Projetos de cidadania e inclusão dos povos originários fazem parte da Carta Vitória. O documento reúne as propostas e compromissos firmados no 82° Coptrel no Espírito Santo. O presidente do TRE Amapá, desembargador João Lages, expôs na 82ª edição do Encontro do Colégio de Presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais, os esforços da Justiça Eleitoral amapaense para melhorar o acesso a cidadania e inclusão dos eleitores indígenas do estado. A apresentação para os representantes dos TREs de todo o Brasil mostrou os projetos desenvolvidos desde 2022, quando o desembargador ainda ocupava o cargo de vice-presidente e corregedor eleitoral, para reforçar os laços da justiça eleitoral com os povos originais do Amapá. Diante da necessidade de melhorar o treinamento dos eleitores indígenas, o TRE Amapá tem implementado uma série de iniciativas, incluindo o uso de equipamentos adaptados na língua nativa dos indígenas para conduzir treinamentos diretamente nas aldeias. O presidente também falou sobre os próximos passo no âmbito da cidadania indígena. “Nesse sentido, iniciamos mais um projeto. Agora voltado para a formação de Formadores, com o objetivo de desenvolver competências profissionais sobre o papel da Justiça Eleitoral”, disse sobre o projeto de Escola Judiciária Eleitoral (EJE-AP), previsto para ocorrer no mês de setembro na Aldeia Aramirã, no município de Pedra Branca do Amapari. O pronunciamento do presidente integra o conteúdo da Carta Vitória, um documento resultante da reunião de presidentes que engloba todas as propostas e compromissos acordados durante o evento.
Projetos de cidadania e inclusão dos povos originários fazem parte da Carta Vitória
O documento reúne as propostas e compromissos firmados no 82° Coptrel no Espírito Santo
O presidente do TRE Amapá, desembargador João Lages, expôs na 82ª edição do Encontro do Colégio de Presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais, os esforços da Justiça Eleitoral amapaense para melhorar o acesso a cidadania e inclusão dos eleitores indígenas do estado.
A apresentação para os representantes dos TREs de todo o Brasil mostrou os projetos desenvolvidos desde 2022, quando o desembargador ainda ocupava o cargo de vice-presidente e corregedor eleitoral, para reforçar os laços da justiça eleitoral com os povos originais do Amapá.
Diante da necessidade de melhorar o treinamento dos eleitores indígenas, o TRE Amapá tem implementado uma série de iniciativas, incluindo o uso de equipamentos adaptados na língua nativa dos indígenas para conduzir treinamentos diretamente nas aldeias.
O presidente também falou sobre os próximos passo no âmbito da cidadania indígena.
“Nesse sentido, iniciamos mais um projeto. Agora voltado para a formação de Formadores, com o objetivo de desenvolver competências profissionais sobre o papel da Justiça Eleitoral”, disse sobre o projeto de Escola Judiciária Eleitoral (EJE-AP), previsto para ocorrer no mês de setembro na Aldeia Aramirã, no município de Pedra Branca do Amapari.
O pronunciamento do presidente integra o conteúdo da Carta Vitória, um documento resultante da reunião de presidentes que engloba todas as propostas e compromissos acordados durante o evento.
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