Expofeira 2026: mulheres encontram no empreendedorismo a autonomia financeira
Para empreendedoras, o trabalho e a geração de renda proporcionados pela maior vitrine de negócios da Amazônia representam novas oportunidades, autonomia financeira e mais força para o protagonismo feminino.
Para muitas mulheres, começar um negócio é uma maneira de buscar independência e ter uma renda própria. Na Expofeira 2026, essa realidade está presente nos pavilhões de vendas, onde elas estão à frente de diferentes tipos de empreendimentos.
Entre roupas, produtos infantis, moda e alimentos, cada uma carrega uma história diferente, mas, todas têm em comum a vontade de crescer por meio do próprio trabalho.
Uma delas é a Cristiane Cunha, que trabalha com papelaria e roupas infantis. Ela começou a empreender em 2019, durante a pandemia, quando as vendas pela internet se tornaram o primeiro caminho para colocar o negócio em funcionamento.
Com o passar dos anos, o que começou de forma mais simples foi ganhando espaço. Esta é a terceira participação de Cristiane na Expofeira. Para este ano, a expectativa é superar os resultados alcançados em 2025.
A participação na feira também representa uma oportunidade de apresentar os produtos para um público maior e conquistar novos clientes.
Outra experiência que tem ajudado mulheres a desenvolver seus negócios é o Empretec, do Sebrae Amapá. A capacitação reúne empreendedores e estimula o desenvolvimento de conhecimentos e comportamentos importantes para quem deseja abrir ou fortalecer uma empresa.
Foi nesse ambiente que Rafaela Dorea, Clara Vieira e Paola Priscila estreitaram a amizade e compartilharam experiências sobre empreendedorismo. A troca de ideias também ajudou a estimular novos projetos.
Em abril de 2026, surgiu uma iniciativa no segmento da moda, resultado desse movimento de busca por novas oportunidades e pelo fortalecimento dos negócios.
Receita que passa de geração para geração
Enquanto algumas empreendedoras começaram recentemente, outras carregam no negócio uma história que vem de casa.
É o caso de Rosângila Silva, que há três anos trabalha com a produção e venda de biscoitos. O negócio tem relação direta com uma tradição familiar que passou pelos avós e pelas mães.
"É de família. Veio dos meus avós e das minhas mães. Eu segui e agora quero passar para os meus filhos", conta.
Para Rosângila, manter o trabalho também significa preservar um conhecimento que foi aprendido dentro da própria família e que agora pode continuar com as próximas gerações.
Mais que uma fonte de renda
Histórias como essas mostram que o empreendedorismo feminino pode representar uma alternativa para mulheres que buscam aumentar a renda e conquistar mais independência.
Ter um negócio próprio também pode significar aprender, fazer contatos, conquistar clientes e descobrir novas possibilidades para crescer profissionalmente.
Na Expofeira, o resultado aparece nos corredores dos pavilhões, onde as empreendedoras apresentam seus produtos, conversam com clientes e aproveitam o movimento do evento para divulgar o trabalho.
São negócios diferentes e histórias que começaram de maneiras distintas, mas que têm um ponto em comum: mulheres que encontraram no próprio trabalho uma oportunidade para construir novos caminhos.
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