PF combate atividades clandestinas de segurança privada no Amapá. Três cooperativas que atuavam na atividade de segurança privada foram fiscalizadas.. Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (07/08), a Operação Sed Lex, com o objetivo de fiscalizar o funcionamento de cooperativas que estariam atuando ilegalmente na atividade de segurança privada, sem a devida autorização da Polícia Federal. Durante a ação, foram fiscalizados diversos locais onde se constatou a prestação de serviços clandestinos de segurança em eventos sociais, praças e escolas públicas, realizados por cooperativas sem a devida autorização legal para exercer tal atividade. A operação tem como foco o fortalecimento do setor de segurança privada regular, considerado atividade complementar à segurança pública, sendo essencial para a proteção da vida, do patrimônio e dos serviços públicos e privados, contribuindo diretamente para o bem-estar da sociedade. A Polícia Federal adverte que qualquer serviço de segurança privada, ainda que desarmado, deve ser executado por empresas devidamente autorizadas, com Alvará de Funcionamento expedido pela Polícia Federal. A regularidade dessas empresas pode ser consultada no endereço eletrônico: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/seguranca-privada/consultas-de-empresas- declaracoes. O exercício da segurança privada por cooperativas está expressamente proibido pela Lei Federal nº 14.967/2024, que regulamenta o setor. A contratação de serviços clandestinos representa risco elevado à vida e à integridade das pessoas, uma vez que, sem o controle da Polícia Federal, não há garantia de que os profissionais passaram por curso de formação e possuem os requisitos mínimos exigidos para a função. O nome da operação – Sed Lex, expressão latina que significa “A Lei é Dura, mas é a Lei” – faz referência à necessidade de observância irrestrita das normas legais, mesmo quando sua aplicação possa parecer severa. Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
PF combate atividades clandestinas de segurança privada no Amapá
Três cooperativas que atuavam na atividade de segurança privada foram fiscalizadas.
Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (07/08), a Operação Sed Lex, com o objetivo de fiscalizar o funcionamento de cooperativas que estariam atuando ilegalmente na atividade de segurança privada, sem a devida autorização da Polícia Federal.
Durante a ação, foram fiscalizados diversos locais onde se constatou a prestação de serviços clandestinos de segurança em eventos sociais, praças e escolas públicas, realizados por cooperativas sem a devida autorização legal para exercer tal atividade.
A operação tem como foco o fortalecimento do setor de segurança privada regular, considerado atividade complementar à segurança pública, sendo essencial para a proteção da vida, do patrimônio e dos serviços públicos e privados, contribuindo diretamente para o bem-estar da sociedade.
A Polícia Federal adverte que qualquer serviço de segurança privada, ainda que desarmado, deve ser executado por empresas devidamente autorizadas, com Alvará de Funcionamento expedido pela Polícia Federal.
A regularidade dessas empresas pode ser consultada no endereço eletrônico: https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/seguranca-privada/consultas-de-empresas- declaracoes.
O exercício da segurança privada por cooperativas está expressamente proibido pela Lei Federal nº 14.967/2024, que regulamenta o setor. A contratação de serviços clandestinos representa risco elevado à vida e à integridade das pessoas, uma vez que, sem o controle da Polícia Federal, não há garantia de que os profissionais passaram por curso de formação e possuem os requisitos mínimos exigidos para a função.
O nome da operação – Sed Lex, expressão latina que significa “A Lei é Dura, mas é a Lei” – faz referência à necessidade de observância irrestrita das normas legais, mesmo quando sua aplicação possa parecer severa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
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