PF investiga suposto esquema de corrupção em Santana/AP. . Na manhã desta terça-feira (12/11), a Polícia Federal no Amapá deflagrou a operação Arrecife, com o objetivo de apurar indícios de corrupção e fraude em processos licitatórios no município de Santana/AP. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá e na própria cidade de Santana. A operação visa esclarecer suspeitas de que um funcionário público da cidade favoreceu uma empresa em um processo de licitação para a compra de equipamentos médicos destinados ao Centro de Saúde da Mulher do município. As investigações indicam um possível esquema ilícito envolvendo manipulação do processo licitatório, onde o funcionário recebia pagamentos indevidos em troca de manipular as licitações para que determinadas empresas saíssem vitoriosas de forma ilegal. O servidor investigado poderá responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo da licitação, corrupção passiva e associação criminosa. Se condenado, ele poderá enfrentar penas que podem chegar a 30 anos de reclusão, além do pagamento de multa. Ascom/PF
PF investiga suposto esquema de corrupção em Santana/AP
Na manhã desta terça-feira (12/11), a Polícia Federal no Amapá deflagrou a operação Arrecife, com o objetivo de apurar indícios de corrupção e fraude em processos licitatórios no município de Santana/AP. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Macapá e na própria cidade de Santana.
A operação visa esclarecer suspeitas de que um funcionário público da cidade favoreceu uma empresa em um processo de licitação para a compra de equipamentos médicos destinados ao Centro de Saúde da Mulher do município.
As investigações indicam um possível esquema ilícito envolvendo manipulação do processo licitatório, onde o funcionário recebia pagamentos indevidos em troca de manipular as licitações para que determinadas empresas saíssem vitoriosas de forma ilegal.
O servidor investigado poderá responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo da licitação, corrupção passiva e associação criminosa. Se condenado, ele poderá enfrentar penas que podem chegar a 30 anos de reclusão, além do pagamento de multa.
Ascom/PF
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