Operação Piratas do Caribe, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo contrabando de migrantes, em sua maioria cubanos e haitianos, no estado do Amapá.
Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Tartarugalzinho, Oiapoque, Santana e Macapá. A Justiça também determinou 17 medidas cautelares de monitoramento eletrônico.
As investigações tiveram início após denúncia recebida na Delegacia da Polícia Federal em Oiapoque, relatando a existência de um grupo criminoso voltado à extorsão de migrantes durante o deslocamento terrestre no trecho de Oiapoque a Macapá.
As apurações indicam que os migrantes eram ameaçados e obrigados a pagar valores abusivos pelo transporte até a capital amapaense. Em caso de recusa, sofriam intimidações com a possibilidade de serem expulsos do Brasil.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
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