"COM A BARBA DE MOLHO": STF tem maioria para derrubar 4 parlamentares federais do AP. Dos sete deputados na eminência de perder o cargo próximo verão devido ao entendimento da Lei 111/2021, quatro são do Amapá.. Com maioria formada para decidir sobre a troca de sete deputados federais, entre eles quatro do Amapá, o Supremo Tribunal Federal (STF) irá votar no segundo semestre deste ano o processo sobre o entendimento do cálculo das sobras eleitorais. Os ministros que votaram nesta sexta-feira, 21, a favor das substituições, em julgamento virtual, foram os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Kassio Nunes, Flávio Dino, Dias Toffoli e Cristiano Zanin. O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, deverá colocar em pauta o tema no segundo semestre, após o recesso do judiciário. Entre os deputados que estão na eminência de perder o cargo, quatro são do Amapá. São eles: Silvia Waiãpi (PL-AP), Sonize Barbosa (PL-AP), Goreth (PDT-AP), Augusto Pupiu (MDB-AP). Os demais são Lázaro Botelho (PP-TO), Gilvan Máximo (Republicanos-DF) e Lebrão (União Brasil-RO). Os parlamentares do Amapá deverão ser substituídos, respectivamente, por: Aline Gurgel (Republicanos-AP), Paulo Lemos (PSol-AP), André Abdon (PP-AP), Professora Marcivania (PCdoB-AP), Tiago Dimas (Podemos-TO), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Rafael Fera (Podemos-RO). O STF acolheu um Embargo de Declaração contestando a aplicação do cálculo eleitoral nas eleições de 2022, Lei 111/2021, no entanto, o ministro André Mendonça pediu destaque para o tema voltar ao plenário do Supremo, mas dois ministros anteciparam os votos e se declararam favoráveis à alteração para a atual legislatura. Como outros quatros ministros já haviam votados pela mudança, a Casa formou maioria pela substituição dos parlamentares. Por Fernando França
"COM A BARBA DE MOLHO": STF tem maioria para derrubar 4 parlamentares federais do AP
Dos sete deputados na eminência de perder o cargo próximo verão devido ao entendimento da Lei 111/2021, quatro são do Amapá.
Com maioria formada para decidir sobre a troca de sete deputados federais, entre eles quatro do Amapá, o Supremo Tribunal Federal (STF) irá votar no segundo semestre deste ano o processo sobre o entendimento do cálculo das sobras eleitorais. Os ministros que votaram nesta sexta-feira, 21, a favor das substituições, em julgamento virtual, foram os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Kassio Nunes, Flávio Dino, Dias Toffoli e Cristiano Zanin.
O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, deverá colocar em pauta o tema no segundo semestre, após o recesso do judiciário. Entre os deputados que estão na eminência de perder o cargo, quatro são do Amapá. São eles: Silvia Waiãpi (PL-AP), Sonize Barbosa (PL-AP), Goreth (PDT-AP), Augusto Pupiu (MDB-AP). Os demais são Lázaro Botelho (PP-TO), Gilvan Máximo (Republicanos-DF) e Lebrão (União Brasil-RO).
Os parlamentares do Amapá deverão ser substituídos, respectivamente, por: Aline Gurgel (Republicanos-AP), Paulo Lemos (PSol-AP), André Abdon (PP-AP), Professora Marcivania (PCdoB-AP), Tiago Dimas (Podemos-TO), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Rafael Fera (Podemos-RO).
O STF acolheu um Embargo de Declaração contestando a aplicação do cálculo eleitoral nas eleições de 2022, Lei 111/2021, no entanto, o ministro André Mendonça pediu destaque para o tema voltar ao plenário do Supremo, mas dois ministros anteciparam os votos e se declararam favoráveis à alteração para a atual legislatura. Como outros quatros ministros já haviam votados pela mudança, a Casa formou maioria pela substituição dos parlamentares.
Por Fernando França
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